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Lançamento: Curso Como Estruturar uma Comunicação Enxuta e Produtiva

Nos próximos 60 minutos cerca de 4.300 paróquias e 900 Comunidades Novas farão postagens no Facebook, comunicados por WhatsApp, posts no Instragram…  Infelizmente a maior parte desse trabalho vai para o LIXO. Falta-nos um CURSO Prático de como mudar isso.

Por outro lado, uma pequena parte desses católicos comunicadores conseguirão ter um engajamento de 1.000% ou seja, a cada postagem irão atingir outros 1000 fora da Obra/Paróquia/Comunidade.  

Como eles fazem isso? 

Descubra nesta noite no Globo Reporter, quer dizer, nesta quarta-feira, 10-maio, ao vivo, 100% Online e 100% Gratuíto, onde eu, Gabriel Vaz, vou dar dicas práticas  e apresentar tudo o que teremos nesse curso incrível.

Clique aqui para se inscrever:

Depois de coordenar e estruturar mais de 90 campanhas em 2 anos na Comunicação Shalom Brasília, tenho algumas descobertas interessantes para compartilhar com você…

QUERO PARTICIPAR AO VIVO COM O GABRIEL VAZ:

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II Encontro de Assessores da Pascom está com inscrições abertas

Os coordenadores e assessores da Pastoral da Comunicação das arquidioceses e dioceses do Regional Sul 1 conta mais uma vez com o Encontro com a coordenação estadual da Pascom que será realizado no próximo dia 6 de maio, em Limeira, SP, e terá como tema:” Não tenhas medo, que Eu estou contigo” (Is 43, 5). Comunicar esperança e confiança, no nosso tempo”.

Estão abertas as inscrições, até o dia 28 de abril, para participação no II Encontro de Coordenadores e Assessores da Pascom. O evento, que contou com sua primeira edição em 2016 faz parte do calendário regional da Pascom.

O encontro tem como objetivo principal fortalecer a atuação da Pascom, melhorando a sua articulação e, assim avançar na missão pastoral.

As inscrições serão exclusivamente por meio eletrônico, no endereço: http://diocesedelimeira.org.br/publicacoes_detalhe.php?codigo=407 .  Na ficha de inscrição on-line, o participante deverá indicar a diocese que representa.

Para efetivar a inscrição, será necessário que os participantes, preencham o formulário. O pagamento deverá ser efetuado no local do evento, no momento da chegada.

Participe!

Dúvidas, mais informações ou problemas com a inscrição, enviar e-mail para:  pascomsul1@gmail.com

Local do evento : Centro Diocesano de Limeira (CDL), localizado na rodovia João Tosello, KM 103 – Limeira – SP. –  Informações: (19) 3442-6147 / (19) 9.8101-1034

 

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A BALEIA AZUL E A SÉRIE “13 REASONS WHY”: Como Curar essa Cultura Suicida com a Cultura do Encontro?

bestseller “Thirteen Reasons Why” é um romance de Jay Asher [1975 – Califórnia]  publicado em 2007. No Brasil, foi traduzido com o título “Os 13 porquês”. Em 2011 a obra atingiu o primeiro lugar de vendas declarado pelo New York Times, e hoje conta com um sucesso de  mais de dois milhões de cópias vendidas em 35 países desde o dia de seu lançamento. De gênero fictício juvenil, Os 13 porquês, dez anos após seu lançamento ganha a atenção do público com sua versão cinematográfica lançada neste ano pela Netflix dirigido pela Selena Gomez numa temporada de 13 episódios: 13 Reasons Why [omelete.uol.com.br].

Alertando o leitor de spoilers, a série da Netflix conta a história de Hannah Baker [Katheriine Langford] que se suicida aos 17 anos. O suspense da trama concentra-se em Clay Jensen [Dylan Minnette]: um jovem que mantém uma paixão platônica por Hannah e que nunca teve coragem de se declarar. Após a morte de Hannah, Clay recebe dela uma caixa misteriosa guardando 13 fitas cassete que ela própria gravou. Hannah, decidiu relatar nessas fitas os 13 porquês que respondem o motivo de seu suicídio, ou seja, as razões que a levou a tirar a própria vida. “Talvez eu nunca saiba por que vocês fizeram o que fizeram. Mas eu posso fazê-los sentir como foi” [by Hannah, 1º episódio].

