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CNBB abre assembleia e discute Iniciação Cristã, problemas sociais e políticos

A CNBB iniciou na manhã desta quarta-feira, 26, a 55ª Assembleia Geral dos Bispos (AG)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) iniciou na manhã desta quarta-feira, 26, a 55ª Assembleia Geral dos Bispos (AG). O encontro anual do episcopado nacional acontecerá em Aparecida (SP), até o dia 5 de maio, no Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeida.

Durante a celebração de abertura, o presidente da CNBB e arcebispo de Brasília, Cardeal Sérgio da Rocha, pediu oração da Igreja em todo o Brasil pela assembleia e comentou sobre os inúmeros desafios. “As dificuldades não devem jamais impedir o anúncio da Palavra de Deus, o cumprimento fiel da Ação Evangelizadora da Igreja, pois ninguém pode aprisionar a Palavra de Deus. Pelo Contrário são incentivo, porque a certeza do amor de Deus nos anima na missão bonita e exigente de Evangelizar e levar esperança aqueles que mais sofrem com a crise política e econômica”.

O Cardeal também citou palavras do Papa Francisco quando esteve em Aparecida: “Jamais perder a esperança e deixar-se surpreender por Deus”. Também refletiu que neste Ano Mariano somos chamados a refazer a experiência dos três pescadores que encontraram Aparecida nas águas e deixaram-se surpreender por Deus.

Em sua reflexão condenou duramente a corrupção, mas também alertou que não podemos tolerar e reproduzir atos aparentemente pequenos de infidelidade e corrupção no dia a dia. “Nós rejeitamos a perda de direitos dos pobres e pequenos nas iniciativas políticas, não podemos aceitar a falta de respeito a vida e a dignidade das pessoas, repudiamos as violações da vida, como o aborto, mas não podemos ficar indiferentes as violações sofridas ao longo da vida pelos pobres e fragilizados. Seja acompanhado da busca da paz, jamais cedendo a agressividade em Palavras ou atos. Vivemos numa época marcada pela violência”, orientou.

Ele finalizou aconselhando-nos a crer na Vitória do amor sobre o ódio, da misericórdia sobre a vingança, da paz sobre a violência, do perdão sobre o ressentimento, da vida sobre a morte. “Nós cremos no poder do amor misericordioso. Lembrando os 10 anos da Conferência de Aparecida, vamos redobrar o empenho para ser uma Igreja misericordiosa”, finalizou.

São diversos outros temas importantes na agenda da assembleia, como, comemoração dos 300 anos do encontro da Imagem de Nossa Senhora Aparecida e o Ano Nacional Mariano, que teve início dia 12 de outubro de 2016, concluindo-se aos 11 de outubro de 2017 e as comemorações do Jubileu de 100 anos das aparições de Nossa Senhora de Fátima etc.

 Coletivas de Imprensa

A CNBB realizará entrevistas coletivas à imprensa, todos os dias (menos sábado e domingo), às 15h, na Sala de Coletivas de Imprensa do Centro de Eventos. O Portal A12 fará transmissão ao vivo pelo Youtube no endereço: https://www.youtube.com/user/canalportala12

 

Participarão da entrevista o arcebispo  de Mariana (MG), dom Geraldo Lyrio Rocha; bispo auxiliar de São Luís do Maranhão (MA), dom Esmeraldo Barreto de Farias e o cardeal Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo (SP). Os bispos abordarão os temas: iniciação à vida cristão, programação e objetivos da 55ª Assembleia Geral da CNBB.

Publicado em: 26/04/2017 – 11:30
Créditos: Redação com A12
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II Encontro de Assessores da Pascom está com inscrições abertas

Os coordenadores e assessores da Pastoral da Comunicação das arquidioceses e dioceses do Regional Sul 1 conta mais uma vez com o Encontro com a coordenação estadual da Pascom que será realizado no próximo dia 6 de maio, em Limeira, SP, e terá como tema:” Não tenhas medo, que Eu estou contigo” (Is 43, 5). Comunicar esperança e confiança, no nosso tempo”.

Estão abertas as inscrições, até o dia 28 de abril, para participação no II Encontro de Coordenadores e Assessores da Pascom. O evento, que contou com sua primeira edição em 2016 faz parte do calendário regional da Pascom.

O encontro tem como objetivo principal fortalecer a atuação da Pascom, melhorando a sua articulação e, assim avançar na missão pastoral.

As inscrições serão exclusivamente por meio eletrônico, no endereço: http://diocesedelimeira.org.br/publicacoes_detalhe.php?codigo=407 .  Na ficha de inscrição on-line, o participante deverá indicar a diocese que representa.

