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Decreto ‘Magnum principium’ estabelece mudança no Código Canônico

Papa Francisco \ Encontros e Eventos

O cânone 838 diz respeito às traduções

10/09/2017 13:08
Cidade do Vaticano (RV) – O Vaticano publicou sábado (‘9/09) um ‘motu próprio’ (decreto) do Papa Francisco sobre as traduções litúrgicas, o ‘Magnum principium’.

 

O que muda

Francisco estabelece que a tradução de textos litúrgicos, aprovada pelas Conferências Episcopais nacionais, não seja mais submetida à revisão por parte da Santa Sé (recognitio), mas à confirmação (confirmatio).

Desta forma, a Sé Apostólica ratifica, em substância, o trabalho dos episcopados, obviamente pressupondo a sua fidelidade e a correspondência das versões ao texto litúrgico original.

Como explica o jornal vaticano “L’Osservatore Romano”, “a oração litúrgica deve se adaptar à compreensão do povo para ser plenamente vivida, com um estilo expressivo, fiel aos textos originários, mas capaz de comunicar o anúncio de salvação em qualquer contexto linguístico e cultural”,

Entrada em vigor

A decisão do Papa foi tomada com base no trabalho de uma comissão de bispos e peritos por ele instituída.

O cânone alterado é o 838 do Código de Direito Canônico e a entrada em vigor do ‘motu próprio’ é 1º de outubro de 2017.

(cm)

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Congresso Mundial SIGNIS – a mensagem do Papa Francisco

Logo SIGNIS

19/06/2017 09:58
Cidade do Vaticano (RV) – “Continuar a buscar todos os meios tecnológicos e sociais para cooperar na missão universal da Igreja de proclamar o Evangelho da paz”: este é o incentivo do Papa Francisco a todos os profissionais da mídia católica, reunidos de 19 a 22 de junho na Cidade de Québec, Canadá, por ocasião do Congresso Mundial da SIGNIS, Associação Católica Internacional para a comunicação.

Tornar a esperança acessível a todos

Na mensagem enviada a Mons. Dario Edoardo Viganò, Prefeito da Secretaria para a Comunicação e assinada pelo Secretário de Estado, Cardeal Pietro Parolin, o Pontífice faz votos de que o Congresso possa inspirar “uma esperança, acessível a todos, precisamente no lugar onde a vida conhece a amargura do fracasso”. Enfim, o Papa concede sua bênção a todos os participantes no evento.

Jornalistas, testemunhas da esperança

Ao Congresso chegou também a saudação do Cardeal Gérald Cyprien Lacroix, Arcebispo de Quebec, que evidencia “como esta conferência permita aos operadores da mídia valorizar a sua preciosa contribuição ao dar testemunho da esperança” do homem. “Vocês são mensageiros válidos – escreve o purpurado aos comunicadores – dos frutos que produz a Palavra de Deus”. Então o convite a “prosseguirem, com alegria e esperança, a missão dos meios de comunicação no mundo”.

Sessão dedicada à reforma da mídia do Vaticano

Centrada no tema “Mídia para uma Cultura da Paz: promover histórias de esperança”, o Congresso será aberto com um painel de discussão em que quatro representantes de organizações católicas explicarão como contar histórias de esperança; em seguida, serão os representantes do mundo audiovisual a narrar como “encontrar Deus em todas as coisas e filmá-lo”. Uma sessão específica na tarde desta segunda-feira, 19 de junho, será dedicada a aprofundar a reforma da comunicação do Vaticano.

Os jovens, a fé as redes sociais

Central, também, a reflexão sobre o envolvimento religioso e espiritual dos jovens que compartilham a sua fé nas redes sociais. Na agenda ainda a análise da relação entre música e esperança, e  como não se desesperar nas situações de crise. Serão apresentadas, em seguida, experiências de colaboração no campo da comunicação para enfrentar campanhas de sensibilização.

Um prêmio ao cineasta Martin Scorsese
Entre as muitas oficinas programadas, algumas dedicadas ao diálogo inter-religioso, ao meio ambiente, à busca da verdade no contexto das chamadas “fake news” (notícias falsas), e ao retorno do religioso ao cinema. Neste sentido, os participantes do Congresso assistirão à exibição do filme “Silêncio”, que conta a história de três padres jesuítas perseguidos por causa de sua fé, no século XVII, no Japão. O filme é dirigido pelo cineasta Martin Scorsese, a quem quarta-feira, 21 de junho, será atribuído o “Prêmio SIGNIS pela excelência de produção cinematográfica”. (SP)

 

http://br.radiovaticana.va/news/2017/06/19/congresso_mundial_signis_-_a_mensagem_do_papa_francisco/1319889

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Primeiro Dia Mundial dos Pobres: caridade e solidariedade

Vaticano \ Eventos

Logo Dia Mundial dos Pobres – RV

13/06/2017 08:54
Cidade do Vaticano (RV) – Foi publicada, na manhã desta terça-feira (13/6), no Vaticano, a Mensagem do Papa para o Primeiro Dia Mundial dos Pobres, que tem como tema: «Não amemos com palavras, mas com obras».

