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21º Dia Mundial da Vida Consagrada: expressão de comunhão na sociedade

Reflexão e matéria da RV do Dom Jaime Spengler, OFM, arcebispo metropolitano de Porto Alegre, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB e Presidente do Regional Sul 3 da CNBB, neste 2 de fevereiro de 2017 quando se Celebra o 21º Dia Mundial da Vida Consagrada.

Vida Consagrada: expressão de comunhão na sociedade

2017-02-01 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – O nosso convidado no ‘Porta Aberta’, desta quarta-feira (1º/02), é o Arcebispo de Porto Alegre (RS), Dom Jaime Spengler, membro da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica.

Na conversa com Silvonei José eles nos fala sobre o significado do 21º Dia Mundial da Vida Consagrada que será celebrado pela Igreja na quinta-feira, 2 de fevereiro.

(MJ)

(from Vatican Radio)

Texto enviado pelo colaborador deste Blog Paulo Henrique Almeida, seminarista na Diocese de Anápolis/GO

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Quatro mil jovens em vigília com Dom Rino Fisichella pelos 35 da Comunidade Shalom

Dom Rino Fisichella. Foto: Comunidade Shalom
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Missas de envio

“Assim, Ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres”, (Efésios 4:11,12)

Não poderíamos, humildemente, deixar passar em branco o envio dos nossos queridíssimos comunicadores, que tanto contribuem e alegram o Conexão Via Evangelho. Agora a vocação deles segue formatando-os para a missão divina do sacerdócio.

Queridos Edson Victor e Dione Afonso, vocês estarão em nossas orações e eternamente em nossos corações.

Recebam todo o nosso carinho!

 

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Reis magos: o símbolo da Gratidão

Os reis magos que encontramos na narração bíblica de Mateus foram alvos de diversas interpretações. Como assim são reis? De onde? E o que significa ser um mago na bíblia? Joseph Ratzinger explora essas perguntas em seu livro sobre a infância de Jesus e depois diz: “Os sábios do oriente constituem um início, representam o encaminhar-se da humanidade para Cristo, inauguram uma procissão que percorre a história inteira”. E é uma procissão que vem, entre outras coisas, a agradecer tão grandioso dom que Deus nos concedeu em Jesus.

reis magos:: 10 motivos para agradecer a Deus ::

Ser agradecidos, ter um coração grato, é a resposta que damos ao reconhecer um dom que alguém nos fez, manifestando que o acolhemos como parte da nossa vida. Ninguém fica grato por receber algo que não lhe interesse, menos ainda se nem se percebe qualquer dom sendo feito. Na peregrinação dos Sábios do Oriente encontramos pessoas que perceberam em Jesus, mesmo que distante de suas terras, um dom de Deus. Os presentes que trouxeram, além dos símbolos que são sobre a identidade de Jesus, manifestam esse agradecimento, esse reconhecimento.

Também nós somos chamados a fazer parte dessa peregrinação dos magos. Em que sentido? Somos convidados pela fé e pela razão a aproximar-nos do mistério do Deus que se faz homem em Jesus. E encaminhando-nos até Ele, reconhecendo esse grande dom do Pai para a humanidade, também em nossos corações brotará a gratidão por poder participar de tão imenso presente.

Mas esse reconhecimento poderia parecer que parte de um esforço nosso, que devemos nos esforçar para ver em Jesus o Senhor. Não deixa de ser verdade que precisamos colocar todo nosso empenho nisso, mas sem nunca esquecer que a iniciativa é de Deus. De fato, a epifania que celebramos é a manifestação de Deus. É Ele que se revela para que possamos o encontrar e adorar. O nosso esforço é por reconhecer essa manifestação e somos sempre ajudados pela Graça de Deus, sem a qual não poderíamos fazer muito.

E o grande presente que Deus quer de nós, a nossa resposta de gratidão, é o nosso coração.

Jesus quer reinar em cada coração, mostrando a cada um o que é a vida em abundância que Ele veio mostrar. Os magos do Oriente trouxeram, antes dos presentes de ouro, incenso e mirra, um coração aberto ao mistério de Deus que se revelava naquele menino nascido em Belém. Sem essa abertura interior, não teriam saído de suas terras seguindo a Estrela que os guiou.

Temos muito a agradecer. E quanto mais nos abrirmos ao mistério que Jesus veio nos revelar, mais vamos descobrindo que o nosso agradecimento ainda é pequeno. Que nesses dias possamos olhar mais para o acontecimento do Natal e procurar descobrir nele os motivos mais profundos para sermos pessoas agradecidas com Deus pelo grande presente que nos deu em seu Filho Jesus.

irjoao

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Imagem em destaque: Blog Canção Nova

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Começa a Oitava de Natal: você sabe o que isso significa?

