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No Sábado Santo, esperamos com Maria.

Hoje é Sábado Santo, dia de espera. Jesus está no sepulcro e Maria é quem acompanha a Igreja.

Maria é a mãe da paciente espera, embora esteja sofrendo pela morte de seu Filho. Ela foi a única que manteve viva a chama da fé quando Cristo foi sepultado.

Muitos seguidores de Jesus ficaram desiludidos, pois acreditavam que Ele seria o Grande Messias de Israel. Eles esperavam um guerreiro que os libertasse do domínio romano com punho de ferro e um exército numeroso.

Entretanto, quando viram que Cristo deixou que o crucificassem e morreu, ficaram tristes e desiludidos. “Jesus fracassou, voltemos para nosso trabalho ordinário”, disseram os discípulos de Emaús. Os apóstolos também estavam com medo e ficaram escondidos.

Inclusive as mulheres que estiveram ao pé da Cruz, foram embalsamar o corpo do Senhor porque estava morto. Elas não haviam acreditado na ressurreição de Cristo e, quando encontraram o sepulcro vazio, ficaram surpresas. Sem entender porque o corpo de Jesus não estava lá, começaram a duvidar do que Ele lhes havia dito sobre a ressurreição. Ao aparecer o anjo, uma delas pergunta: Para onde levaram o Senhor? Somente quando Cristo lhes aparece, acreditam.

Maria, muito pelo contrário, não foi ao sepulcro, pois tinha acolhido a palavra de Deus em seu coração. E por ser uma mulher de fé profunda, havia acreditado. Portanto, Ela não estava desiludida, nem assustada e desconfiada. Mas esperava plenamente a ressurreição do seu Filho.

Apesar de ter vivido toda a dor do dia anterior, sua fé e sua esperança são muito maiores. Permaneceu firme ao pé da cruz, embora profundamente dolorida. Nesses momentos, a única coisa que a sustentou foi a sua fé e também a esperança de que se cumpririam as promessas de Deus.

Acompanhe também nosso recurso sobre a Semana Santa: http://www.acidigital.com/fiestas/semanasanta/

Etiquetas: Sábado Santo, Maria, Virgem Maria, Nossa Senhora, Semana Santa, Tríduo Pascal, Vigília Pascal, Ressurreição, Paixão do Senhor

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Edições CNBB disponibiliza cifras e partituras para a CF 2017

Material para auxiliar músicos das comunidades poderá ser baixado gratuitamente 
As cifras e partituras dos cantos da Campanha da Fraternidade 2017 (CF 2017) e da Quaresma deste ano estão disponíveis gratuitamente no site da editora Edições CNBB. Os interessados poderão fazer o download do arquivo com todas as músicas do CD cuja primeira música é o Hino Campanha da Fraternidade 2017, de autoria de padre José Antônio de Oliveira e Wanderson Freitas.
Campanha da Fraternidade 2017

A Campanha da Fraternidade deste ano propõe o tema ‘Fraternidade: Biomas brasileiros e a defesa da vida’ e o lema ‘Cultivar e guardar a criação (Gn2,15)’. O CD possui 24 faixas com o hino, três músicas inéditas relacionadas à temática da CF, os cantos para a Quaresma – Ano A e partes fixas da Missa, como ato penitencial, Santo, aclamações da Oração Eucarística, Eis o Mistério da Fé, Amém e Cordeiro de Deus. Todas as cifras estão disponíveis no arquivo PDF que poderá ser baixado no site da editora após cadastro. No encarte do CD estão impressas as partituras de cada música.
Cultivar e guardar a criação
A proposta da CF 2017 é dar ênfase à diversidade de cada bioma brasileiro e criar relações respeitosas com a vida e a cultura dos povos que neles habitam, especialmente à luz do Evangelho. É o que sustenta o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Leonardo Ulrich Steiner. Para ele, a depredação dos biomas é a manifestação da crise ecológica que pede uma profunda conversão interior. “Ao meditarmos e rezarmos os biomas e as pessoas que neles vivem sejamos conduzidos à vida nova”, afirma.
Ainda de acordo com Dom Leonardo, a Campanha deseja, antes de tudo, que o cristão seja um cultivador e guardador da obra criada. “Cultivar e guardar nasce da admiração! A beleza que toma o coração faz com que nos inclinemos com reverência diante da criação. A campanha deseja, antes de tudo, levar à admiração, para que todo o cristão seja um cultivador e guardador da obra criada. Tocados pela magnanimidade e bondade dos biomas, seremos conduzidos à conversão, isto é, cultivar e a guardar”, salienta.
Coleções de cantos da CF
No site da CNBB há uma coletânea de partituras dos hinos e alguns cantos de várias edições da Campanha da Fraternidade, desde 1966.
Acesse: materiais.edicoescnbb.com.br/cifras-campanha-da-fraternidade-2017
Fonte: CNBB

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Começa a Oitava de Natal: você sabe o que isso significa?

