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Em agosto, vamos celebrar as vocações da Igreja!

Com este intuito, entre os dias 20 e 27 de agosto, celebraremos juntos a 48ª Semana Vocacional. Nossa Senhora Aparecida será guia neste caminho de descoberta e aprendizado.

48ª Semana Vocacional

Nada melhor do que pedir a intercessão da Mãe Aparecida pelas vocações, rezando e pedindo ao Senhor mais operários para a Messe. O Santuário Nacional é lugar de conversão. O devoto, depois de ouvir a Palavra de Deus e celebrar os sacramentos da Eucaristia e da Reconciliação, voltam para casa transformados. Por isso, é considerado também ambiente fecundo para o despertar vocacional. Muitos jovens assumem sua vocação a partir do contato direto com Nossa Senhora Aparecida no Santuário, ou através dos Meios de Comunicação que propagam a devoção à Padroeira do Brasil. Por ser um lugar de oração, acolhimento e de celebração da fé, o Santuário é um espaço privilegiado de discernimento vocacional.

:: Mês Vocacional: CNBB propõe reflexão inspirada no SIM de Maria

A 48ª Semana Vocacional vai navegar nas águas do Ano Mariano, incentivando os jovens a “avançar para as águas mais profundas”, para assumir com maior firmeza as causas do reino.

As famílias, a vocação sacerdotal, a vida religiosa e a vocação leiga serão temas de reflexões e celebrações no Santuário Nacional, afinal todos são igualmente importantes para a construção do Reino.

:: Semana Vocacional celebrará os 300 anos de bênçãos

Acompanhe a Semana Vocacional pela Rede Aparecida de Comunicação e pelo Portal A12.com.

http://Home

Por: http://Thamara Gomes, 01 de Agosto de 2017 às 14h26. Atualizada em 01 de Agosto de 2017 às 14h40.

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Papa: catequista não é profissão, mas vocação

Papa Francisco \ Encontros e Eventos

Papa: catequista é vocação, não profissão – OSS_ROM

12/07/2017 12:23
Cidade do Vaticano (RV) – Ser catequista não é uma profissão, mas uma vocação: é o que afirma o Papa Francisco na mensagem enviada aos participantes do Simpósio  Internacional sobre Catequese, em andamento na Faculdade de Teologia da Pontifícia Universidade Católica Argentina (UCA), em Buenos Aires.

 

No texto, o Pontífice cita um diálogo de São Francisco de Assis com um de seus seguidores, que queria aprender a pregar. O santo lhe diz: Quando visitamos os enfermos, ajudamos as crianças e damos de comer aos pobres já estamos pregando. “Nesta lição, está contida a vocação e a tarefa do catequista”, escreve o Papa.

Ser catequista

Em primero lugar, a catequese não é um trabalho ou uma tarefa externa à pessoa do catequista, mas se “é” catequista e toda a vida gira em torno desta missão. De fato, “ser” catequista é uma vocação de serviço na Igreja, que se recebeu como dom do Senhor para ser transmitido aos demais. Por isso, o catequista deve constantemente regressar àquele primeiro anúncio ou “kerygma”, que é o dom que transformou a própria vida. Para Francisco, este anúncio deve acompanhar a fé que já está presente na religiosidade do povo.

Com Cristo

O catequista, acrescentou o Papa, caminha a partir de Cristo e com Ele, não é uma pessoa que parte de suas próprias ideias e gostos, mas se deixa olhar por Ele, porque é este olhar que faz arder o coração. Quanto mais Jesus toma o centro da nossa vida, mais nos impulsiona a sair de nós mesmos, nos descentraliza e nos faz mais próximos dos outros.

Catequese “mistagógica”

O Papa compara este dinamismo do amor com os movimentos cardíacos: sístole e diástole, se concentra para se encontrar com o Senhor e imediatamente se abre para pregar Jesus. O exemplo fez do próprio Jesus, que se retirava para rezar ao Pai e logo saía ao encontro das pessoas sedentas de Deus. Daqui nasce a importância da catequese “mistagógica”, que é o encontro constante com a Palavra e os sacramentos e não algo meramente ocasional.