Presépio do Santuário Nacional de Aparecida

Entre os dias 25 de dezembro e 1º de janeiro a Igreja celebra a Oitava do Natal, ou seja, oito dias em que vive-se a exultação da grande Festa do Nascimento de Jesus. Uma grande parte dos católicos não sabe o que significa esse tempo especial de graças. Sobre esse tema, o A12 conversou com o padre Rafael Querobin, professor da Faculdade Dehoniana, em Taubaté (SP), que possui experiência na área de Teologia, com ênfase em Liturgia.

A Oitava de Natal está historicamente relacionada à Oitava da Páscoa. Padre Rafael explica que o Ano Litúrgico “é marcado por duas grandes celebrações”, a festa da Páscoa e a festa do Natal.

A festa da Páscoa surgiu primeiro, logo após a morte de Jesus, pelos primeiros cristãos “que passaram a se reunir para realizar o mandato do Senhor de celebrar em sua memória”, assinala o religioso. Já o Natal surgiu bem depois. A Igreja passou a celebrá-la oficialmente apenas no século IV.

:: O Natal passou. E agora?
:: Quais os dias santos do final de ano?

Dada a importância dessas celebrações para a Igreja surgiu então a Oitava de Páscoa e a Oitava de Natal, como um “tempo especial de graças” em que todos os fiéis podem vivenciar por mais dias, as bênçãos de Deus neste período.

Padre Rafael lembra que a semana tem sete dias e explica o motivo do nome “oitava”.

“A Oitava seria o prolongamento da celebração da Páscoa por uma semana. Bem sabemos que a semana é constituída por sete dias, mas porque então essa semana é chamada de Oitava? Segundo a tradição, a Oitava remete para o dia chamado ‘sem ocaso’, o dia sem fim. Se os dias temporais, a semana histórica é marcada por sete dias, este oitavo dia seria o dia da eternidade, o dia da plenitude”, destaca.

A Oitava de Natal exprime de forma especial “um aspecto do testemunho do mistério da Encarnação”, ou seja, nesse período “nos concentramos mais uma vez sobre o grande mistério de Deus que desceu do Céu para entrar na nossa carne” (cf. Papa emérito Bento XVI, 9 de janeiro de 2013).

Para comprender melhor esse mistério é preciso analisar as diversas celebrações desse período. Abaixo, padre Rafael explica cada uma das festas que ocorrem dentro da Oitava de Natal:

Santo EstevãoA festa de Santo Estevão, o primeiro mártir, no dia 26 de dezembro, recorda especialmente o testemunho do amor que perdoa dado por Estevão em seu martírio. Nele realizou-se de modo exemplar a figura do mártir imitador de Cristo. Ele contemplou a glória do Ressuscitado; proclamou a sua dignidade. Por isso, nós temos nele um aspecto do mistério da Encarnação de Cristo.

São João Evangelista Já no dia 27 de dezembro, nós celebramos São João apóstolo e evangelista, o discípulo que Jesus amava. Ele é considerado um grande teólogo que penetrou em profundidade o mistério do Verbo feito homem, cheio de amor e fidelidade. A liturgia desta festa sublinha a revelação da misteriosa profundidade do Verbo e a inteligência penetrante da Palavra que caracterizam os textos inspirados de São João.

Santos Inocentes Mártires No dia 28 de dezembro, celebramos os Santos Inocentes que deram testemunho de Cristo não com palavras, mas com seu sangue. Essa festa lembra-nos que o martírio é dom gratuito do Senhor. A liturgia recorda o valor do testemunho de vida que não pode estar separado da palavra por parte dos adultos.

A festa da Sagrada Família é celebrada no Domingo dentro da Oitava, caso a Oitava que termina no dia 1º de janeiro não caia no Domingo. Como neste ano o dia 1º de janeiro cai num Domingo, a festa da Sagrada Família foi transferida para o dia 30 de dezembro. Essa festa recorda que o mistério da Encarnação é um mistério de partilha. O Filho de Deus veio partilhar em tudo, exceto no pecado, a nossa condição humana.

Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus – 1º de janeiroPor fim, a Oitava é coroada com a Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus, que é seguramente a primeira festa de Maria no Ocidente. Nesse primeiro dia do ano civil, nós consagramos e oferecemos o novo ano a Deus através das mãos de Maria, mãe de Deus e nossa.

Aproveite a Oitava de Natal para continuar vivenciando as graças do nascimento do Menino Deus que se encarnou para salvar-nos, e prolongue os votos de Natal e os gestos de caridade e amor tão presentes nesse período.

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Ano Mariano no Brasil: Papa Francisco confirma concessão de indulgências plenárias

A CNBB abriu no Brasil, em outubro de 2016, o Ano Nacional Mariano para celebrar, fazer memória e agradecer pelos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, nas águas do rio Paraíba do Sul.

