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Deus digital, religiosidade online, fiel conectado

religião virtualDeus se faz digital? Este é o tema central desse artigo de Moisés Sbardelotto, doutorando em Comunicação pelo Instituto Humanitas Unisinos – IHU.

O autor analisa as diversas iniciativas encontradas na web: c”apelas virtuais, velas virtuais, terço virtual, missas em vídeos online, pedidos de oração e aconselhamento espiritual pela internet.

São inúmeros os serviços oferecidos pela grande maioria das igrejas cristãs, especialmente pela Igreja Católica, entre os bits e pixels da internet”.

Afirma o pesquisador: “se a internet traz consigo novas formas de lidar com o mundo – e, consequentemente, com sagrado –, a religião e a religiosidade como tradicionalmente as conhecemos também passam a mudar.”

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O Círio Pascal

O CÍRIO PASCAL

FB_IMG_1459467221488O Círio Pascal estará acesso por quarenta dias. A grande vela acesa simboliza o Senhor Ressuscitado. É o símbolo mais destacado do Tempo Pascal. A palavra “círio” vem do latim “cereus”, de cera. O produto das abelhas. O círio mais importante é o que é aceso na vigília Pascal como símbolo de Cristo – Luz, e que fica sobre uma elegante coluna ou candelabro enfeitado. O Círio Pascal é já desde os primeiros séculos um dos símbolos mais expressivos da vigília, por isso ele traz uma inscrição em forma de cruz, acompanhada da data do ano e das letras Alfa e Ômega, a primeira e a última do alfabeto grego, para indicar que a Páscoa do Senhor Jesus, princípio e fim do tempo e da eternidade, nos alcança com força sempre nova no ano concreto em que vivemos.

O Círio Pascal tem em sua cera incrustado cinco cravos de incenso simbolizando as cinco chagas santas e gloriosas do Senhor da Cruz.

O Círio Pascal ficará aceso em todas as celebrações durante as sete semanas do Tempo Pascal, ao lado do ambão da Palavra, até a tarde do domingo de Pentecostes. Uma vez concluído o tempo Pascal, convém que o Círio seja dignamente conservado no batistério. O Círio Pascal também é usado durante os batismos e as exéquias, quer dizer no princípio e o término da vida temporal, para simbolizar que um cristão participa da luz de Cristo ao longo de todo seu caminho terreno, como garantia de sua incorporação definitiva à Luz da vida eterna.

Fonte: Ed. Cléofas

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Páscoa, uma festa universal

Domingos Zamagna (*)

Páscoa é um vocábulo que provém das línguas hebraica (Pessah) e aramaica (Pasha), deverbais de uma raiz que significa “passar, saltar”.

         Originalmente a celebração pascal era uma festa agrícola, pastoril, quando os camponeses hebreus, na primavera do hemisfério norte, ofereciam a Deus os primeiros produtos de suas colheitas e rebanhos.
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A importância da Oitava de Páscoa

He is RisenApós o domingo de Páscoa a Igreja vive o Tempo Pascal; são sete semanas em que celebra a presença de Jesus Cristo Ressuscitado entre os Apóstolos, dando-lhes as suas últimas instruções (At1,2). Quarenta dias depois da Ressurreição Jesus teve a sua Ascensão ao Céu, e ao final dos 49 dias enviou o Espírito Santo sobre a Igreja reunida no Cenáculo com a Virgem Maria. É o coroamento da Páscoa. O Espírito Santo dado à Igreja é o grande dom do Cristo glorioso.

O Tempo Pascal compreende esses cinquenta dias (em grego = “pentecostes”), vividos e celebrados “como um só dia”. Dizem as Normas Universais do Ano Litúrgico que: “os cinquenta dias entre o domingo da Ressurreição até o domingo de Pentecostes devem ser celebrados com alegria e júbilo, “como se fosse um único dia festivo”, como um grande domingo” (n. 22).

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Cristo Ressuscitou, aleluia!

Feliz Páscoa a todos os Comunicadores do Evangelho!

Aleluia! Cristo ressuscitou verdadeiramente! Venceu a morte e despojou o império das trevas, sendo vitorioso e dando-nos também a vitória. Ele venceu e também somos vencedores com Ele. Meu irmão e minha irmã, Jesus despojou o império das trevas. Somos vitoriosos, porque Deus nos deu a vitória em Jesus, Seu Filho. Não pelos nossos méritos, mas sim pela Sua graça.

Se a morte de Jesus trouxe desesperança para os Seus discípulos, Sua ressurreição originou uma torrente de esperança capaz de enxergar por entre nuvens espessas. Já que Cristo ressuscitou, não há mais barreira que impeça a efetivação de Suas promessas.

Texto adaptado: Padre Roger Araújo