Criatividade

E na hora de pregar, Francisco pede que os catequistas sejam criativos, buscando diferentes meios e formas para anunciar a Cristo. “Os meios podem ser diferentes, mas o importante é ter presente o estilo de Jesus, que se adaptava às pessoas que tinha a sua frente. É preciso saber mudar, adaptar-se, para que a mensagem seja mais próxima, mesmo quando é sempre a mesma, porque Deus não muda, mas renova todas as coisas Nele.

O Papa conclui agradecendo a todos os catequistas pelo que fazem, mas sobretudo porque caminham com o Povo de Deus. “Eu os encorajo a serem alegres mensageiros, custódios do bem e da beleza que resplandecem na vida fiel do discípulo missionário.”

O Simpósio Internacional sobre Catequese teve início no dia 11 de julho e prossegue até o dia 14. O encontro tem como tema “Bem-aventurados os que creem”, e entre os conferencistas estão o Arcebispo  Luis Francisco Ladaria sj, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e Mons. José Ruiz Arenas, Secretário do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização.

http://br.radiovaticana.va/news/2017/07/12/papa_catequista_n%C3%A3o_%C3%A9_profiss%C3%A3o,_mas_voca%C3%A7%C3%A3o/1324551

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Congresso Mundial SIGNIS – a mensagem do Papa Francisco

Logo SIGNIS

19/06/2017 09:58
Cidade do Vaticano (RV) – “Continuar a buscar todos os meios tecnológicos e sociais para cooperar na missão universal da Igreja de proclamar o Evangelho da paz”: este é o incentivo do Papa Francisco a todos os profissionais da mídia católica, reunidos de 19 a 22 de junho na Cidade de Québec, Canadá, por ocasião do Congresso Mundial da SIGNIS, Associação Católica Internacional para a comunicação.

Tornar a esperança acessível a todos

Na mensagem enviada a Mons. Dario Edoardo Viganò, Prefeito da Secretaria para a Comunicação e assinada pelo Secretário de Estado, Cardeal Pietro Parolin, o Pontífice faz votos de que o Congresso possa inspirar “uma esperança, acessível a todos, precisamente no lugar onde a vida conhece a amargura do fracasso”. Enfim, o Papa concede sua bênção a todos os participantes no evento.

Jornalistas, testemunhas da esperança

Ao Congresso chegou também a saudação do Cardeal Gérald Cyprien Lacroix, Arcebispo de Quebec, que evidencia “como esta conferência permita aos operadores da mídia valorizar a sua preciosa contribuição ao dar testemunho da esperança” do homem. “Vocês são mensageiros válidos – escreve o purpurado aos comunicadores – dos frutos que produz a Palavra de Deus”. Então o convite a “prosseguirem, com alegria e esperança, a missão dos meios de comunicação no mundo”.

Sessão dedicada à reforma da mídia do Vaticano

Centrada no tema “Mídia para uma Cultura da Paz: promover histórias de esperança”, o Congresso será aberto com um painel de discussão em que quatro representantes de organizações católicas explicarão como contar histórias de esperança; em seguida, serão os representantes do mundo audiovisual a narrar como “encontrar Deus em todas as coisas e filmá-lo”. Uma sessão específica na tarde desta segunda-feira, 19 de junho, será dedicada a aprofundar a reforma da comunicação do Vaticano.

Os jovens, a fé as redes sociais

Central, também, a reflexão sobre o envolvimento religioso e espiritual dos jovens que compartilham a sua fé nas redes sociais. Na agenda ainda a análise da relação entre música e esperança, e  como não se desesperar nas situações de crise. Serão apresentadas, em seguida, experiências de colaboração no campo da comunicação para enfrentar campanhas de sensibilização.

Um prêmio ao cineasta Martin Scorsese
Entre as muitas oficinas programadas, algumas dedicadas ao diálogo inter-religioso, ao meio ambiente, à busca da verdade no contexto das chamadas “fake news” (notícias falsas), e ao retorno do religioso ao cinema. Neste sentido, os participantes do Congresso assistirão à exibição do filme “Silêncio”, que conta a história de três padres jesuítas perseguidos por causa de sua fé, no século XVII, no Japão. O filme é dirigido pelo cineasta Martin Scorsese, a quem quarta-feira, 21 de junho, será atribuído o “Prêmio SIGNIS pela excelência de produção cinematográfica”. (SP)

 

http://br.radiovaticana.va/news/2017/06/19/congresso_mundial_signis_-_a_mensagem_do_papa_francisco/1319889

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O que é Carisma?