Para efetivar a inscrição, será necessário que os participantes, preencham o formulário. O pagamento deverá ser efetuado no local do evento, no momento da chegada.

Participe!

Dúvidas, mais informações ou problemas com a inscrição, enviar e-mail para:  pascomsul1@gmail.com

Local do evento : Centro Diocesano de Limeira (CDL), localizado na rodovia João Tosello, KM 103 – Limeira – SP. –  Informações: (19) 3442-6147 / (19) 9.8101-1034

 

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A BALEIA AZUL E A SÉRIE “13 REASONS WHY”: Como Curar essa Cultura Suicida com a Cultura do Encontro?

bestseller “Thirteen Reasons Why” é um romance de Jay Asher [1975 – Califórnia]  publicado em 2007. No Brasil, foi traduzido com o título “Os 13 porquês”. Em 2011 a obra atingiu o primeiro lugar de vendas declarado pelo New York Times, e hoje conta com um sucesso de  mais de dois milhões de cópias vendidas em 35 países desde o dia de seu lançamento. De gênero fictício juvenil, Os 13 porquês, dez anos após seu lançamento ganha a atenção do público com sua versão cinematográfica lançada neste ano pela Netflix dirigido pela Selena Gomez numa temporada de 13 episódios: 13 Reasons Why [omelete.uol.com.br].

Alertando o leitor de spoilers, a série da Netflix conta a história de Hannah Baker [Katheriine Langford] que se suicida aos 17 anos. O suspense da trama concentra-se em Clay Jensen [Dylan Minnette]: um jovem que mantém uma paixão platônica por Hannah e que nunca teve coragem de se declarar. Após a morte de Hannah, Clay recebe dela uma caixa misteriosa guardando 13 fitas cassete que ela própria gravou. Hannah, decidiu relatar nessas fitas os 13 porquês que respondem o motivo de seu suicídio, ou seja, as razões que a levou a tirar a própria vida. “Talvez eu nunca saiba por que vocês fizeram o que fizeram. Mas eu posso fazê-los sentir como foi” [by Hannah, 1º episódio].

Entre os motivos que levou a personagem Hannah cometer suicídio, destacamos: o machismo, o bullying escolar, o estupro, a homofobia… Hannah desenvolve uma profunda depressão… na história percebe-se que é completamente abandonada pela família, o apoio da escola é omisso, os amigos são praticamente inexistentes. Hannah é uma jovem tristemente doente, sem saber onde procurar ajuda; inclusive, ao procurar a ajuda com o Conselheiro Escolar, o único adulto à qual Hannah se aproxima, ele diz que “não tem como ajudá-la se ele não souber o que está acontecendo”. Hannah sente-se mais uma vez rejeitada. Segundo Gomez, Hannah retrata “pessoas que estão sofrendo e que merecem ser escutadas”. A série ainda apresenta a mãe de Hannah [Kate Walsh], que, “acorda para vida” quando já é tarde demais. Na série é uma personagem que sofre profundamente a dor de perder uma filha mesmo sem estar ciente do que aconteceu.

O sucesso da série dá-se pelo fato da vida dos personagens encontrarem tanta referência em nosso cotidiano. Como sabemos, não é muito difícil encontrar pessoas, jovens como a Hannah que sofrem todos esses males que ela sofreu. Lidamos hoje com um alto número de jovens imersos numa depressão causada pela rejeição, abandono, jovens sem esperança de viver, sem perspectivas de vida. Desesperados, cheios de problemas, pressões da família, da faculdade, do trabalho, falta de atenção, carinho e cuidado, falta de credibilidade…, entregam-se a uma cultura suicida como é o caso do jogo “Baleia Azul”. O “Blue Whale”, como é conhecido este jogo despertou recentemente um alerta. A notícia que tivemos é que jovens estão cometendo suicídio ao se comprometerem na realização das regras de tal jogo.

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Desconhecemos a origem desse mal, alguns sites afirmam que é criação norte-americana, mas encontramos também indícios de que o Blue Whale tem sua origem na Rússia. Isso para nós é o que menos importa. O que precisamos entender é que nenhum ser humano de bem, cristão, defensor da vida e propagador da paz  jamais plantaria no mundo uma semente suicida levando nossos irmãos a promoverem uma verdadeira cultura de morte.

