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Papa: catequista não é profissão, mas vocação

Papa Francisco \ Encontros e Eventos

Papa: catequista é vocação, não profissão – OSS_ROM

12/07/2017 12:23
Cidade do Vaticano (RV) – Ser catequista não é uma profissão, mas uma vocação: é o que afirma o Papa Francisco na mensagem enviada aos participantes do Simpósio  Internacional sobre Catequese, em andamento na Faculdade de Teologia da Pontifícia Universidade Católica Argentina (UCA), em Buenos Aires.

 

No texto, o Pontífice cita um diálogo de São Francisco de Assis com um de seus seguidores, que queria aprender a pregar. O santo lhe diz: Quando visitamos os enfermos, ajudamos as crianças e damos de comer aos pobres já estamos pregando. “Nesta lição, está contida a vocação e a tarefa do catequista”, escreve o Papa.

Ser catequista

Em primero lugar, a catequese não é um trabalho ou uma tarefa externa à pessoa do catequista, mas se “é” catequista e toda a vida gira em torno desta missão. De fato, “ser” catequista é uma vocação de serviço na Igreja, que se recebeu como dom do Senhor para ser transmitido aos demais. Por isso, o catequista deve constantemente regressar àquele primeiro anúncio ou “kerygma”, que é o dom que transformou a própria vida. Para Francisco, este anúncio deve acompanhar a fé que já está presente na religiosidade do povo.

Com Cristo

O catequista, acrescentou o Papa, caminha a partir de Cristo e com Ele, não é uma pessoa que parte de suas próprias ideias e gostos, mas se deixa olhar por Ele, porque é este olhar que faz arder o coração. Quanto mais Jesus toma o centro da nossa vida, mais nos impulsiona a sair de nós mesmos, nos descentraliza e nos faz mais próximos dos outros.

Catequese “mistagógica”

O Papa compara este dinamismo do amor com os movimentos cardíacos: sístole e diástole, se concentra para se encontrar com o Senhor e imediatamente se abre para pregar Jesus. O exemplo fez do próprio Jesus, que se retirava para rezar ao Pai e logo saía ao encontro das pessoas sedentas de Deus. Daqui nasce a importância da catequese “mistagógica”, que é o encontro constante com a Palavra e os sacramentos e não algo meramente ocasional.

Criatividade

E na hora de pregar, Francisco pede que os catequistas sejam criativos, buscando diferentes meios e formas para anunciar a Cristo. “Os meios podem ser diferentes, mas o importante é ter presente o estilo de Jesus, que se adaptava às pessoas que tinha a sua frente. É preciso saber mudar, adaptar-se, para que a mensagem seja mais próxima, mesmo quando é sempre a mesma, porque Deus não muda, mas renova todas as coisas Nele.

O Papa conclui agradecendo a todos os catequistas pelo que fazem, mas sobretudo porque caminham com o Povo de Deus. “Eu os encorajo a serem alegres mensageiros, custódios do bem e da beleza que resplandecem na vida fiel do discípulo missionário.”

O Simpósio Internacional sobre Catequese teve início no dia 11 de julho e prossegue até o dia 14. O encontro tem como tema “Bem-aventurados os que creem”, e entre os conferencistas estão o Arcebispo  Luis Francisco Ladaria sj, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e Mons. José Ruiz Arenas, Secretário do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização.

http://br.radiovaticana.va/news/2017/07/12/papa_catequista_n%C3%A3o_%C3%A9_profiss%C3%A3o,_mas_voca%C3%A7%C3%A3o/1324551

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Uma bate papo sobre Criatividade Católica

Num mundo onde o “mais do mesmo” tem tomado conta, principalmente no que diz respeito a comunicação, precisamos nos questionar: ainda há algo de novo? Tem como ser criativo e sair do convencional?

Na evangelização: tem como criar sem sair daquilo que é a essência do Evangelho?