Presépio do Santuário Nacional de Aparecida

Entre os dias 25 de dezembro e 1º de janeiro a Igreja celebra a Oitava do Natal, ou seja, oito dias em que vive-se a exultação da grande Festa do Nascimento de Jesus. Uma grande parte dos católicos não sabe o que significa esse tempo especial de graças. Sobre esse tema, o A12 conversou com o padre Rafael Querobin, professor da Faculdade Dehoniana, em Taubaté (SP), que possui experiência na área de Teologia, com ênfase em Liturgia.

A Oitava de Natal está historicamente relacionada à Oitava da Páscoa. Padre Rafael explica que o Ano Litúrgico “é marcado por duas grandes celebrações”, a festa da Páscoa e a festa do Natal.

A festa da Páscoa surgiu primeiro, logo após a morte de Jesus, pelos primeiros cristãos “que passaram a se reunir para realizar o mandato do Senhor de celebrar em sua memória”, assinala o religioso. Já o Natal surgiu bem depois. A Igreja passou a celebrá-la oficialmente apenas no século IV.

:: O Natal passou. E agora?
:: Quais os dias santos do final de ano?

Dada a importância dessas celebrações para a Igreja surgiu então a Oitava de Páscoa e a Oitava de Natal, como um “tempo especial de graças” em que todos os fiéis podem vivenciar por mais dias, as bênçãos de Deus neste período.

Padre Rafael lembra que a semana tem sete dias e explica o motivo do nome “oitava”.

“A Oitava seria o prolongamento da celebração da Páscoa por uma semana. Bem sabemos que a semana é constituída por sete dias, mas porque então essa semana é chamada de Oitava? Segundo a tradição, a Oitava remete para o dia chamado ‘sem ocaso’, o dia sem fim. Se os dias temporais, a semana histórica é marcada por sete dias, este oitavo dia seria o dia da eternidade, o dia da plenitude”, destaca.

A Oitava de Natal exprime de forma especial “um aspecto do testemunho do mistério da Encarnação”, ou seja, nesse período “nos concentramos mais uma vez sobre o grande mistério de Deus que desceu do Céu para entrar na nossa carne” (cf. Papa emérito Bento XVI, 9 de janeiro de 2013).

Para comprender melhor esse mistério é preciso analisar as diversas celebrações desse período. Abaixo, padre Rafael explica cada uma das festas que ocorrem dentro da Oitava de Natal:

Santo EstevãoA festa de Santo Estevão, o primeiro mártir, no dia 26 de dezembro, recorda especialmente o testemunho do amor que perdoa dado por Estevão em seu martírio. Nele realizou-se de modo exemplar a figura do mártir imitador de Cristo. Ele contemplou a glória do Ressuscitado; proclamou a sua dignidade. Por isso, nós temos nele um aspecto do mistério da Encarnação de Cristo.

São João Evangelista Já no dia 27 de dezembro, nós celebramos São João apóstolo e evangelista, o discípulo que Jesus amava. Ele é considerado um grande teólogo que penetrou em profundidade o mistério do Verbo feito homem, cheio de amor e fidelidade. A liturgia desta festa sublinha a revelação da misteriosa profundidade do Verbo e a inteligência penetrante da Palavra que caracterizam os textos inspirados de São João.

Santos Inocentes Mártires No dia 28 de dezembro, celebramos os Santos Inocentes que deram testemunho de Cristo não com palavras, mas com seu sangue. Essa festa lembra-nos que o martírio é dom gratuito do Senhor. A liturgia recorda o valor do testemunho de vida que não pode estar separado da palavra por parte dos adultos.

A festa da Sagrada Família é celebrada no Domingo dentro da Oitava, caso a Oitava que termina no dia 1º de janeiro não caia no Domingo. Como neste ano o dia 1º de janeiro cai num Domingo, a festa da Sagrada Família foi transferida para o dia 30 de dezembro. Essa festa recorda que o mistério da Encarnação é um mistério de partilha. O Filho de Deus veio partilhar em tudo, exceto no pecado, a nossa condição humana.

Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus – 1º de janeiroPor fim, a Oitava é coroada com a Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus, que é seguramente a primeira festa de Maria no Ocidente. Nesse primeiro dia do ano civil, nós consagramos e oferecemos o novo ano a Deus através das mãos de Maria, mãe de Deus e nossa.

Aproveite a Oitava de Natal para continuar vivenciando as graças do nascimento do Menino Deus que se encarnou para salvar-nos, e prolongue os votos de Natal e os gestos de caridade e amor tão presentes nesse período.