Se esta cultura pode contagiar nossos jovens, a cultura do encontro também pode tocar os corações deles. É preciso gastar tempo para encontrarmos nossos amigos, nossos filhos, a família. É preciso educar para o encontro, para o amor, para a amizade. Utilizo-me das palavras de uma psicopedagoga que diz que “hoje estamos perdendo nossos filhos dentro dos próprios quartos. Não estamos mais perdendo eles vítimas de bala perdida; de sequestro à mão armada; nas drogas da Cracolândia… Estamos perdendo eles dentro de nossas casas, nos quartos, imersos à droga da indiferença, do desamor, da desatenção…, e essa droga também mata!” [Via WhatsApp: Cassiana Tardivo].

Nós somos vítimas da Baleia Azul! Nós não a colocamos dentro de casa, mas abrimos a porta para ela no instante em que deixamos nossas crianças fecharem as portas dos quartos. Paramos de conversar, de brincar com eles. Deixamos de conversar com nossos amigos, bloqueamos pessoas no Facebook e no WhatsApp porque elas nos chatearam ou magoaram. Postamos em nossas contas das Redes Sociais sentimentalismos angustiantes, depressivos, em nível alto de carência afetiva no qual, talvez, responda o que Spadaro questiona: “por que, então, milhões de pessoas compartilham minuto a minuto a própria vida, realizando o que é definido como ‘intimidade digital’? […] A Rede é ‘virtuosa’ quando não é vista como substituto alienante da realidade, mas sim rica de potencialidades à vida atual, real; também à vida de relações” [2013].

Papa Francisco, em seu pontificado tem nos alertado a trabalhar por uma cultura do encontro, diz ele: “com frequência as pessoas cruzam-se, mas não se encontram. Cada um pensa em si mesmo; olha, mas não vê; ouve, mas não escuta. O encontro é outra coisa, é aquilo que o Evangelho nos anuncia: um encontro; um encontro entre um homem e uma mulher, entre um filho único vivo e um filho único morto; entre uma multidão feliz, porque encontrou Jesus e o segue, e um grupo de pessoas, chorando, que acompanha aquela mulher [Lc 7,11-16], que saía de uma porta da cidade; encontro entre aquela porta de saída e a porta de entrada. O redil. Um encontro que nos faz refletir sobre o modo de encontrarmos entre nós”. […] Nós “estamos habituados à cultura da indiferença e temos que trabalhar e pedir a graça de fazer a cultura do encontro” que “restitui a todas as pessoas a própria dignidade de filhos de Deus”.

O pontífice ainda completa: “À mesa, em família, quantas vezes se come, se vê TV ou se escreve mensagens no celular. Todos são indiferentes a este encontro. Até no fulcro da sociedade, que é a família, não existe encontro. Que isto nos ajude a trabalhar por esta cultura do encontro, tão simplesmente como o fez Jesus. Não olhar apenas, mas ver; não ouvir apenas, mas escutar; não só cruzar com os outros, mas parar. Não dizer apenas: que pena, pobres pessoas, mas deixar-se levar pela compaixão. E depois, aproximar-se, tocar e dizer do modo mais espontâneo no momento, na linguagem do coração: Não chore. E dar pelo menos uma gota de vida”. Não bastam panfletos de “gentileza gera gentileza”, se não nos permitimos tocar, aproximar, compadecermo-nos pelo outro, pelo irmão que sofre. Se somos comunicadores, que em nossos microfones possam ressoar a Alegria do Evangelho, a prática da caridade e da doação. Enquanto estivermos usando os microfones para condenar, a mutilação de crianças e jovens continuará entre nós! A Baleia Azul encontrará muitos porquês para “nadar” no oceano da sociedade que vivemos.

Não devemos ficar indiferentes a esta cultura de morte que se semeia no meio de nós assim como o inimigo semeia o joio em meio à lavoura de trigo. Nós, cristãos, homens e mulheres de bem, educadores, psicopedagogos, religiosos, comunicadores, profissionais nas mais diversas áreas em que atuamos, temos de acabar com a indiferença, não cultivar o ódio e erradicar toda esta cultura de morte. Que possamos anunciar a alegria, a paz, o sorriso entre nós, nas nossas casas. “As pessoas se encontram quando há uma verdadeira disponibilidade do coração, da mente, da pessoa na sua globalidade a acolher o outro, a entendê-lo e a acolhê-lo, acreditando que com o encontro se enriquece mutuamente, que se torna melhores e mais ricos de valores espirituais – e também eventualmente religiosos – do que antes de encontrar-se” [Pe. Federico Lombardi].