Inventar demais é perigoso, mas o Espírito Santo é Aquele que age de forma criativa e nos torna ousados, principalmente na evangelização. Falando nisso, no dia 15 de Julho (meu aniversário uhuuuu) vai rolar um Workshop sobre Criatividade Católica e eu conversei com o organizador, o Dieimerson Vieira, da Agência Rise, sobre esse assunto. Veja só:

Robson Landim: Tem como ser criativo em algo tão antigo como a Igreja?

Dieimerson: A Igreja é antiga mas nunca deixou de ser inovadora. Podemos citar alguns casos que mudaram nossas vidas: O alfabeto, o microscópio, a bússola, dentre outros que foram descobertos por padres ou pessoas diretamente ligadas à Igreja. O que acontece é que com a globalização, as mudanças estão cada vez mais rápidas, e a Igreja não pode perder essa essência de inovação que sempre teve.

Robson Landim: Como surgiu a ideia do Workshop?

Dieimerson: A ideia partiu de um insight meu enquanto fazia alguns estudos sobre criatividade. Eu pensei no seguinte: se existe tanto preparo no mundo corporativo e acadêmico ao redor da criatividade, porquê não preparar e formar criativos para fazer a diferença na Igreja? A partir dali comecei a estudar e conectar a Criatividade e a Igreja e descobri que elas sempre estiveram unidas, mas que agora haviam poucas pessoas tratando do tema. A partir daí fizemos a primeira edição, que foi um sucesso e agora estamos nos encaminhando para a terceira edição. O objetivo é fazer com que as pessoas redescubram o seu lado criativo. É uma experiência para todos, sem distinção de idade, movimento, etc.

Robson Landim: Qual a fonte de inspiração e criatividade dos católicos?

Dieimerson: A maior fonte de inspiração é o Espírito Santo. Enquanto o mundo acredita em coincidências, devemos acreditar que o Espirito Santo nos capacita e nos mostra aquilo que é necessário para sermos criativos. O que diferencia a Criatividade Secular da Criatividade Católica é que devemos sempre ser obedientes aos ensinamentos da Santa Igreja Católica.

Robson Landim: Porque juntar os criativos católicos numa troca de ideias?

Dieimerson: Existem algumas teses sobre criatividade, e uma muito interessante é a da conexão de pontos. Um católico criativo raramente conseguirá fazer algo efetivo sozinho, mas quando reunimos um grupo que tem objetivos em comum, grandes coisas tendem a acontecer, como já aconteceram em edições anteriores. Essa conexão de pontos, pensamentos e experiências é o diferencial (Mt 18,20).

Robson Landim: O que esperar dessa edição do Workshop?

Dieimerson: As primeiras edições foram voltadas exclusivamente a Criatividade, mas nesta edição queremos ampliar os horizontes. Assuntos como ciberteologia e PNL são novos e potencialmente transformadores. Preparamos um lugar diferente que nos tire da zona de conforto e faça com que os participantes tenham uma experiência nova em suas vidas.

Bacana demais, não é? Eu estarei lá palestrando sobre “CIBERTEOLOGIA, pensando o Cristianismo em tempos de rede”. Quer saber mais e garantir sua vaga no Workshop? Acesse o link que está logo abaixo e aproveite o desconto do primeiro lote de vendas: https://www.sympla.com.br/workshop-criatividade-catolica-30__146937

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Dom Orlando Brandes comenta mensagem do Papa para Dia Mundial das Comunicações Sociais

O 51º Dia Mundial das Comunicações Sociais será celebrado pela Igreja no próximo domingo, 28 de maio, o Arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes em entrevista coletiva no Santuário Nacional, nesta sexta-feira , 26, falou da mensagem do Papa Francisco para essa ocasião.

Dom Orlando destacou a preocupação da Igreja com a comunicação interpessoal.