Paz e Misericórdia!

Acabamos de sair da festa de Pentecostes, onde rememoramos a vinda do Espírito Santo sobre a Virgem Maria e os apóstolos reunidos no Cenáculo. A segunda leitura dessa solenidade nos diz algo que hoje podemos contemplar de forma muito prática em nossa Igreja. Veja só:

“Há diversidade de dons, mas um mesmo é o Espírito. Há diversidade de ministérios, mas um mesmo é o Senhor. Há diferentes atividades, mas um mesmo Deus que realiza todas as coisas em todos. A cada um é dada a manifestação do Espírito em vista do bem comum. Como o corpo é um, embora tenha muitos membros, e como todos os membros do corpo, embora sejam muitos, formam um só corpo, assim também acontece com Cristo” (Cf. 1Cor 12, 4-7.12)

Sempre houve na Igreja diferentes carismas, seja nas Congregações e Famílias Religiosas ou nos Movimentos. Mas hoje a realidade é ainda maior, visto o grande número de Novas Comunidades existentes no Brasil, por exemplo. Posso citar algumas grandes: Shalom, Canção Nova, Aliança de Misericórdia. E ainda outras menores: Cristo Libertador, Missão Mensagem de Paz, Colo de Deus…

O que as diferencia? É justamente o carisma! Muitos são os carismas, mas um mesmo é o Espírito que os doa. Para entendermos um pouco mais sobre isso, trago um vídeo do #NaFonte, programa da Aliança de Misericórdia apresentado pelo padre Custódio, presidente da obra, que de forma muito simples nos explica o que é um carisma e o que faz dele tão importante. Veja só:

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Dom Orlando Brandes comenta mensagem do Papa para Dia Mundial das Comunicações Sociais

O 51º Dia Mundial das Comunicações Sociais será celebrado pela Igreja no próximo domingo, 28 de maio, o Arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes em entrevista coletiva no Santuário Nacional, nesta sexta-feira , 26, falou da mensagem do Papa Francisco para essa ocasião.

Dom Orlando destacou a preocupação da Igreja com a comunicação interpessoal.

“É importante, a partir desse Dia Mundial das Comunicações Sociais, a gente privilegiar a comunicação interpessoal, pois ela já era difícil e agora está cada vez mais complicado, não só pelas realidades do mundo moderno, mas porque também a comunicação virtual, eletrônica ela vai prejudicando a comunicação pessoal”, colocou.

Coletiva de imprensa Dom Orlando Brandes_Dia Mundial das Comunicações_foto: Portal A12/Valquíria Vieira

Um dos tópicos da mensagem do Papa reforçado por Dom Orlando é sobre a valorização das boas notícias.

“…O bem também deve ter ibope, o bem também deve ter as primeiras páginas, o bem também merece ser comunicado, porque na realidade o bem é maior do que o mal…”

“O bem também deve ter ibope, o bem também deve ter as primeiras páginas, o bem também merece ser comunicado, porque na realidade o bem é maior do que o mal, mas a gente faz um alarde tão grande do mal que parece que o mal é o império de tudo […] Então é importante sim comunicar a realidade, mas não fazer um espetáculo das coisas do mal”, endossou.

De forma especial, Dom Orlando falou ainda que o Dia Mundial das Comunicações Sociais é uma data para agradecer aos profissionais de comunicação.

“Ter um dia especial para as comunicações sociais é ter um dia especial para todos vocês que entendem deste assunto de comunicação. Esse dia também á para vocês de gratidão e reconhecimento”, disse.

A mensagem do Papa Francisco para o 51º Dia Mundial das Comunicações Sociais tem como tema Não tenhas medo, que Eu estou contigo” (Is 43, 5). Comunicar esperança e confiança, no nosso tempo.

Por Valquíria Vieira, 26 de Maio de 2017 às 12h04. Atualizada em 26 de Maio de 2017 às 12h58.