Frt. Dione Afonso, SDN

dafonsohp@outlook.com

Original Post Author: DIONE AFONSO

Post Date: 2017-04-21 09:42:38 Post Date (GMT): 0000-00-00 00:00:00

Post Title: A BALEIA AZUL E A SÉRIE “13 REASONS WHY”: COMO CURAR ESSA CULTURA SUICIDA COM A CULTURA DO ENCONTRO? Post Category: Comunicação, Formação, Geral, PASCOM Post Tags: Post Excerpt:   O bestseller “Thirteen Reasons Why” é um romance de Jay Asher [1975 – Califórnia]  publicado em 2007. No Brasil, foi traduzido com o título “Os 13 porquês”. Em 2011 a obra atingiu o primeiro lugar de vendas declarado pelo New York Times, e hoje conta com um sucesso de mais de dois milhões de cópias… Post Status: pending Comment Status: open Ping Status: open Post Password: Post Name: To Ping: Pinged: Post Modified: 2017-04-21 09:42:38 Post Modified (GMT): 2017-04-21 12:42:38 Post Content Filtered: Post Parent: 0 GUID: http://conexaoviaevangelho.com/?p=1796 Menu Order: 0 Post Type: post Post MIME Type: Comment Count: 0

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Reflexão sobre o tema do 51º Dia Mundial das Comunicações Sociais, 2017 – “Não tenhas medo, que Eu estou contigo” (Is 43, 5)

“Não tenhas medo, que Eu estou contigo” [Is 43,5]. Na dor e sofrimento de um povo oprimido, escravo e mutilado, a voz do profeta urge como uma esperança que ilumina a vida de todos, comunicando, confiante de que Deus não os abandonará. A Sua Aliança é eterna como o seu amor, e Ele há de libertá-lo e reuni-lo.

A promessa confiante do profeta Isaías também deve se fazer ressoar hoje. Ao celebrar o 51º Dia Mundial dedicado aos Meios de Comunicação Social Papa Francisco nos convida a comunicar esperança e confiança em nosso tempo. “Gostaria que esta mensagem pudesse chegar
como um encorajamento a todos aqueles que diariamente, seja no âmbito profissional seja nas relações pessoais, ‘moem’ tantas informações para oferecer um pão fragrante e bom a quantos se alimentam dos frutos da sua comunicação. A todos quero exortar a uma comunicação construtiva, que, rejeitando os preconceitos contra o outro, promova uma cultura do encontro por meio da qual se possa aprender a olhar, com convicta confiança, a realidade”.

O centro da mensagem deste ano é o encorajamento a todos os homens de bem que, estando cientes de que sempre em meio ao trigo haverá a semente do joio, somos nós quem escolhemos o que vamos “moer” para o nosso alimento. Por isso o exortar para a confiança: “queria que todos – deseja o papa – procurássemos ultrapassar aquele sentimento de mau humor e resignação que muitas vezes se apodera de nós […]. Num sistema comunicador onde vigora a lógica de que uma notícia boa não desperta a atenção, e, por conseguinte não é uma notícia, e onde o drama do sofrimento e o mistério do mal facilmente são elevados a espetáculo, podemos ser tentados a anestesiar a consciência ou cair no desespero”.

E, somos convidados a apontar caminhos de esperança: assumir posturas diante das inúmeras informações que “moemos”, que vamos deixando penetrar em nossas identidades, ações e em nossa consciência. O caminho de esperança é saber para onde olhar, ‘mudar as lentes de nossos óculos” diante da diversidade dessa realidade. E, o Papa afirma: “para nós, cristãos, os óculos adequados para decifrar a realidade só podem ser os da Boa Notícia: partir da Boa Notícia por excelência, ou seja, o ‘Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus’ [Mc 1, 1]. […] Mais do que uma informação sobre Jesus, a boa notícia é o próprio Jesus”.

Nossas comunidades precisam reconhecer as “boas notícias” veiculadas nos Meios de Comunicação, fazer que elas ressoem por toda a parte. Parece-nos que precisamos de uma conversão também digital, os Meios de Comunicação Social precisam se convertem em sementes de trigo que, “levedam toda a massa” e anunciam o Reino de Vida abundante. Se as notícias de morte germinam e se implantam no coração humano, as notícias de vida também podem encantar-nos e encontrar eco nos microfones postos à disposição de tantos profetas de hoje que são verdadeiros missionários, seja no altar, seja nas ruas…

Que possamos em nossas PasCom’s, ajudar nossos fieis, nossos agentes de pastoral a limpar, desembaçar os óculos dessa Boa Nova que norteia nossa vida e nos dá esperança e alegria. Que possamos, com a Semente da Boa Nova do Reino, sem medo, lançá-la na terra para que, confiantes no Espírito, “que semeia em nós os desejos do Reino” assumamos a missão de sermos comunicadores do amor em nosso tempo. Que nossos jovens não se iludam com a realidade virtual e não cedam à ilusão de uma dupla vida identitária, porque isso fragmenta a pessoa. Que, nossos jovens, motivados pelo progresso da tecnologia, possam, em meio ao joio, colher o trigo da Eucaristia que os alimenta para a Vida em Cristo, Filho de Deus e Senhor Nosso!