“É importante, a partir desse Dia Mundial das Comunicações Sociais, a gente privilegiar a comunicação interpessoal, pois ela já era difícil e agora está cada vez mais complicado, não só pelas realidades do mundo moderno, mas porque também a comunicação virtual, eletrônica ela vai prejudicando a comunicação pessoal”, colocou.

Coletiva de imprensa Dom Orlando Brandes_Dia Mundial das Comunicações_foto: Portal A12/Valquíria Vieira

Um dos tópicos da mensagem do Papa reforçado por Dom Orlando é sobre a valorização das boas notícias.

“…O bem também deve ter ibope, o bem também deve ter as primeiras páginas, o bem também merece ser comunicado, porque na realidade o bem é maior do que o mal…”

“O bem também deve ter ibope, o bem também deve ter as primeiras páginas, o bem também merece ser comunicado, porque na realidade o bem é maior do que o mal, mas a gente faz um alarde tão grande do mal que parece que o mal é o império de tudo […] Então é importante sim comunicar a realidade, mas não fazer um espetáculo das coisas do mal”, endossou.

De forma especial, Dom Orlando falou ainda que o Dia Mundial das Comunicações Sociais é uma data para agradecer aos profissionais de comunicação.

“Ter um dia especial para as comunicações sociais é ter um dia especial para todos vocês que entendem deste assunto de comunicação. Esse dia também á para vocês de gratidão e reconhecimento”, disse.

A mensagem do Papa Francisco para o 51º Dia Mundial das Comunicações Sociais tem como tema Não tenhas medo, que Eu estou contigo” (Is 43, 5). Comunicar esperança e confiança, no nosso tempo.

Por Valquíria Vieira, 26 de Maio de 2017 às 12h04. Atualizada em 26 de Maio de 2017 às 12h58.

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Lançamento: Curso Como Estruturar uma Comunicação Enxuta e Produtiva

Nos próximos 60 minutos cerca de 4.300 paróquias e 900 Comunidades Novas farão postagens no Facebook, comunicados por WhatsApp, posts no Instragram…  Infelizmente a maior parte desse trabalho vai para o LIXO. Falta-nos um CURSO Prático de como mudar isso.

Por outro lado, uma pequena parte desses católicos comunicadores conseguirão ter um engajamento de 1.000% ou seja, a cada postagem irão atingir outros 1000 fora da Obra/Paróquia/Comunidade.  

Como eles fazem isso? 

Descubra nesta noite no Globo Reporter, quer dizer, nesta quarta-feira, 10-maio, ao vivo, 100% Online e 100% Gratuíto, onde eu, Gabriel Vaz, vou dar dicas práticas  e apresentar tudo o que teremos nesse curso incrível.

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Depois de coordenar e estruturar mais de 90 campanhas em 2 anos na Comunicação Shalom Brasília, tenho algumas descobertas interessantes para compartilhar com você…

QUERO PARTICIPAR AO VIVO COM O GABRIEL VAZ:

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A BALEIA AZUL E A SÉRIE “13 REASONS WHY”: Como Curar essa Cultura Suicida com a Cultura do Encontro?

bestseller “Thirteen Reasons Why” é um romance de Jay Asher [1975 – Califórnia]  publicado em 2007. No Brasil, foi traduzido com o título “Os 13 porquês”. Em 2011 a obra atingiu o primeiro lugar de vendas declarado pelo New York Times, e hoje conta com um sucesso de  mais de dois milhões de cópias vendidas em 35 países desde o dia de seu lançamento. De gênero fictício juvenil, Os 13 porquês, dez anos após seu lançamento ganha a atenção do público com sua versão cinematográfica lançada neste ano pela Netflix dirigido pela Selena Gomez numa temporada de 13 episódios: 13 Reasons Why [omelete.uol.com.br].