Entre os motivos que levou a personagem Hannah cometer suicídio, destacamos: o machismo, o bullying escolar, o estupro, a homofobia… Hannah desenvolve uma profunda depressão… na história percebe-se que é completamente abandonada pela família, o apoio da escola é omisso, os amigos são praticamente inexistentes. Hannah é uma jovem tristemente doente, sem saber onde procurar ajuda; inclusive, ao procurar a ajuda com o Conselheiro Escolar, o único adulto à qual Hannah se aproxima, ele diz que “não tem como ajudá-la se ele não souber o que está acontecendo”. Hannah sente-se mais uma vez rejeitada. Segundo Gomez, Hannah retrata “pessoas que estão sofrendo e que merecem ser escutadas”. A série ainda apresenta a mãe de Hannah [Kate Walsh], que, “acorda para vida” quando já é tarde demais. Na série é uma personagem que sofre profundamente a dor de perder uma filha mesmo sem estar ciente do que aconteceu.

O sucesso da série dá-se pelo fato da vida dos personagens encontrarem tanta referência em nosso cotidiano. Como sabemos, não é muito difícil encontrar pessoas, jovens como a Hannah que sofrem todos esses males que ela sofreu. Lidamos hoje com um alto número de jovens imersos numa depressão causada pela rejeição, abandono, jovens sem esperança de viver, sem perspectivas de vida. Desesperados, cheios de problemas, pressões da família, da faculdade, do trabalho, falta de atenção, carinho e cuidado, falta de credibilidade…, entregam-se a uma cultura suicida como é o caso do jogo “Baleia Azul”. O “Blue Whale”, como é conhecido este jogo despertou recentemente um alerta. A notícia que tivemos é que jovens estão cometendo suicídio ao se comprometerem na realização das regras de tal jogo.

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Desconhecemos a origem desse mal, alguns sites afirmam que é criação norte-americana, mas encontramos também indícios de que o Blue Whale tem sua origem na Rússia. Isso para nós é o que menos importa. O que precisamos entender é que nenhum ser humano de bem, cristão, defensor da vida e propagador da paz  jamais plantaria no mundo uma semente suicida levando nossos irmãos a promoverem uma verdadeira cultura de morte.

Se esta cultura pode contagiar nossos jovens, a cultura do encontro também pode tocar os corações deles. É preciso gastar tempo para encontrarmos nossos amigos, nossos filhos, a família. É preciso educar para o encontro, para o amor, para a amizade. Utilizo-me das palavras de uma psicopedagoga que diz que “hoje estamos perdendo nossos filhos dentro dos próprios quartos. Não estamos mais perdendo eles vítimas de bala perdida; de sequestro à mão armada; nas drogas da Cracolândia… Estamos perdendo eles dentro de nossas casas, nos quartos, imersos à droga da indiferença, do desamor, da desatenção…, e essa droga também mata!” [Via WhatsApp: Cassiana Tardivo].

Nós somos vítimas da Baleia Azul! Nós não a colocamos dentro de casa, mas abrimos a porta para ela no instante em que deixamos nossas crianças fecharem as portas dos quartos. Paramos de conversar, de brincar com eles. Deixamos de conversar com nossos amigos, bloqueamos pessoas no Facebook e no WhatsApp porque elas nos chatearam ou magoaram. Postamos em nossas contas das Redes Sociais sentimentalismos angustiantes, depressivos, em nível alto de carência afetiva no qual, talvez, responda o que Spadaro questiona: “por que, então, milhões de pessoas compartilham minuto a minuto a própria vida, realizando o que é definido como ‘intimidade digital’? […] A Rede é ‘virtuosa’ quando não é vista como substituto alienante da realidade, mas sim rica de potencialidades à vida atual, real; também à vida de relações” [2013].

Papa Francisco, em seu pontificado tem nos alertado a trabalhar por uma cultura do encontro, diz ele: “com frequência as pessoas cruzam-se, mas não se encontram. Cada um pensa em si mesmo; olha, mas não vê; ouve, mas não escuta. O encontro é outra coisa, é aquilo que o Evangelho nos anuncia: um encontro; um encontro entre um homem e uma mulher, entre um filho único vivo e um filho único morto; entre uma multidão feliz, porque encontrou Jesus e o segue, e um grupo de pessoas, chorando, que acompanha aquela mulher [Lc 7,11-16], que saía de uma porta da cidade; encontro entre aquela porta de saída e a porta de entrada. O redil. Um encontro que nos faz refletir sobre o modo de encontrarmos entre nós”. […] Nós “estamos habituados à cultura da indiferença e temos que trabalhar e pedir a graça de fazer a cultura do encontro” que “restitui a todas as pessoas a própria dignidade de filhos de Deus”.