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Novidades da Aliança de Misericórdia no Youtube

Hoje é quase impossível pensar em evangelização sem pensar em comunicação, não é? Principalmente no campo das Novas Comunidades Católicas.

Sendo assim, a Aliança de Misericórdia, movimento eclesial com sede na Arquidiocese de São Paulo, tem investido ainda mais nessa área. Produzindo programas para a TV como o “A Arte da Vida” para a Rede Século 21 (Até 2016) e o “Histórias em Oração” para a TV Canção Nova, a Aliança já alcançava um bom número de fiéis.

Mas pensando nos novos areópagos e principalmente na juventude que está cada vez mais conectada, a Comunidade fundada pelos padres italianos Antonello Cadeddu e João Henrique chega com mais força no Youtube, produzindo programas especialmente para essa famosa plataforma de vídeos.

Toda segunda-feira, vai ao ar o programete “Misericordiar”, apresentado pelo padre Luiz Paulo, missionário em Portugal. Com duração de menos de dois minutos, o programa tem o intuito de trazer ao expectador uma mensagem de fé e esperança para aquela semana. Veja só:

Já na quarta-feira (quinzenalmente), o padre Custódio, presidente da obra, traz o “NaFonte”, novo programa que tem por objetivo fazer um mergulho no carisma da Aliança de Misericórdia, levando aquele que assiste, a uma experiência com aquilo que há de mais belo e próprio no chamado a “Evangelizar para transformar”. Olha só a chamada do novo programa:

Além disso, no canal da Aliança de Misericórdia no Youtube é possível rever os programas de TV que já foram ao ar, fazer o Estudo Bíblico do Evangelho de São Marcos com o Cônego Celso Pedro, ouvir as músicas do Ministério Aliança de Misericórdia e ficar por dentro de todos os eventos do movimento.

A Aliança investe para que mais gente conheça e se aproxime da misericórdia dAquele que nos chama a sermos ponte entre ricos e pobres, centro e periferia, céu e terra!

Inscreva-se no canal da Aliança de Misericórdia:
https://www.youtube.com/AliancaMisericordia?sub_confirmation=1

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CNBB abre assembleia e discute Iniciação Cristã, problemas sociais e políticos

A CNBB iniciou na manhã desta quarta-feira, 26, a 55ª Assembleia Geral dos Bispos (AG)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) iniciou na manhã desta quarta-feira, 26, a 55ª Assembleia Geral dos Bispos (AG). O encontro anual do episcopado nacional acontecerá em Aparecida (SP), até o dia 5 de maio, no Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeida.

Durante a celebração de abertura, o presidente da CNBB e arcebispo de Brasília, Cardeal Sérgio da Rocha, pediu oração da Igreja em todo o Brasil pela assembleia e comentou sobre os inúmeros desafios. “As dificuldades não devem jamais impedir o anúncio da Palavra de Deus, o cumprimento fiel da Ação Evangelizadora da Igreja, pois ninguém pode aprisionar a Palavra de Deus. Pelo Contrário são incentivo, porque a certeza do amor de Deus nos anima na missão bonita e exigente de Evangelizar e levar esperança aqueles que mais sofrem com a crise política e econômica”.

O Cardeal também citou palavras do Papa Francisco quando esteve em Aparecida: “Jamais perder a esperança e deixar-se surpreender por Deus”. Também refletiu que neste Ano Mariano somos chamados a refazer a experiência dos três pescadores que encontraram Aparecida nas águas e deixaram-se surpreender por Deus.

Em sua reflexão condenou duramente a corrupção, mas também alertou que não podemos tolerar e reproduzir atos aparentemente pequenos de infidelidade e corrupção no dia a dia. “Nós rejeitamos a perda de direitos dos pobres e pequenos nas iniciativas políticas, não podemos aceitar a falta de respeito a vida e a dignidade das pessoas, repudiamos as violações da vida, como o aborto, mas não podemos ficar indiferentes as violações sofridas ao longo da vida pelos pobres e fragilizados. Seja acompanhado da busca da paz, jamais cedendo a agressividade em Palavras ou atos. Vivemos numa época marcada pela violência”, orientou.