Alertando o leitor de spoilers, a série da Netflix conta a história de Hannah Baker [Katheriine Langford] que se suicida aos 17 anos. O suspense da trama concentra-se em Clay Jensen [Dylan Minnette]: um jovem que mantém uma paixão platônica por Hannah e que nunca teve coragem de se declarar. Após a morte de Hannah, Clay recebe dela uma caixa misteriosa guardando 13 fitas cassete que ela própria gravou. Hannah, decidiu relatar nessas fitas os 13 porquês que respondem o motivo de seu suicídio, ou seja, as razões que a levou a tirar a própria vida. “Talvez eu nunca saiba por que vocês fizeram o que fizeram. Mas eu posso fazê-los sentir como foi” [by Hannah, 1º episódio].

Entre os motivos que levou a personagem Hannah cometer suicídio, destacamos: o machismo, o bullying escolar, o estupro, a homofobia… Hannah desenvolve uma profunda depressão… na história percebe-se que é completamente abandonada pela família, o apoio da escola é omisso, os amigos são praticamente inexistentes. Hannah é uma jovem tristemente doente, sem saber onde procurar ajuda; inclusive, ao procurar a ajuda com o Conselheiro Escolar, o único adulto à qual Hannah se aproxima, ele diz que “não tem como ajudá-la se ele não souber o que está acontecendo”. Hannah sente-se mais uma vez rejeitada. Segundo Gomez, Hannah retrata “pessoas que estão sofrendo e que merecem ser escutadas”. A série ainda apresenta a mãe de Hannah [Kate Walsh], que, “acorda para vida” quando já é tarde demais. Na série é uma personagem que sofre profundamente a dor de perder uma filha mesmo sem estar ciente do que aconteceu.

O sucesso da série dá-se pelo fato da vida dos personagens encontrarem tanta referência em nosso cotidiano. Como sabemos, não é muito difícil encontrar pessoas, jovens como a Hannah que sofrem todos esses males que ela sofreu. Lidamos hoje com um alto número de jovens imersos numa depressão causada pela rejeição, abandono, jovens sem esperança de viver, sem perspectivas de vida. Desesperados, cheios de problemas, pressões da família, da faculdade, do trabalho, falta de atenção, carinho e cuidado, falta de credibilidade…, entregam-se a uma cultura suicida como é o caso do jogo “Baleia Azul”. O “Blue Whale”, como é conhecido este jogo despertou recentemente um alerta. A notícia que tivemos é que jovens estão cometendo suicídio ao se comprometerem na realização das regras de tal jogo.

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Desconhecemos a origem desse mal, alguns sites afirmam que é criação norte-americana, mas encontramos também indícios de que o Blue Whale tem sua origem na Rússia. Isso para nós é o que menos importa. O que precisamos entender é que nenhum ser humano de bem, cristão, defensor da vida e propagador da paz  jamais plantaria no mundo uma semente suicida levando nossos irmãos a promoverem uma verdadeira cultura de morte.

Se esta cultura pode contagiar nossos jovens, a cultura do encontro também pode tocar os corações deles. É preciso gastar tempo para encontrarmos nossos amigos, nossos filhos, a família. É preciso educar para o encontro, para o amor, para a amizade. Utilizo-me das palavras de uma psicopedagoga que diz que “hoje estamos perdendo nossos filhos dentro dos próprios quartos. Não estamos mais perdendo eles vítimas de bala perdida; de sequestro à mão armada; nas drogas da Cracolândia… Estamos perdendo eles dentro de nossas casas, nos quartos, imersos à droga da indiferença, do desamor, da desatenção…, e essa droga também mata!” [Via WhatsApp: Cassiana Tardivo].