O pontífice ainda completa: “À mesa, em família, quantas vezes se come, se vê TV ou se escreve mensagens no celular. Todos são indiferentes a este encontro. Até no fulcro da sociedade, que é a família, não existe encontro. Que isto nos ajude a trabalhar por esta cultura do encontro, tão simplesmente como o fez Jesus. Não olhar apenas, mas ver; não ouvir apenas, mas escutar; não só cruzar com os outros, mas parar. Não dizer apenas: que pena, pobres pessoas, mas deixar-se levar pela compaixão. E depois, aproximar-se, tocar e dizer do modo mais espontâneo no momento, na linguagem do coração: Não chore. E dar pelo menos uma gota de vida”. Não bastam panfletos de “gentileza gera gentileza”, se não nos permitimos tocar, aproximar, compadecermo-nos pelo outro, pelo irmão que sofre. Se somos comunicadores, que em nossos microfones possam ressoar a Alegria do Evangelho, a prática da caridade e da doação. Enquanto estivermos usando os microfones para condenar, a mutilação de crianças e jovens continuará entre nós! A Baleia Azul encontrará muitos porquês para “nadar” no oceano da sociedade que vivemos.

Não devemos ficar indiferentes a esta cultura de morte que se semeia no meio de nós assim como o inimigo semeia o joio em meio à lavoura de trigo. Nós, cristãos, homens e mulheres de bem, educadores, psicopedagogos, religiosos, comunicadores, profissionais nas mais diversas áreas em que atuamos, temos de acabar com a indiferença, não cultivar o ódio e erradicar toda esta cultura de morte. Que possamos anunciar a alegria, a paz, o sorriso entre nós, nas nossas casas. “As pessoas se encontram quando há uma verdadeira disponibilidade do coração, da mente, da pessoa na sua globalidade a acolher o outro, a entendê-lo e a acolhê-lo, acreditando que com o encontro se enriquece mutuamente, que se torna melhores e mais ricos de valores espirituais – e também eventualmente religiosos – do que antes de encontrar-se” [Pe. Federico Lombardi].

Frt. Dione Afonso, SDN

dafonsohp@outlook.com

Original Post Author: DIONE AFONSO

Post Date: 2017-04-21 09:42:38 Post Date (GMT): 0000-00-00 00:00:00

Post Title: A BALEIA AZUL E A SÉRIE “13 REASONS WHY”: COMO CURAR ESSA CULTURA SUICIDA COM A CULTURA DO ENCONTRO? Post Category: Comunicação, Formação, Geral, PASCOM Post Tags: Post Excerpt:   O bestseller “Thirteen Reasons Why” é um romance de Jay Asher [1975 – Califórnia]  publicado em 2007. No Brasil, foi traduzido com o título “Os 13 porquês”. Em 2011 a obra atingiu o primeiro lugar de vendas declarado pelo New York Times, e hoje conta com um sucesso de mais de dois milhões de cópias… Post Status: pending Comment Status: open Ping Status: open Post Password: Post Name: To Ping: Pinged: Post Modified: 2017-04-21 09:42:38 Post Modified (GMT): 2017-04-21 12:42:38 Post Content Filtered: Post Parent: 0 GUID: http://conexaoviaevangelho.com/?p=1796 Menu Order: 0 Post Type: post Post MIME Type: Comment Count: 0

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TV Aparecida tem novidades no ar a partir do dia 17 de abril

 

Uma programação novinha para você está chegando na TV Aparecida a partir de hoje, dia 17 de abril. Novos horários e novas atrações para que os telespectadores tenham em sua casa, apresentações ampliadas em vários temas que interessem a toda a família.

Norteada pelas celebrações religiosas no Santuário Nacional e a oração cotidiana do Terço, a TV abre a sua programação para mais informação e mais entretenimento.

Entre os destaques está o programa Manhã Leve com informações sobre comportamento, qualidade de vida e bem-estar.

Prepare-se para este novo momento da TV Aparecida, embalado por novas cores na sua televisão.

Veja os novos horários na parte da manhã: 

– Terço de Aparecida com Pe. Antônio Maria, às 7h (segunda a sexta-feira)
– Bem-Vindo Romeiro, às 7h30 (segunda a sexta-feira)
– Missa de Aparecida, às 9h (segunda-feira a sábado)
– Manhã Leve com Maria Cândida, às 10h (segunda a sexta-feira) 

Uma das principais atrações de 2017, a novela “A Padroeira” será exibida em dois horários. Conteúdo licenciado da TV Globo, a novela relembra o encontro da Imagem de Nossa Senhora Aparecida no Rio Paraíba do Sul.

O conteúdo jornalístico também estará em destaque por meio do programa Arquivo A trazendo reportagens externas com apresentação de Eduardo Miranda. O programa Pet & Cia, apresentado por Bebel Ambrósio, é voltado para os cuidados com os animais de estimação. E de volta, o programa Bênção da Noite será aquele momento especial de oração para o fim do dia com a apresentação de Ir. Viveiros e Jéssica Fernandes.

Sintonize a TV Aparecida pelas antenas parabólicas, canais abertos e sinal digital e assista a nova programação.