 

Frt. Dione Afonso, SDN

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TV Aparecida tem novidades no ar a partir do dia 17 de abril

 

Uma programação novinha para você está chegando na TV Aparecida a partir de hoje, dia 17 de abril. Novos horários e novas atrações para que os telespectadores tenham em sua casa, apresentações ampliadas em vários temas que interessem a toda a família.

Norteada pelas celebrações religiosas no Santuário Nacional e a oração cotidiana do Terço, a TV abre a sua programação para mais informação e mais entretenimento.

Entre os destaques está o programa Manhã Leve com informações sobre comportamento, qualidade de vida e bem-estar.

Prepare-se para este novo momento da TV Aparecida, embalado por novas cores na sua televisão.

Veja os novos horários na parte da manhã: 

– Terço de Aparecida com Pe. Antônio Maria, às 7h (segunda a sexta-feira)
– Bem-Vindo Romeiro, às 7h30 (segunda a sexta-feira)
– Missa de Aparecida, às 9h (segunda-feira a sábado)
– Manhã Leve com Maria Cândida, às 10h (segunda a sexta-feira) 

Uma das principais atrações de 2017, a novela “A Padroeira” será exibida em dois horários. Conteúdo licenciado da TV Globo, a novela relembra o encontro da Imagem de Nossa Senhora Aparecida no Rio Paraíba do Sul.

O conteúdo jornalístico também estará em destaque por meio do programa Arquivo A trazendo reportagens externas com apresentação de Eduardo Miranda. O programa Pet & Cia, apresentado por Bebel Ambrósio, é voltado para os cuidados com os animais de estimação. E de volta, o programa Bênção da Noite será aquele momento especial de oração para o fim do dia com a apresentação de Ir. Viveiros e Jéssica Fernandes.

Sintonize a TV Aparecida pelas antenas parabólicas, canais abertos e sinal digital e assista a nova programação.

Veja como fica a programação a noite:

– Missa de Aparecida (Matriz-Basílica), às 18h (segunda a sexta-feira)      
– Novela A Padroeira, às 19h (segunda-feira a sábado) 
– Bênção da Noite, às 20h (quinta-feira) 
– Arquivo A, às 21h30 (quinta-feira) 
– Pet & Cia, às 22h (segunda-feira) 
– Novela A Padroeira, às 22h30 

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Por que hoje a Igreja Católica celebra a “Segunda-feira do Anjo”?

As três Marias no Sepulcro / Pintura de Peter von Cornelius (1783-1867)

Hoje, Segunda-feira da Páscoa, a Igreja celebra a chamada “Segunda-feira do Anjo”, que recebe este nome porque foi precisamente um anjo que, no sepulcro, anunciou às mulheres que Jesus tinha ressuscitado.

A Rádio Vaticano recorda a explicação dada por São João Paulo II em 1994.

“Por que se chama assim?”, perguntou o Pontífice, colocando em evidência a necessidade de destacar a figura daquele anjo, que disse das profundezas do sepulcro: “Ele ressuscitou”.

Estas palavras “eram muito difíceis de pronunciar, de expressar, para uma pessoa. Além disso, as mulheres que foram ao sepulcro, o encontraram vazio, mas não puderam dizer ‘ressuscitou’; só afirmaram que o sepulcro estava vazio. Mas o anjo disse: ‘Ele não está aqui, ressuscitou’”.

Assim narra o Evangelho de Mateus: “Mas o anjo, respondendo, disse às mulheres: Não tenhais medo; pois eu sei que buscais a Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia. Ide pois, imediatamente, e dizei aos seus discípulos que já ressuscitou dentre os mortos. E eis que ele vai adiante de vós para a Galileia; ali o vereis. Eis que os disse”. (Mt 28, 5-7)

Os anjos são servidores e mensageiros de Deus. Como criaturas puramente espirituais, têm inteligência e vontade: são criaturas pessoais e imortais. Superam a perfeição de todas as criaturas visíveis.

O resplendor da sua glória testemunha isso: Cristo é o centro do mundo dos anjos e estes lhe pertencem, ainda mais, porque os tornou mensageiros do seu plano de salvação.

A partir de hoje, até o final da Páscoa no dia de Pentecostes, se reza a oração do Regina Coeli em vez da Oração do Ângelus.