Ele finalizou aconselhando-nos a crer na Vitória do amor sobre o ódio, da misericórdia sobre a vingança, da paz sobre a violência, do perdão sobre o ressentimento, da vida sobre a morte. “Nós cremos no poder do amor misericordioso. Lembrando os 10 anos da Conferência de Aparecida, vamos redobrar o empenho para ser uma Igreja misericordiosa”, finalizou.

São diversos outros temas importantes na agenda da assembleia, como, comemoração dos 300 anos do encontro da Imagem de Nossa Senhora Aparecida e o Ano Nacional Mariano, que teve início dia 12 de outubro de 2016, concluindo-se aos 11 de outubro de 2017 e as comemorações do Jubileu de 100 anos das aparições de Nossa Senhora de Fátima etc.

 Coletivas de Imprensa

A CNBB realizará entrevistas coletivas à imprensa, todos os dias (menos sábado e domingo), às 15h, na Sala de Coletivas de Imprensa do Centro de Eventos. O Portal A12 fará transmissão ao vivo pelo Youtube no endereço: https://www.youtube.com/user/canalportala12

 

Participarão da entrevista o arcebispo  de Mariana (MG), dom Geraldo Lyrio Rocha; bispo auxiliar de São Luís do Maranhão (MA), dom Esmeraldo Barreto de Farias e o cardeal Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo (SP). Os bispos abordarão os temas: iniciação à vida cristão, programação e objetivos da 55ª Assembleia Geral da CNBB.

Publicado em: 26/04/2017 – 11:30
Créditos: Redação com A12
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II Encontro de Assessores da Pascom está com inscrições abertas

Os coordenadores e assessores da Pastoral da Comunicação das arquidioceses e dioceses do Regional Sul 1 conta mais uma vez com o Encontro com a coordenação estadual da Pascom que será realizado no próximo dia 6 de maio, em Limeira, SP, e terá como tema:” Não tenhas medo, que Eu estou contigo” (Is 43, 5). Comunicar esperança e confiança, no nosso tempo”.

Estão abertas as inscrições, até o dia 28 de abril, para participação no II Encontro de Coordenadores e Assessores da Pascom. O evento, que contou com sua primeira edição em 2016 faz parte do calendário regional da Pascom.

O encontro tem como objetivo principal fortalecer a atuação da Pascom, melhorando a sua articulação e, assim avançar na missão pastoral.

As inscrições serão exclusivamente por meio eletrônico, no endereço: http://diocesedelimeira.org.br/publicacoes_detalhe.php?codigo=407 .  Na ficha de inscrição on-line, o participante deverá indicar a diocese que representa.

Para efetivar a inscrição, será necessário que os participantes, preencham o formulário. O pagamento deverá ser efetuado no local do evento, no momento da chegada.

Participe!

Dúvidas, mais informações ou problemas com a inscrição, enviar e-mail para:  pascomsul1@gmail.com

Local do evento : Centro Diocesano de Limeira (CDL), localizado na rodovia João Tosello, KM 103 – Limeira – SP. –  Informações: (19) 3442-6147 / (19) 9.8101-1034

 

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A BALEIA AZUL E A SÉRIE “13 REASONS WHY”: Como Curar essa Cultura Suicida com a Cultura do Encontro?

bestseller “Thirteen Reasons Why” é um romance de Jay Asher [1975 – Califórnia]  publicado em 2007. No Brasil, foi traduzido com o título “Os 13 porquês”. Em 2011 a obra atingiu o primeiro lugar de vendas declarado pelo New York Times, e hoje conta com um sucesso de  mais de dois milhões de cópias vendidas em 35 países desde o dia de seu lançamento. De gênero fictício juvenil, Os 13 porquês, dez anos após seu lançamento ganha a atenção do público com sua versão cinematográfica lançada neste ano pela Netflix dirigido pela Selena Gomez numa temporada de 13 episódios: 13 Reasons Why [omelete.uol.com.br].