O Dia Mundial dos Pobres foi instituído por Francisco, na conclusão do Ano Santo extraordinário da Misericórdia, com uma Carta Apostólica intitulada “Misericórdia e mísera”. A celebração, sinal concreto” do Ano Jubilar, se realizará no XXXIII Domingo do Tempo Comum, que este ano cai em 19 de novembro.

O Papa inicia sua Mensagem, com a citação evangélica do tema central: «Meus filhinhos, não amemos com palavras nem com a boca, mas com obras e com verdade».

Estas palavras do apóstolo São João – diz Francisco – são um imperativo do qual nenhum cristão pode prescindir. A importância do mandamento de Jesus, transmitido pelo “discípulo amado” até aos nossos dias, tem pleno sentido diante das palavras vazias que saem da nossa boca.

O amor não admite álibis: quem pretende amar como Jesus amou, deve assumir o seu exemplo, sobretudo quando somos chamados a amar os pobres. Aliás, é bem conhecida a forma de amar do Filho de Deus: “Ele nos amou primeiro, a ponto de dar a sua vida por nós”.

Deste modo, a misericórdia, que brota do coração da Trindade, se concretiza e gera compaixão e obras de misericórdia pelos irmãos e irmãs mais necessitados.

Neste sentido, o Santo Padre fez diversas referências da vida de Jesus, que ecoou, desde o início, na primeira Comunidade eclesial, que assumiu a assistência e o serviço aos pobres, com base no ensinamento do Mestre, que proclamou os pobres “bem-aventurados e herdeiros do Reino dos Céus”.

Contudo, aconteceu que alguns cristãos não deram a devida atenção a este apelo, deixando-se contagiar pela mentalidade mundana. Mas, o Espírito Santo soprou sobre muitos homens e mulheres que, de várias formas, dedicaram toda a sua vida ao serviço dos pobres.

O Papa recordou que, nestes Dois mil anos, numerosas páginas da história foram escritas por cristãos que, com simplicidade e humildade, se colocaram a serviço dos seus irmãos mais pobres.

Aqui, citou alguns nomes que mais se destacaram na caridade, como São Francisco de Assis, testemunha viva de uma pobreza genuína.

O Santo Padre lembra que, para os cristãos, discípulos de Cristo, a pobreza é, antes de tudo, uma vocação; é seguir Jesus pobre; é o metro para avaliar o uso correto dos bens materiais.

O nosso mundo, muitas vezes, não consegue identificar a pobreza dos nosso dias, com suas trágicas consequências: sofrimento, marginalização, opressão, violência, torturas, prisão, guerra, privação da liberdade e da dignidade, ignorância, analfabetismo, enfermidades, desemprego, tráfico de pessoas, escravidão, exílio e miséria. A pobreza é fruto da injustiça social, da miséria moral, da avidez de poucos e da indiferença generalizada!

Diante deste cenário, não se pode permanecer inertes e resignados, afirmou Francisco. Todos estes pobres – como dizia o Beato Paulo VI – pertencem à Igreja por “direito evangélico” e a obriga à sua opção fundamental.

Por isso, o Papa conclui sua Mensagem para o Dia Mundial dos Pobres convidando toda a Igreja a fixar seu olhar, neste dia, a todos os estendem suas mãos invocando ajuda e solidariedade.

Que este Dia sirva de estímulo para reagir à cultura do descarte, do desperdício e da exclusão e a assumir a cultura do encontro, com gestos concretos de oração e de caridade, para uma maior evangelização no mundo. Os pobres – diz por fim Francisco – não são um problema, mas “um recurso para acolher e viver a essência do Evangelho”. (MT)

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Papa Francisco às crianças: “Seus pequenos gestos podem mudar o mundo”

VATICANO, 02 Jun. 17 / 04:30 pm (ACI).- O Papa Francisco conversou com um grupo de crianças, pais e professores da experiência educacional cristã “Cavaleiros do Graal” e os encorajou a contribuir para mudar o mundo com pequenos gestos.