O Sumo Pontífice Emérito Bento XVI, em 2009, assinalou que o “Alegrai-vos” Maria pronunciado pelo anjo é um convite à alegria: “Gaude et laetare, Virgem Maria, aleluia, quia Surrexit Dominus vere, aleluia”, “Alegrai-vos e exultai, Virgem Maria, aleluia, pois o Senhor ressuscitou verdadeiramente, aleluia”.

http://www.acidigital.com/noticias/por-que-hoje-a-igreja-catolica-celebra-a-segunda-feira-do-anjo-57785/

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O que é a Oitava de Páscoa?

No domingo de Ressurreição começa os cinquenta dias do tempo pascal e termina com a Solenidade de Pentecostes.

A Oitava de Páscoa é a primeira semana destes cinquenta dias; é considerada como se fosse um só dia, ou seja, o júbilo do Domingo de Páscoa é prolongado durante oito dias.

As leituras evangélicas estão centralizadas nos relatos das aparições de Cristo Ressuscitado e nas experiências que os apóstolos tiveram com Ele.

Neste tempo litúrgico, a primeira leitura, normalmente tirada do Antigo Testamento, é trocada por uma leitura dos Atos dos Apóstolos.

O segundo Domingo de Páscoa também é chamado Domingo da Divina Misericórdia, segundo a disposição de São João Paulo II durante seu pontificado, depois da canonização da sua compatriota Faustina Kowalska.

O decreto foi emitido no dia 23 de maio do 2000 pela Sagrada Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, detalhando que esta seria comemorada no segundo domingo de Páscoa. A denominação oficial deste dia litúrgico será “segundo domingo de Páscoa ou Domingo da Divina Misericórdia”.

Etiquetas: Páscoa, Oitava de Páscoa, Domingo da Ressurreição, Domingo de Páscoa, Ressurreição de Cristo

http://www.acidigital.com/noticias/o-que-e-a-oitava-de-pascoa-52566/

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No Sábado Santo, esperamos com Maria.

Hoje é Sábado Santo, dia de espera. Jesus está no sepulcro e Maria é quem acompanha a Igreja.

Maria é a mãe da paciente espera, embora esteja sofrendo pela morte de seu Filho. Ela foi a única que manteve viva a chama da fé quando Cristo foi sepultado.

Muitos seguidores de Jesus ficaram desiludidos, pois acreditavam que Ele seria o Grande Messias de Israel. Eles esperavam um guerreiro que os libertasse do domínio romano com punho de ferro e um exército numeroso.

Entretanto, quando viram que Cristo deixou que o crucificassem e morreu, ficaram tristes e desiludidos. “Jesus fracassou, voltemos para nosso trabalho ordinário”, disseram os discípulos de Emaús. Os apóstolos também estavam com medo e ficaram escondidos.

Inclusive as mulheres que estiveram ao pé da Cruz, foram embalsamar o corpo do Senhor porque estava morto. Elas não haviam acreditado na ressurreição de Cristo e, quando encontraram o sepulcro vazio, ficaram surpresas. Sem entender porque o corpo de Jesus não estava lá, começaram a duvidar do que Ele lhes havia dito sobre a ressurreição. Ao aparecer o anjo, uma delas pergunta: Para onde levaram o Senhor? Somente quando Cristo lhes aparece, acreditam.

Maria, muito pelo contrário, não foi ao sepulcro, pois tinha acolhido a palavra de Deus em seu coração. E por ser uma mulher de fé profunda, havia acreditado. Portanto, Ela não estava desiludida, nem assustada e desconfiada. Mas esperava plenamente a ressurreição do seu Filho.

Apesar de ter vivido toda a dor do dia anterior, sua fé e sua esperança são muito maiores. Permaneceu firme ao pé da cruz, embora profundamente dolorida. Nesses momentos, a única coisa que a sustentou foi a sua fé e também a esperança de que se cumpririam as promessas de Deus.

Acompanhe também nosso recurso sobre a Semana Santa: http://www.acidigital.com/fiestas/semanasanta/

Etiquetas: Sábado Santo, Maria, Virgem Maria, Nossa Senhora, Semana Santa, Tríduo Pascal, Vigília Pascal, Ressurreição, Paixão do Senhor

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Subsídio para o dia das Comunicações Sociais já está disponível para download

Pope Francis is framed in a smartphone as he greets journalists on board the flight to Nairobi, Kenya, Wednesday, Nov. 25, 2015. Pope Francis is traveling to Africa for a six-day visit that is taking him to Kenya, Uganda and the Central African Republic. (AP Photo/Andrew Medichini)

O subsídio traz a mensagem do papa Francisco para celebrar o Dia das Comunicações, além de sugestões litúrgicas para Missas.