Veja como fica a programação a noite:

– Missa de Aparecida (Matriz-Basílica), às 18h (segunda a sexta-feira)      
– Novela A Padroeira, às 19h (segunda-feira a sábado) 
– Bênção da Noite, às 20h (quinta-feira) 
– Arquivo A, às 21h30 (quinta-feira) 
– Pet & Cia, às 22h (segunda-feira) 
– Novela A Padroeira, às 22h30 

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Como evangelizar no Facebook?

Shalom, evangelizador!!

Aqui é o Gabriel Vaz e hoje é Dia de Partilha!!

Como você pode usar o Facebook estrategicamente e atingir pessoas sem experiência de Deus. Se você for no meu canal do YouTube você vai achar outros vídeos com esse tema. Ah! No final do vídeo dou uma dica show de bola.

Descubra como evangelizar pelo Facebook.

Gostou? Comente! Compartilhe!

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A EVANGELIZAÇÃO NA CULTURA DIGITAL

O autor Mario Roberto realizou uma pesquisa que parte da análise da reflexão do Magistério da Igreja sobre o processo evangelizador em sua inserção no universo da comunicação social, levando em conta as dificuldades dessa atividade.

Com base nos documentos da Igreja e exortando diversos esforços para promover a “cultura do encontro” na sua ação evangelizadora.

Conheça a trajetória do trabalho realizado na história de evangelização na cultura digital, baixe o arquivo completo:

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CIBERGRAÇA: Fé, evangelização e comunhão nos tempos da rede

A autora, Aline Amaro da Silva, “examina os efeitos da invenção da internet na teologia e sociedade, definindo o que é ciberteologia a fim de descobrir qual sua contribuição para melhor compreender e inter-relacionar a cultura, a fé e o ser humano contemporâneo.” setas

Dissertação apresentada à Faculdade de Teologia, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre em Teologia, Área de Concentração em Teologia Sistemática.

Orientador: Prof. Dr. Érico João Hammes

Leia o artigo completo, baixe o arquivo: dissertacao-Aline-Amaro-da-Silva

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Deus digital, religiosidade online, fiel conectado

religião virtualDeus se faz digital? Este é o tema central desse artigo de Moisés Sbardelotto, doutorando em Comunicação pelo Instituto Humanitas Unisinos – IHU.

O autor analisa as diversas iniciativas encontradas na web: c”apelas virtuais, velas virtuais, terço virtual, missas em vídeos online, pedidos de oração e aconselhamento espiritual pela internet.

São inúmeros os serviços oferecidos pela grande maioria das igrejas cristãs, especialmente pela Igreja Católica, entre os bits e pixels da internet”.

Afirma o pesquisador: “se a internet traz consigo novas formas de lidar com o mundo – e, consequentemente, com sagrado –, a religião e a religiosidade como tradicionalmente as conhecemos também passam a mudar.”

Leia o artigo AQUI

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A religiosidade popular no ciberespaço

artePensar a Evangelização no ciberespaço é o objetivo do artigo do padre  Rafael Lopez Villaseñor1, missionário Xaveriano. Em seu texto, o autor analisa como a religiosidade passa a ser vivida popularmente de modo online nos tempos atuais.

Para o sacerdote, “a nova realidade religiosa no ciberespaço aparece como desterritorializada, individualizada, subjetivada e fragmentada, exposta ao embate técnico com uma modernidade em crise, vive o ambiente propício para o surgimento de uma imensa variedade de respostas individualistas, institucionalizadas e desinstitucionalizadas”.

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A IGREJA DEVE FORMAR E EDUCAR PARA A COMUNICAÇÃO

Entrevista com Joana T. Puntel

“A Igreja Católica carece de formação sobre a ‘cultura’ da comunicação e a sua constante atualização, para poder entender o desenvolvimento constante das linguagens, da mediação, da recepção que a cultura midiática exige hoje”.

Essas palavras são da religiosa Joana T. Puntel, diretora do Serviço à Pastoral da Comunicação (Sepac) das Paulinas, com pós-doutorado em Comunicação na The London School of Economics and Political Science, na Inglaterra. Ela está lançando o livro “Cultura midiática e Igreja – uma nova ambiência”, resultado de uma pesquisa que vem desenvolvendo nestes últimos anos sobre a cultura da comunicação e a Igreja.

A escritora defende a formação e a educação para a comunicação e que isso implica conhecer e evangelizar dentro da cultura midiática, ou seja, compreender seus paradigmas, sua linguagem, seus processos. Aos bispos e padres que ainda não dão prioridade à comunicação, irmã Joana sugere que leiam e coloquem em prática os documentos oficiais da Igreja sobre o tema.
Conforme ela, neles encontramos grande e progressiva insistência para a formação, a educação para a comunicação, inclusive na última carta apostólica de João Paulo II (janeiro 2005), “O Rápido Desenvolvimento”.

cultura-midiatica-e-igreja-uma-nova-ambiencia-326984_L1

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