Alertando o leitor de spoilers, a série da Netflix conta a história de Hannah Baker [Katheriine Langford] que se suicida aos 17 anos. O suspense da trama concentra-se em Clay Jensen [Dylan Minnette]: um jovem que mantém uma paixão platônica por Hannah e que nunca teve coragem de se declarar. Após a morte de Hannah, Clay recebe dela uma caixa misteriosa guardando 13 fitas cassete que ela própria gravou. Hannah, decidiu relatar nessas fitas os 13 porquês que respondem o motivo de seu suicídio, ou seja, as razões que a levou a tirar a própria vida. “Talvez eu nunca saiba por que vocês fizeram o que fizeram. Mas eu posso fazê-los sentir como foi” [by Hannah, 1º episódio].

Entre os motivos que levou a personagem Hannah cometer suicídio, destacamos: o machismo, o bullying escolar, o estupro, a homofobia… Hannah desenvolve uma profunda depressão… na história percebe-se que é completamente abandonada pela família, o apoio da escola é omisso, os amigos são praticamente inexistentes. Hannah é uma jovem tristemente doente, sem saber onde procurar ajuda; inclusive, ao procurar a ajuda com o Conselheiro Escolar, o único adulto à qual Hannah se aproxima, ele diz que “não tem como ajudá-la se ele não souber o que está acontecendo”. Hannah sente-se mais uma vez rejeitada. Segundo Gomez, Hannah retrata “pessoas que estão sofrendo e que merecem ser escutadas”. A série ainda apresenta a mãe de Hannah [Kate Walsh], que, “acorda para vida” quando já é tarde demais. Na série é uma personagem que sofre profundamente a dor de perder uma filha mesmo sem estar ciente do que aconteceu.

O sucesso da série dá-se pelo fato da vida dos personagens encontrarem tanta referência em nosso cotidiano. Como sabemos, não é muito difícil encontrar pessoas, jovens como a Hannah que sofrem todos esses males que ela sofreu. Lidamos hoje com um alto número de jovens imersos numa depressão causada pela rejeição, abandono, jovens sem esperança de viver, sem perspectivas de vida. Desesperados, cheios de problemas, pressões da família, da faculdade, do trabalho, falta de atenção, carinho e cuidado, falta de credibilidade…, entregam-se a uma cultura suicida como é o caso do jogo “Baleia Azul”. O “Blue Whale”, como é conhecido este jogo despertou recentemente um alerta. A notícia que tivemos é que jovens estão cometendo suicídio ao se comprometerem na realização das regras de tal jogo.

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Desconhecemos a origem desse mal, alguns sites afirmam que é criação norte-americana, mas encontramos também indícios de que o Blue Whale tem sua origem na Rússia. Isso para nós é o que menos importa. O que precisamos entender é que nenhum ser humano de bem, cristão, defensor da vida e propagador da paz  jamais plantaria no mundo uma semente suicida levando nossos irmãos a promoverem uma verdadeira cultura de morte.

Se esta cultura pode contagiar nossos jovens, a cultura do encontro também pode tocar os corações deles. É preciso gastar tempo para encontrarmos nossos amigos, nossos filhos, a família. É preciso educar para o encontro, para o amor, para a amizade. Utilizo-me das palavras de uma psicopedagoga que diz que “hoje estamos perdendo nossos filhos dentro dos próprios quartos. Não estamos mais perdendo eles vítimas de bala perdida; de sequestro à mão armada; nas drogas da Cracolândia… Estamos perdendo eles dentro de nossas casas, nos quartos, imersos à droga da indiferença, do desamor, da desatenção…, e essa droga também mata!” [Via WhatsApp: Cassiana Tardivo].

Nós somos vítimas da Baleia Azul! Nós não a colocamos dentro de casa, mas abrimos a porta para ela no instante em que deixamos nossas crianças fecharem as portas dos quartos. Paramos de conversar, de brincar com eles. Deixamos de conversar com nossos amigos, bloqueamos pessoas no Facebook e no WhatsApp porque elas nos chatearam ou magoaram. Postamos em nossas contas das Redes Sociais sentimentalismos angustiantes, depressivos, em nível alto de carência afetiva no qual, talvez, responda o que Spadaro questiona: “por que, então, milhões de pessoas compartilham minuto a minuto a própria vida, realizando o que é definido como ‘intimidade digital’? […] A Rede é ‘virtuosa’ quando não é vista como substituto alienante da realidade, mas sim rica de potencialidades à vida atual, real; também à vida de relações” [2013].