A Pastoral da Comunicação do Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) do estado de São Paulo, disponibiliza, o subsídio com a mensagem do papa Francisco para o 51º Dia Mundial das Comunicações Sociais, no próximo 28 de maio. O tema proposto para este ano é “’Não tenhas medo, que Eu estou contigo’ (Is 43, 5). Comunicar esperança e confiança, no nosso tempo”.

O MATERIAL COMPLETO DE SUBSIDIO PARA O DIA VOCÊ PODE BAIXAR CLICANDO AQUI

O 51º Dia Mundial das Comunicações Sociais será celebrado no dia 28 de maio, no domingo da Festa da Ascensão do Senhor. Para auxiliar na reflexão e vivência da data, oferecemos este subsídio com a mensagem do Papa Francisco, uma explicação e também a sugestão de um guia litúrgico. O tema deste ano é “’Não tenhas medo, que Eu estou contigo’ (Is 43, 5). Comunicar esperança e confiança, no nosso tempo”.

O Dia Mundial das Comunicações Sociais, instituído pelo Concílio Vaticano II, por meio do Decreto Inter Mirifica (Entre as admiráveis invenções da técnica), é celebrado em muitos países, sob a recomendação dos bispos, entre a Ascenção e Pentecostes. No Brasil, a celebração coincide com a Festa da Ascensão porque esta Solenidade é celebrada no domingo.

Vivamos bem o 51º. Dia Mundial das Comunicações Sociais em nossas comunidades diocesanas e paroquiais! Que Nossa Senhora da Comunicação, e de todos os santos e santas de Deus, intercedam pelos nossos trabalho.

Dom Vilson Dias de Oliveira, DC

Bispo Diocesano de Limeira
Referencial da Pastoral da Comunicação do Regional Sul 1 da CNBB.

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Aborto: nova nota de condenação da CNBB

“O aborto jamais pode ser considerado um direito da mulher ou do homem, sobre a vida do nascituro”, afirmam os bispos.

Na tarde desta terça-feira, a presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitiu Nota Oficial “Pela vida, contra o aborto”. Os bispos reafirmam posição firme e clara da Igreja “em defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural” e, desse modo lembra condenam “todas e quaisquer iniciativas que pretendam legalizar o aborto no Brasil”.

“O direito à vida permanece, na sua totalidade, para o idoso fragilizado, para o doente em fase terminal, para a pessoa com deficiência, para a criança que acaba de nascer e também para aquela que ainda não nasceu”, sublinham os bispos.

Os bispos ainda lembram que “o respeito à vida e à dignidade das mulheres deve ser promovido, para superar a violência e a discriminação por elas sofridas. A Igreja quer acolher com misericórdia e prestar assistência pastoral às mulheres que sofreram a triste experiência do aborto”.  E afirmam: “A sociedade é devedora da mulher, particularmente quando ela exerce a maternidade”.

Atitudes antidemocráticas

Na Nota, os bispos afirmam: “Neste tempo de grave crise política e econômica, a CNBB tem se empenhado na defesa dos mais vulneráveis da sociedade, particularmente dos empobrecidos. A vida do nascituro está entre as mais indefesas e necessitadas de proteção. Com o mesmo ímpeto e compromisso ético-cristão, repudiamos atitudes antidemocráticas que, atropelando o Congresso Nacional, exigem do Supremo Tribunal Federal-STF uma função que não lhe cabe, que é legislar”.

A CNBB pede: “O Projeto de Lei 478/2007 – “Estatuto do Nascituro”, em tramitação no Congresso Nacional, que garante o direito à vida desde a concepção, deve ser urgentemente apreciado, aprovado e aplicado”. E conclama: as “comunidades a unirem-se em oração e a se mobilizarem, promovendo atividades pelo respeito da dignidade integral da vida humana”.

 

Leia a Nota:

CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL

Presidência

 

 

NOTA DA CNBB

PELA VIDA, CONTRA O ABORTO

 

“Não matarás, mediante o aborto, o fruto do seu seio”

(Didaquê, século I)

 

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, através da sua Presidência, reitera sua posição em defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural . Condena, assim, todas e quaisquer iniciativas que pretendam legalizar o aborto no Brasil.

O direito à vida é incondicional. Deve ser respeitado e defendido, em qualquer etapa ou condição em que se encontre a pessoa humana. O direito à vida permanece, na sua totalidade, para o idoso fragilizado, para o doente em fase terminal, para a pessoa com deficiência, para a criança que acaba de nascer e também para aquela que ainda não nasceu. Na realidade, desde quando o óvulo é fecundado, encontra-se inaugurada uma nova vida, que não é nem a do pai, nem a da mãe, mas a de um novo ser humano. Contém em si a singularidade e o dinamismo da pessoa humana: um ser que recebe a tarefa de vir-a-ser. Ele não viria jamais a tornar-se humano, se não o fosse desde início . Esta verdade é de caráter antropológico, ético e científico. Não se restringe à argumentação de cunho teológico ou religioso.