A Penitenciária Apostólica anunciou o pedido do Papa Francisco para o reconhecimento do ano jubilar em curso no Brasil e a concessão da indulgência para aqueles que “verdadeiramente penitentes e impulsionados pela caridade” visitarem na forma de peregrinação o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (SP), ou qualquer igreja paroquial do Brasil dedicada à padroeira do país.

Papa Francisco em Aparecida

A iniciativa de proclamação do Ano Nacional Mariano foi aprovada pela 54ª Assembleia Geral da CNBB e segue até o dia 11 de outubro de 2017.

:: Ano Mariano é para celebrar e agradecer, diz CNBB

O pedido de concessão da indulgência durante o Ano Nacional Mariano foi feito pelo Arcebispo emérito de Aparecida (SP), Cardeal Raymundo Damasceno Assis.

:: Ano Jubilar Mariano: celebração de um grande evento da nossa fé

Os fiéis brasileiros poderão alcançar indulgência plenária durante o Ano Nacional Mariano sob às seguintes condições habituais:

– confissão sacramental;

– comunhão eucarística;

– oração na intenção do santo padre, o papa;

O documento do Vaticano ainda ressalta que que os fiéis verdadeiramente penitentes e impulsionados pela caridade, devem em forma de peregrinação visitarem a Basílica de Aparecida ou qualquer Igreja paroquial do Brasil, dedicada a Nossa Senhora Aparecida. No local, deverão devotamente participar das celebrações jubilares ou de promoções espirituais ou ao menos, por um conveniente espaço de tempo, elevarem humildes preces a Deus por Maria.

A conclusão deste momento deve acontecer com a Oração Dominical, pelo Símbolo da Fé e pelas invocações da Beata Maria Virgem, em favor da fidelidade do Brasil à vocação cristã, impetrando vocações sacerdotais e religiosas e em favor da defesa da família humana.

Idosos e enfermos

Para o caso de pessoas idosas ou gravemente doentes que não podem realizar a peregrinação, o documento do Vaticano estabelece uma condição especial para a obtenção das indulgências.

Poderão alcançar se “assumida a rejeição de todo pecado, e com a intenção de cumprir onde em primeiro lugar for possível as três condições, espiritualmente se dedicarem diante de alguma pequena imagem da Virgem Aparecida, as funções ou peregrinações jubilares, ofertando suas preces e dores ao Deus misericordioso por Maria”.

Orientações aos padres

Aos sacerdotes aos quais está confiado o cuidado pastoral do Santuário Nacional de Aparecida e os párocos das paróquias que possuem o título de Nossa Senhora Aparecida deverão, segundo o documento da Penitenciária Apostólica, “com ânimo pronto e generoso” se oferecer para a celebração da Penitência e muitas vezes administrar “a Sagrada Comunhão aos enfermos”.

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Comunicação e Celebração Litúrgica – Dia do Padre

O Dia do Padre é comemorado anualmente em 4 de agosto no Brasil.

O padre faz parte do clero da Igreja Católica, que pelo ministério ordenado tem a presença de Cristo como cabeça da Igreja torna-se visível no meio da comunidade dos crentes. (CIC 1549)

Em nossa homenagem trazemos a lembrança do Encontro Nacional PASCOM em Aparecida, que na primeira conferência abordou o tema “Comunicação e Celebração Litúrgica”, com o Frei José Ariovaldo da Silva, Doutor em Liturgia, e professor no Instituto Franciscano de Petrópolis (RJ).

frei jose ariovaldo pascom2016

No início de sua fala, ressaltou a importância do silêncio na Santa Missa:

“A missa é para Deus falar e não nós. É necessário silêncio, Deus é paz, tranquilidade , Ele não é barulhento”

Outro ponto importante é o papel do leitor e sua postura diante da assembléia: que antes de ir para o ambão onde será feita a leitura, deve reconhecer de que somos filhos de Deus e que irá exercer um ministério: o da Palavra. E exige concentração, bem como silenciar, aquietar, prestar atenção no ritmo da respiração para que possa entrar em sintonia com o corpo.

Assim, o corpo espontaneamente se transforma, com a ciência de que somos servos, instrumentos da Palavra, para ser conduzido pelo Espírito Santo.

Portanto, quando revestidos da honra de ministrar a leitura bíblica, nossos olhos, corpo, rosto já não são mais nossos e sim do Mestre. Com essa entrega, se realiza na assembléia o desejo de Cristo: a comunhão espiritual entre todos na celebração.

1.Se me é possível, pois, alguma consolação em Cristo, algum caridoso estímulo, alguma comunhão no Espírito, alguma ternura e compaixão,

2.completai a minha alegria, permanecendo unidos. Tende um mesmo amor, uma só alma e os mesmos pensamentos.

3.Nada façais por espírito de partido ou vanglória, mas que a humildade vos ensine a considerar os outros superiores a vós mesmos.