Papa Francisco, em seu pontificado tem nos alertado a trabalhar por uma cultura do encontro, diz ele: “com frequência as pessoas cruzam-se, mas não se encontram. Cada um pensa em si mesmo; olha, mas não vê; ouve, mas não escuta. O encontro é outra coisa, é aquilo que o Evangelho nos anuncia: um encontro; um encontro entre um homem e uma mulher, entre um filho único vivo e um filho único morto; entre uma multidão feliz, porque encontrou Jesus e o segue, e um grupo de pessoas, chorando, que acompanha aquela mulher [Lc 7,11-16], que saía de uma porta da cidade; encontro entre aquela porta de saída e a porta de entrada. O redil. Um encontro que nos faz refletir sobre o modo de encontrarmos entre nós”. […] Nós “estamos habituados à cultura da indiferença e temos que trabalhar e pedir a graça de fazer a cultura do encontro” que “restitui a todas as pessoas a própria dignidade de filhos de Deus”.

O pontífice ainda completa: “À mesa, em família, quantas vezes se come, se vê TV ou se escreve mensagens no celular. Todos são indiferentes a este encontro. Até no fulcro da sociedade, que é a família, não existe encontro. Que isto nos ajude a trabalhar por esta cultura do encontro, tão simplesmente como o fez Jesus. Não olhar apenas, mas ver; não ouvir apenas, mas escutar; não só cruzar com os outros, mas parar. Não dizer apenas: que pena, pobres pessoas, mas deixar-se levar pela compaixão. E depois, aproximar-se, tocar e dizer do modo mais espontâneo no momento, na linguagem do coração: Não chore. E dar pelo menos uma gota de vida”. Não bastam panfletos de “gentileza gera gentileza”, se não nos permitimos tocar, aproximar, compadecermo-nos pelo outro, pelo irmão que sofre. Se somos comunicadores, que em nossos microfones possam ressoar a Alegria do Evangelho, a prática da caridade e da doação. Enquanto estivermos usando os microfones para condenar, a mutilação de crianças e jovens continuará entre nós! A Baleia Azul encontrará muitos porquês para “nadar” no oceano da sociedade que vivemos.

Não devemos ficar indiferentes a esta cultura de morte que se semeia no meio de nós assim como o inimigo semeia o joio em meio à lavoura de trigo. Nós, cristãos, homens e mulheres de bem, educadores, psicopedagogos, religiosos, comunicadores, profissionais nas mais diversas áreas em que atuamos, temos de acabar com a indiferença, não cultivar o ódio e erradicar toda esta cultura de morte. Que possamos anunciar a alegria, a paz, o sorriso entre nós, nas nossas casas. “As pessoas se encontram quando há uma verdadeira disponibilidade do coração, da mente, da pessoa na sua globalidade a acolher o outro, a entendê-lo e a acolhê-lo, acreditando que com o encontro se enriquece mutuamente, que se torna melhores e mais ricos de valores espirituais – e também eventualmente religiosos – do que antes de encontrar-se” [Pe. Federico Lombardi].

Frt. Dione Afonso, SDN

dafonsohp@outlook.com

Original Post Author: DIONE AFONSO

Post Date: 2017-04-21 09:42:38 Post Date (GMT): 0000-00-00 00:00:00

Post Title: A BALEIA AZUL E A SÉRIE “13 REASONS WHY”: COMO CURAR ESSA CULTURA SUICIDA COM A CULTURA DO ENCONTRO? Post Category: Comunicação, Formação, Geral, PASCOM Post Tags: Post Excerpt:   O bestseller “Thirteen Reasons Why” é um romance de Jay Asher [1975 – Califórnia]  publicado em 2007. No Brasil, foi traduzido com o título “Os 13 porquês”. Em 2011 a obra atingiu o primeiro lugar de vendas declarado pelo New York Times, e hoje conta com um sucesso de mais de dois milhões de cópias… Post Status: pending Comment Status: open Ping Status: open Post Password: Post Name: To Ping: Pinged: Post Modified: 2017-04-21 09:42:38 Post Modified (GMT): 2017-04-21 12:42:38 Post Content Filtered: Post Parent: 0 GUID: http://conexaoviaevangelho.com/?p=1796 Menu Order: 0 Post Type: post Post MIME Type: Comment Count: 0