Nós somos vítimas da Baleia Azul! Nós não a colocamos dentro de casa, mas abrimos a porta para ela no instante em que deixamos nossas crianças fecharem as portas dos quartos. Paramos de conversar, de brincar com eles. Deixamos de conversar com nossos amigos, bloqueamos pessoas no Facebook e no WhatsApp porque elas nos chatearam ou magoaram. Postamos em nossas contas das Redes Sociais sentimentalismos angustiantes, depressivos, em nível alto de carência afetiva no qual, talvez, responda o que Spadaro questiona: “por que, então, milhões de pessoas compartilham minuto a minuto a própria vida, realizando o que é definido como ‘intimidade digital’? […] A Rede é ‘virtuosa’ quando não é vista como substituto alienante da realidade, mas sim rica de potencialidades à vida atual, real; também à vida de relações” [2013].

Papa Francisco, em seu pontificado tem nos alertado a trabalhar por uma cultura do encontro, diz ele: “com frequência as pessoas cruzam-se, mas não se encontram. Cada um pensa em si mesmo; olha, mas não vê; ouve, mas não escuta. O encontro é outra coisa, é aquilo que o Evangelho nos anuncia: um encontro; um encontro entre um homem e uma mulher, entre um filho único vivo e um filho único morto; entre uma multidão feliz, porque encontrou Jesus e o segue, e um grupo de pessoas, chorando, que acompanha aquela mulher [Lc 7,11-16], que saía de uma porta da cidade; encontro entre aquela porta de saída e a porta de entrada. O redil. Um encontro que nos faz refletir sobre o modo de encontrarmos entre nós”. […] Nós “estamos habituados à cultura da indiferença e temos que trabalhar e pedir a graça de fazer a cultura do encontro” que “restitui a todas as pessoas a própria dignidade de filhos de Deus”.

O pontífice ainda completa: “À mesa, em família, quantas vezes se come, se vê TV ou se escreve mensagens no celular. Todos são indiferentes a este encontro. Até no fulcro da sociedade, que é a família, não existe encontro. Que isto nos ajude a trabalhar por esta cultura do encontro, tão simplesmente como o fez Jesus. Não olhar apenas, mas ver; não ouvir apenas, mas escutar; não só cruzar com os outros, mas parar. Não dizer apenas: que pena, pobres pessoas, mas deixar-se levar pela compaixão. E depois, aproximar-se, tocar e dizer do modo mais espontâneo no momento, na linguagem do coração: Não chore. E dar pelo menos uma gota de vida”. Não bastam panfletos de “gentileza gera gentileza”, se não nos permitimos tocar, aproximar, compadecermo-nos pelo outro, pelo irmão que sofre. Se somos comunicadores, que em nossos microfones possam ressoar a Alegria do Evangelho, a prática da caridade e da doação. Enquanto estivermos usando os microfones para condenar, a mutilação de crianças e jovens continuará entre nós! A Baleia Azul encontrará muitos porquês para “nadar” no oceano da sociedade que vivemos.

Não devemos ficar indiferentes a esta cultura de morte que se semeia no meio de nós assim como o inimigo semeia o joio em meio à lavoura de trigo. Nós, cristãos, homens e mulheres de bem, educadores, psicopedagogos, religiosos, comunicadores, profissionais nas mais diversas áreas em que atuamos, temos de acabar com a indiferença, não cultivar o ódio e erradicar toda esta cultura de morte. Que possamos anunciar a alegria, a paz, o sorriso entre nós, nas nossas casas. “As pessoas se encontram quando há uma verdadeira disponibilidade do coração, da mente, da pessoa na sua globalidade a acolher o outro, a entendê-lo e a acolhê-lo, acreditando que com o encontro se enriquece mutuamente, que se torna melhores e mais ricos de valores espirituais – e também eventualmente religiosos – do que antes de encontrar-se” [Pe. Federico Lombardi].