4.Cada qual tenha em vista não os seus próprios interesses, e sim os dos outros. (Filipenses 2)

Recordando um lindo momento de oração voltada para o Espírito Santo, na acolhida da Imagem de Nossa Senhora Aparecida antes da conferência:

“A comunicação tem o poder de criar pontes, favorecer o encontro e a inclusão, enriquecendo assim a sociedade”.

E quem mais para ser este sinal e exemplo para nós do que nossos sacerdotes?

DIA DO PADRE 2016

Parabéns a todos os padres e bispos que realizam este ministério com fé, devoção e amor!

«O encargo que o Senhor confiou aos pastores do seu Povo é um verdadeiro serviço» (II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, 24)

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Quatro décadas consolidando vocações

Mais de duas mil peDom Emílio site002ssoas participaram na noite da última sexta-feira (24/06/2016) – solenidade de São João Batista – da missa em Ação de Graças pelos 40 anos de episcopado do Bispo Emérito de Campo Limpo, Dom Emílio Pignoli.

A celebração eucarística aconteceu na Catedral Santuário Sagrada Família e contou com a presença do Bispo Emérito de São Miguel Paulista, Dom Fernando Legal, do Bispo de Guarulhos e presidente da Comissão Episcopal do SP2 da CNBB, Dom Edmilson Amador Caetano além dos sacerdotes da Diocese de Campo Limpo sendo a maioria, ordenado por Dom Emílio.

O Bispo emérito entrou pela Porta Santa do Jubileu da Misericórdia às 19h55 saudando a todos que aguardavam o início da celebração. Em seguida, uniu-se ao clero para a procissão de entrada, que ao som do Hino da Misericórdia “Misericordes sicut Pater” acolheu os fiéis.

Dom Luiz Antônio Guedes, Bispo Diocesano e sucessor de Dom Emílio, fez uma breve saudação a todos, em especial aos bispos visitantes.

Dom Emílio presidiu a Santa Missa, mas a homília ficou sob a responsabilidade de Monsenhor José Geraldo Segatin da Diocese de Franca (SP). Monsenhor Geraldo tem uma proximidade muito grande com Dom Emílio. “Dom Emílio ainda era padre em Cravinhos quando fiz a primeira comunhão e ele foi um dos grandes incentivadores do meu sacerdócio e apoiador da minha família.”

Monsenhor fez ainda uma retrospectiva da vida sacerdotal de Dom Emílio. “Foi um homem incansável realizando várias missões pastorais em áreas de difícil acesso. Foi pároco em Cravinhos, depois foi para Orlândia onde ficou por 11 anos. Foi vice-reitor e professor do Seminário Diocesano de Brodósqui, auxiliou na construção e implantou a Casa de Retiros Dom Luiz Mousinho, construiu a Paróquia Nossa Senhora Aparecida, que hoje é Santuário; é um homem de grande criatividade e visionário e com grande amor e profundo respeito pela Igreja e suas diretrizes, fizeram com que fosse admirado por todos”.

Antes da benção final, um vídeo produzido especialmente para a data, relembrou o locais por onde Dom Emílio passou trazendo depoimentos de seus irmãos. O canto final foi a música escrita pela Irmã Miria Kolling com o lema episcopal de Dom Emílio: “Consolidai a vossa vocação”

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Páscoa, uma festa universal

Domingos Zamagna (*)

Páscoa é um vocábulo que provém das línguas hebraica (Pessah) e aramaica (Pasha), deverbais de uma raiz que significa “passar, saltar”.

         Originalmente a celebração pascal era uma festa agrícola, pastoril, quando os camponeses hebreus, na primavera do hemisfério norte, ofereciam a Deus os primeiros produtos de suas colheitas e rebanhos.
pascoa-jantar-judeu

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A importância da Oitava de Páscoa

He is RisenApós o domingo de Páscoa a Igreja vive o Tempo Pascal; são sete semanas em que celebra a presença de Jesus Cristo Ressuscitado entre os Apóstolos, dando-lhes as suas últimas instruções (At1,2). Quarenta dias depois da Ressurreição Jesus teve a sua Ascensão ao Céu, e ao final dos 49 dias enviou o Espírito Santo sobre a Igreja reunida no Cenáculo com a Virgem Maria. É o coroamento da Páscoa. O Espírito Santo dado à Igreja é o grande dom do Cristo glorioso.

O Tempo Pascal compreende esses cinquenta dias (em grego = “pentecostes”), vividos e celebrados “como um só dia”. Dizem as Normas Universais do Ano Litúrgico que: “os cinquenta dias entre o domingo da Ressurreição até o domingo de Pentecostes devem ser celebrados com alegria e júbilo, “como se fosse um único dia festivo”, como um grande domingo” (n. 22).

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