Papa Francisco fala para as crianças. Foto: Captura Youtube

Durante a audiência na Sala Paulo VI, o Pontífice respondeu a diversas perguntas que as crianças fizeram sobre a amizade, sobre como podem contribuir no mundo e sobre o sentido do sofrimento.

A amizade

Uma das primeiras perguntas feitas ao Papa foi sobre o medo das mudanças e suas consequências, especialmente, o medo de uma criança perder os seus amigos quando mudam de escola para universidade.

Francisco explicou que “a vida é um contínuo ‘bom-dia’ e ‘até a próxima’”. Muitas vezes um breve adeus, mas outras vezes um adeus de muitos anos ou para sempre. Se não se aprende a despedir-se bem, jamais aprenderá a encontrar novas pessoas”.

O Santo Padre deu muita importância a esta pergunta, porque se trata de “um desafio da vida”. Explicou que na mudança do colégio à universidade “teus companheiros não serão os mesmos. Talvez você os encontrará novamente e conversará com eles, mas você deve encontrar novos companheiros. É um desafio”.

“Na vida devemos nos acostumar com este caminho: deixar algumas coisas e encontrar coisas novas. Isso também é um risco”. Neste sentido, incentivou a não ter medo, a não se fechar e a crescer.

“Quando um menino, uma menina, um homem, uma mulher diz chega e se acomoda no sofá, não cresce, fecha o horizonte da vida”. E deu um exemplo. O Pontífice encorajou as crianças a olharem para uma das paredes da Sala Paulo VI. “Olhem para aquela parede. O que há atrás dela? Você não sabe? Esse é o modo como uma pessoa não pode crescer. Tem uma parede na sua frente. Não sabe o que há do outro lado”.

“Mas se você vai do lado de fora, ao campo, por exemplo, o que você vê onde não há paredes? Tudo! Você vê o horizonte. Devemos aprender a olhar a vida olhando horizontes. Sempre mais, sempre mais. Sempre em frente. Isto acontece ao conhecer pessoas novas, conhecer novas situações…”.

Isso não significa esquecer-se dos velhos amigos, “não. Sempre há uma bela lembrança. Muitas vezes nos deparamos com velhos colegas, saudamos. Mas devemos seguir sempre em frente para crescer”.

Mudar o mundo

A segunda pergunta que as crianças fizeram ao Papa foi sobre o que podem fazer para mudar o mundo. Ele respondeu que, “se já é difícil para gente grande, para as pessoas que estudaram, para as pessoas que têm a capacidade de governar os países, quanto mais difícil será para um menino ou uma menina, não é?”.

E reconheceu: “Sim, é difícil. Mas eu gostaria de perguntar-lhes: É possível? Vocês, podem mudar o mundo? Sim, mas como? Com ??as coisas que estão ao seu redor”.

O Santo Padre deu um exemplo: “Sempre quando estou com as crianças, pergunto-lhes: ‘Se você tem dois doces e um amigo se aproxima de você, o que você está faz?’. Normalmente todos respondem: ‘Eu dou um para ele e fico com o outro’. Alguns não dizem, mas pensam: ‘Guardarei os dois no bolso e os como assim que ele for embora’”.

“A primeira é uma atitude positiva – explicou –, a outra é uma atitude egoísta, negativa”. Ilustrou estas duas atitudes com o símbolo da mão: a “mão aberta simboliza a atitude positiva, a mão fechada simboliza a negativa”.

“Para mudar o mundo é necessário ter a mão aberta. A mão é um símbolo do coração. Ou seja, precisamos ter um coração aberto”.

Francisco não perdeu a oportunidade de encorajar as crianças a começar a mudar o mundo com pequenos gestos que nascem deste coração aberto. “O mundo muda abrindo o coração, ouvindo os outros, recebendo os outros, partilhando as coisas. E vocês podem fazer o mesmo”.

Em seguida, deu outro exemplo: “Se você tem um companheiro, um amigo, uma amiga, um colega de escola, uma colega de escola de quem você não gosta, que é um pouco antipático, Você vai fofocar sobre aquela pessoa? Isso é ter o coração fechado, a mão fechada. Se, ao contrário, você releva ‘não gosto, mas não digo nada’. Isso é ter um coração aberto, a mão aberta”.