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Reflexão sobre o tema do 51º Dia Mundial das Comunicações Sociais, 2017 – “Não tenhas medo, que Eu estou contigo” (Is 43, 5)

“Não tenhas medo, que Eu estou contigo” [Is 43,5]. Na dor e sofrimento de um povo oprimido, escravo e mutilado, a voz do profeta urge como uma esperança que ilumina a vida de todos, comunicando, confiante de que Deus não os abandonará. A Sua Aliança é eterna como o seu amor, e Ele há de libertá-lo e reuni-lo.

A promessa confiante do profeta Isaías também deve se fazer ressoar hoje. Ao celebrar o 51º Dia Mundial dedicado aos Meios de Comunicação Social Papa Francisco nos convida a comunicar esperança e confiança em nosso tempo. “Gostaria que esta mensagem pudesse chegar
como um encorajamento a todos aqueles que diariamente, seja no âmbito profissional seja nas relações pessoais, ‘moem’ tantas informações para oferecer um pão fragrante e bom a quantos se alimentam dos frutos da sua comunicação. A todos quero exortar a uma comunicação construtiva, que, rejeitando os preconceitos contra o outro, promova uma cultura do encontro por meio da qual se possa aprender a olhar, com convicta confiança, a realidade”.

O centro da mensagem deste ano é o encorajamento a todos os homens de bem que, estando cientes de que sempre em meio ao trigo haverá a semente do joio, somos nós quem escolhemos o que vamos “moer” para o nosso alimento. Por isso o exortar para a confiança: “queria que todos – deseja o papa – procurássemos ultrapassar aquele sentimento de mau humor e resignação que muitas vezes se apodera de nós […]. Num sistema comunicador onde vigora a lógica de que uma notícia boa não desperta a atenção, e, por conseguinte não é uma notícia, e onde o drama do sofrimento e o mistério do mal facilmente são elevados a espetáculo, podemos ser tentados a anestesiar a consciência ou cair no desespero”.

E, somos convidados a apontar caminhos de esperança: assumir posturas diante das inúmeras informações que “moemos”, que vamos deixando penetrar em nossas identidades, ações e em nossa consciência. O caminho de esperança é saber para onde olhar, ‘mudar as lentes de nossos óculos” diante da diversidade dessa realidade. E, o Papa afirma: “para nós, cristãos, os óculos adequados para decifrar a realidade só podem ser os da Boa Notícia: partir da Boa Notícia por excelência, ou seja, o ‘Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus’ [Mc 1, 1]. […] Mais do que uma informação sobre Jesus, a boa notícia é o próprio Jesus”.

Nossas comunidades precisam reconhecer as “boas notícias” veiculadas nos Meios de Comunicação, fazer que elas ressoem por toda a parte. Parece-nos que precisamos de uma conversão também digital, os Meios de Comunicação Social precisam se convertem em sementes de trigo que, “levedam toda a massa” e anunciam o Reino de Vida abundante. Se as notícias de morte germinam e se implantam no coração humano, as notícias de vida também podem encantar-nos e encontrar eco nos microfones postos à disposição de tantos profetas de hoje que são verdadeiros missionários, seja no altar, seja nas ruas…

Que possamos em nossas PasCom’s, ajudar nossos fieis, nossos agentes de pastoral a limpar, desembaçar os óculos dessa Boa Nova que norteia nossa vida e nos dá esperança e alegria. Que possamos, com a Semente da Boa Nova do Reino, sem medo, lançá-la na terra para que, confiantes no Espírito, “que semeia em nós os desejos do Reino” assumamos a missão de sermos comunicadores do amor em nosso tempo. Que nossos jovens não se iludam com a realidade virtual e não cedam à ilusão de uma dupla vida identitária, porque isso fragmenta a pessoa. Que, nossos jovens, motivados pelo progresso da tecnologia, possam, em meio ao joio, colher o trigo da Eucaristia que os alimenta para a Vida em Cristo, Filho de Deus e Senhor Nosso!

 

Frt. Dione Afonso, SDN