A defesa incondicional da vida, fundamentada na razão e na natureza da pessoa humana, encontra o seu sentido mais profundo e a sua comprovação à luz da fé. A tradição judaico-cristã defende incondicionalmente a vida humana. A sapiência  e o arcabouço moral  do Povo Eleito, com relação à vida, encontram sua plenitude em Jesus Cristo . As primeiras comunidades cristãs e a Tradição da Igreja consolidaram esses valores . O Concílio Vaticano II assim sintetiza a postura cristã, transmitida pela Igreja, ao longo dos séculos, e proclamada ao nosso tempo: “A vida deve ser defendida com extremos cuidados, desde a concepção: o aborto e o infanticídio são crimes abomináveis” .

O respeito à vida e à dignidade das mulheres deve ser promovido, para superar a violência e a discriminação por elas sofridas. A Igreja quer acolher com misericórdia e prestar assistência pastoral às mulheres que sofreram a triste experiência do aborto. O aborto jamais pode ser considerado um direito da mulher ou do homem, sobre a vida do nascituro. A ninguém pode ser dado o direito de eliminar outra pessoa. A sociedade é devedora da mulher, particularmente quando ela exerce a maternidade. O Papa Francisco afirma que “as mães são o antídoto mais forte para a propagação do individualismo egoísta. ‘Indivíduo’ quer dizer ‘que não se pode dividir’. As mães, em vez disso, se ‘dividem’ a partir de quando hospedam um filho para dá-lo ao mundo e fazê-lo crescer” .

Neste tempo de grave crise política e econômica, a CNBB tem se empenhado na defesa dos mais vulneráveis da sociedade, particularmente dos empobrecidos. A vida do nascituro está entre as mais indefesas e necessitadas de proteção. Com o mesmo ímpeto e compromisso ético-cristão, repudiamos atitudes antidemocráticas que, atropelando o Congresso Nacional, exigem do Supremo Tribunal Federal-STF uma função que não lhe cabe, que é legislar.

O direito à vida é o mais fundamental dos direitos e, por isso, mais do que qualquer outro, deve ser protegido. Ele é um direito intrínseco à condição humana e não uma concessão do Estado. Os Poderes da República têm obrigação de garanti-lo e defendê-lo. O Projeto de Lei 478/2007 – “Estatuto do Nascituro”, em tramitação no Congresso Nacional, que garante o direito à vida desde a concepção, deve ser urgentemente apreciado, aprovado e aplicado.

Não compete a nenhuma autoridade pública reconhecer seletivamente o direito à vida, assegurando-o a alguns e negando-o a outros. Essa discriminação é iníqua e excludente; “causa horror só o pensar que haja crianças que não poderão jamais ver a luz, vítimas do aborto” . São imorais leis que imponham aos profissionais da saúde a obrigação de agir contra a sua consciência, cooperando, direta ou indiretamente, na prática do aborto.

É um grave equívoco pretender resolver problemas, como o das precárias condições sanitárias, através da descriminalização do aborto. Urge combater as causas do aborto, através da implementação e do aprimoramento de políticas públicas que atendam eficazmente as mulheres, nos campos da saúde, segurança, educação sexual, entre outros, especialmente nas localidades mais pobres do Brasil. Espera-se do Estado maior investimento e atuação eficaz no cuidado das gestantes e das crianças. É preciso assegurar às mulheres pobres o direito de ter seus filhos. Ao invés de aborto seguro, o Sistema Público de Saúde deve garantir o direito ao parto seguro e à saúde das mães e de seus filhos.

Conclamamos nossas comunidades a unirem-se em oração e a se mobilizarem, promovendo atividades pelo respeito da dignidade integral da vida humana.

Neste Ano Mariano Nacional, confiamos a Maria, Mãe de Jesus, o povo brasileiro, pedindo as bênçãos de Deus para as nossas famílias, especialmente para as mães e os nascituros.

 

Brasília-DF, 11 de abril de 2017.

 

 

 

Cardeal Sergio da Rocha

Arcebispo de Brasília

Presidente da CNBB

 

             Dom Murilo S. R. Krieger, SCJ

Arcebispo de São Salvador

Vice-Presidente da CNBB

 

Dom Leonardo U. Steiner, OFM

Bispo Auxiliar de Brasília

Secretário-Geral da CNBB