Frt. Dione Afonso, SDN

dafonsohp@outlook.com

Original Post Author: DIONE AFONSO

Post Date: 2017-04-21 09:42:38 Post Date (GMT): 0000-00-00 00:00:00

Post Title: A BALEIA AZUL E A SÉRIE “13 REASONS WHY”: COMO CURAR ESSA CULTURA SUICIDA COM A CULTURA DO ENCONTRO? Post Category: Comunicação, Formação, Geral, PASCOM Post Tags: Post Excerpt:   O bestseller “Thirteen Reasons Why” é um romance de Jay Asher [1975 – Califórnia]  publicado em 2007. No Brasil, foi traduzido com o título “Os 13 porquês”. Em 2011 a obra atingiu o primeiro lugar de vendas declarado pelo New York Times, e hoje conta com um sucesso de mais de dois milhões de cópias… Post Status: pending Comment Status: open Ping Status: open Post Password: Post Name: To Ping: Pinged: Post Modified: 2017-04-21 09:42:38 Post Modified (GMT): 2017-04-21 12:42:38 Post Content Filtered: Post Parent: 0 GUID: http://conexaoviaevangelho.com/?p=1796 Menu Order: 0 Post Type: post Post MIME Type: Comment Count: 0

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TV Aparecida tem novidades no ar a partir do dia 17 de abril

 

Uma programação novinha para você está chegando na TV Aparecida a partir de hoje, dia 17 de abril. Novos horários e novas atrações para que os telespectadores tenham em sua casa, apresentações ampliadas em vários temas que interessem a toda a família.

Norteada pelas celebrações religiosas no Santuário Nacional e a oração cotidiana do Terço, a TV abre a sua programação para mais informação e mais entretenimento.

Entre os destaques está o programa Manhã Leve com informações sobre comportamento, qualidade de vida e bem-estar.

Prepare-se para este novo momento da TV Aparecida, embalado por novas cores na sua televisão.

Veja os novos horários na parte da manhã: 

– Terço de Aparecida com Pe. Antônio Maria, às 7h (segunda a sexta-feira)
– Bem-Vindo Romeiro, às 7h30 (segunda a sexta-feira)
– Missa de Aparecida, às 9h (segunda-feira a sábado)
– Manhã Leve com Maria Cândida, às 10h (segunda a sexta-feira) 

Uma das principais atrações de 2017, a novela “A Padroeira” será exibida em dois horários. Conteúdo licenciado da TV Globo, a novela relembra o encontro da Imagem de Nossa Senhora Aparecida no Rio Paraíba do Sul.

O conteúdo jornalístico também estará em destaque por meio do programa Arquivo A trazendo reportagens externas com apresentação de Eduardo Miranda. O programa Pet & Cia, apresentado por Bebel Ambrósio, é voltado para os cuidados com os animais de estimação. E de volta, o programa Bênção da Noite será aquele momento especial de oração para o fim do dia com a apresentação de Ir. Viveiros e Jéssica Fernandes.

Sintonize a TV Aparecida pelas antenas parabólicas, canais abertos e sinal digital e assista a nova programação.

Veja como fica a programação a noite:

– Missa de Aparecida (Matriz-Basílica), às 18h (segunda a sexta-feira)      
– Novela A Padroeira, às 19h (segunda-feira a sábado) 
– Bênção da Noite, às 20h (quinta-feira) 
– Arquivo A, às 21h30 (quinta-feira) 
– Pet & Cia, às 22h (segunda-feira) 
– Novela A Padroeira, às 22h30 

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Trabalho em equipe: Não ao individualismo!

 

Você pode ser um gênio, esforçado, otimista, sonhador, alto astral, “filantropo”, e isso num trabalho em equipe conta muito, pois, você se torna uma liderança segura e cativante. O problema é quando isso vem com arrogância, egoísmo, autoritarismo, autorreferência, “complexo de workaholic” – ou seja, ativismo doentio e vazio de espiritualidade pessoal.

Sua liderança certamente se encaixa no modelo centralizador e potencialmente imprevisível. Um líder com aversão a ordens que levam em conta o respeito a existência de outros. Óbvio! Quem muito sabe, pouco credita em terceiros: tudo faz sozinho e, até mesmo inventa uma equipe com grandes nomes só para dizer que “foi a equipe que trabalhou junto”.