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Fiéis brasileiros se preparam para fechamento da Porta Santa

Últimos dias para vivenciar o Jubileu do Ano da Misericórdia

Da redação

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Os católicos de todo o mundo vivenciam os últimos dias do Jubileu da Misericórdia, que será concluído pelo Papa Francisco no dia 20 de novembro, no Vaticano.

Aqui no Brasil, a Porta Santa, aberta em cada diocese, será fechada em datas diferentes. Nas principais arquidioceses será no dia 13 de novembro, em comunhão com o fechamento nas Basílicas papais de Roma: São João de Latrão, Santa Maria Maior e São Paulo Fora dos Muros.

Veja data do fechamento da Porta santa em algumas dioceses:

Brasília

No dia 13 de novembro a Porta Santa será fechada na Catedral Metropolitana de Brasília, às 10h30, em Missa Solene presidida pelo Arcebispo local, Dom Sergio da Rocha.

No Santuário Menino Jesus de Praga, em Brazlândia, a Celebração de fechamento do Jubileu será no dia 20, às 10h.

Dom Sérgio será criado cardeal no dia 19 de novembro, na véspera da conclusão do Ano Santo no Vaticano.

São Paulo

No dia 13, será o encerramento do Ano da Misericórdia em todas as Regiões Episcopais da arquidiocese. O Cardeal Odilo Pedro Scherer preside a Missa do encerramento do Jubileu na Catedral da Sé às 15h.

Rio de Janeiro

O arcebispo do Rio de Janeiro, Cardeal Orani João Tempesta, irá fechar a Porta Santa na Catedral de São Sebastião no sábado, 12, às 8h.

Já no dia 13, o Jubileu da Misericórdia será encerrado no Corcovado (às 12h), na Paróquia Coração Eucarístico (às 19h), na Igreja da Divina Misericórdia (às 19h30), na Basílica Nossa Senhora da Penha (às 16h), e no Santuário de Schoenstatt (às 10h). Na paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Santa Cruz, o fechamento foi no último domingo, 6.

Belo Horizonte

O arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, concluirá o Jubileu da Misericórdia na arquidiocese de Belo Horizonte no dia 20 de novembro. Ele presidirá a Santa Missa, às 15h, no canteiro de obras da Catedral Cristo Rei.

Também neste dia, a Porta Santa será fechada nos 11 santuários da arquidiocese, em horários diferenciados.

Salvador

A Porta da Misericórdia, localizada na Basílica Santuário Senhor Bom Jesus do Bonfim, será fechada no dia 13, às 6h, com Missa presidida pelo arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger.

No Santuário de Sant’Anna Galvão o encerramento do Ano Santo foi no último domingo, 6.

Canção Nova

No Santuário do Pai das Misericórdias, na Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP), o encerramento da Porta Santa será no dia 13, às 9h.

Fonte: http://noticias.cancaonova.com/brasil/fieis-brasileiros-se-preparam-para-fechamento-da-porta-santa/

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Papa envia mensagem a Cardeal Hummes, escolhido como seu enviado ao CEN2016

Cardeal Cláudio Hummes. Foto: Flickr CNBB

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Celebrada a Jornada Mundial de Oração pelas vocações

Cortesia CEPCOM

O Papa Francisco recordou na audiência geral do dia 13.04 sobre a celebração da Jornada Mundial de Oração pelas vocações. Exortou os fieis a pedirem a Cristo que envie sempre novos trabalhadores para o seu serviço.

Com o tema “A Igreja, mãe de vocações”, o Santo Padre diz que o dinamismo eclesial da vocação é um antídoto contra o veneno da indiferença e o individualismo.

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A importância da Oitava de Páscoa

He is RisenApós o domingo de Páscoa a Igreja vive o Tempo Pascal; são sete semanas em que celebra a presença de Jesus Cristo Ressuscitado entre os Apóstolos, dando-lhes as suas últimas instruções (At1,2). Quarenta dias depois da Ressurreição Jesus teve a sua Ascensão ao Céu, e ao final dos 49 dias enviou o Espírito Santo sobre a Igreja reunida no Cenáculo com a Virgem Maria. É o coroamento da Páscoa. O Espírito Santo dado à Igreja é o grande dom do Cristo glorioso.

O Tempo Pascal compreende esses cinquenta dias (em grego = “pentecostes”), vividos e celebrados “como um só dia”. Dizem as Normas Universais do Ano Litúrgico que: “os cinquenta dias entre o domingo da Ressurreição até o domingo de Pentecostes devem ser celebrados com alegria e júbilo, “como se fosse um único dia festivo”, como um grande domingo” (n. 22).

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