O Homem de Ferro é um ótimo reflexo disso: não se subestime. Tony Stark é um ótimo exemplo de otimismo, de nunca desanimar. Até mesmo em suas criações, como o modelo tecnológico “jarvis” que, mesmo sendo o mais completo e avançado do mundo, ele Stark sempre encontrava o que aperfeiçoar. Mas sempre sozinho, como ele mesmo diz: “eu sou avançado demais para trabalhar em equipe. Sou volátil, arrogante e apresento certa aversões a regras”.

 

Eis o time dos Vingadores! Uma organização que reuniu heróis de várias personalidades. E que deveriam trabalhar em equipe. Pois é, mesmo com toda a armadura de ferro, com o martelo mais poderoso do mundo, com o homem mais forte e com poderes até de regeneração, não foram capazes de unir as ideias de cada um.

O Homem de Ferro tinha a melhor armadura do mundo e a melhor popularidade, mas, sua armadura era impenetrável às ideias diferentes! Isso, no dia a dia e no trabalho pastoral, faz tudo virar uma montanha-russa, incontrolável. A torre stark era o centro de Manhattan, a mais poderosa economicamente. Porém, brilho demais ofusca os condomínios vizinhos. Quem muito brilha, pouco ilumina!

Tony Stark, [o Homem de Ferro] não tem facilidades em confiar, dar credibilidade, ser flexível, paciente, transparente, humilde e acolhedor. Para um “playboy”, isso fere seus princípios auto controladores da armadura de ferro!

Cuidado! Muito cuidado! Às vezes você pode estar sendo um Tony Stark, e sua armadura de ferro impede que os outros se aproximem de você. Brilho forte demais assusta quem está do seu lado e fica com certo medo de aproximar-se de você. Sem aproximação, não nasce relacionamentos. Sem relacionar-se com os outros, você planta o individualismo onde você vive, trabalha e estuda. O individualismo começa dentro de você.

Isso vale para seu local de trabalho, dentro de sua casa, e em qualquer atividade que se faça em comunidade.

Será que não serviria também para sua vida pastoral?

 

Por:  Frt. Dione Afonso, SDN  |  dafonsohp@outlook.com

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21º Dia Mundial da Vida Consagrada: expressão de comunhão na sociedade

Reflexão e matéria da RV do Dom Jaime Spengler, OFM, arcebispo metropolitano de Porto Alegre, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB e Presidente do Regional Sul 3 da CNBB, neste 2 de fevereiro de 2017 quando se Celebra o 21º Dia Mundial da Vida Consagrada.

Vida Consagrada: expressão de comunhão na sociedade

2017-02-01 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – O nosso convidado no ‘Porta Aberta’, desta quarta-feira (1º/02), é o Arcebispo de Porto Alegre (RS), Dom Jaime Spengler, membro da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica.

Na conversa com Silvonei José eles nos fala sobre o significado do 21º Dia Mundial da Vida Consagrada que será celebrado pela Igreja na quinta-feira, 2 de fevereiro.

(MJ)

(from Vatican Radio)

Texto enviado pelo colaborador deste Blog Paulo Henrique Almeida, seminarista na Diocese de Anápolis/GO

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Quatro mil jovens em vigília com Dom Rino Fisichella pelos 35 da Comunidade Shalom

Dom Rino Fisichella. Foto: Comunidade Shalom
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Missas de envio

“Assim, Ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres”, (Efésios 4:11,12)

Não poderíamos, humildemente, deixar passar em branco o envio dos nossos queridíssimos comunicadores, que tanto contribuem e alegram o Conexão Via Evangelho. Agora a vocação deles segue formatando-os para a missão divina do sacerdócio.

Queridos Edson Victor e Dione Afonso, vocês estarão em nossas orações e eternamente em nossos corações.

Recebam todo o nosso carinho!