“É um gesto pequeno, mas podemos mudar o mundo com as pequenas coisas de todos os dias, com a generosidade, com a partilha, criando essas atitudes de irmandade. Se alguém me insulta e eu o insulto, isso é ter um coração fechado. Em vez disso, se alguém me insulta e eu não respondo, isso é ter um coração aberto”. E pediu: “Jamais respondam ao mal com o mal”.

O sentido do sofrimento

A última pergunta que as crianças fizeram ao Pontífice foi sobre o sentido da dor e do sofrimento: “Como podemos entender que o Senhor nos ama quando tira as pessoas ou coisas que nunca gostaria de perder?”.

Depois de meditar a resposta durante alguns segundos, o Santo Padre completou a pergunta tornando-a um pouco mais concreta: “Vamos pensar um pouco, todos juntos, imaginemos um hospital infantil. Como você pode pensar que Deus ama essas crianças e permite que estejam doentes, ou muitas vezes morram?”.

“Pensem nesta pergunta: Por que as crianças sofrem? Por que há crianças no mundo que sofrem de fome, enquanto em outros lugares do mundo desperdiçam? Por quê?”. “Há perguntas que não podem ser respondidas com palavras. Não tenho palavras para explicá-lo”, reconheceu.

“Com frequência você encontrará qualquer explicação, mas não sobre o porquê, e sim do para quê. Quando faço esta pergunta ao Senhor na oração, por que as crianças sofrem?, o Senhor não me responde. Então apenas olho para o Crucifixo. Se Deus permitiu que Seu Filho sofresse assim por nós, deve haver algo ali que tenha um sentido. Na vida, há perguntas e situações que não podem ser explicadas”, concluiu.

http://www.acidigital.com/noticias/papa-francisco-as-criancas-seus-pequenos-gestos-podem-mudar-o-mundo-34194/

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II Encontro de Assessores da Pascom está com inscrições abertas

Os coordenadores e assessores da Pastoral da Comunicação das arquidioceses e dioceses do Regional Sul 1 conta mais uma vez com o Encontro com a coordenação estadual da Pascom que será realizado no próximo dia 6 de maio, em Limeira, SP, e terá como tema:” Não tenhas medo, que Eu estou contigo” (Is 43, 5). Comunicar esperança e confiança, no nosso tempo”.

Estão abertas as inscrições, até o dia 28 de abril, para participação no II Encontro de Coordenadores e Assessores da Pascom. O evento, que contou com sua primeira edição em 2016 faz parte do calendário regional da Pascom.

O encontro tem como objetivo principal fortalecer a atuação da Pascom, melhorando a sua articulação e, assim avançar na missão pastoral.

As inscrições serão exclusivamente por meio eletrônico, no endereço: http://diocesedelimeira.org.br/publicacoes_detalhe.php?codigo=407 .  Na ficha de inscrição on-line, o participante deverá indicar a diocese que representa.

Para efetivar a inscrição, será necessário que os participantes, preencham o formulário. O pagamento deverá ser efetuado no local do evento, no momento da chegada.

Participe!

Dúvidas, mais informações ou problemas com a inscrição, enviar e-mail para:  pascomsul1@gmail.com

Local do evento : Centro Diocesano de Limeira (CDL), localizado na rodovia João Tosello, KM 103 – Limeira – SP. –  Informações: (19) 3442-6147 / (19) 9.8101-1034

 

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Reflexão sobre o tema do 51º Dia Mundial das Comunicações Sociais, 2017 – “Não tenhas medo, que Eu estou contigo” (Is 43, 5)

“Não tenhas medo, que Eu estou contigo” [Is 43,5]. Na dor e sofrimento de um povo oprimido, escravo e mutilado, a voz do profeta urge como uma esperança que ilumina a vida de todos, comunicando, confiante de que Deus não os abandonará. A Sua Aliança é eterna como o seu amor, e Ele há de libertá-lo e reuni-lo.

A promessa confiante do profeta Isaías também deve se fazer ressoar hoje. Ao celebrar o 51º Dia Mundial dedicado aos Meios de Comunicação Social Papa Francisco nos convida a comunicar esperança e confiança em nosso tempo. “Gostaria que esta mensagem pudesse chegar
como um encorajamento a todos aqueles que diariamente, seja no âmbito profissional seja nas relações pessoais, ‘moem’ tantas informações para oferecer um pão fragrante e bom a quantos se alimentam dos frutos da sua comunicação. A todos quero exortar a uma comunicação construtiva, que, rejeitando os preconceitos contra o outro, promova uma cultura do encontro por meio da qual se possa aprender a olhar, com convicta confiança, a realidade”.

O centro da mensagem deste ano é o encorajamento a todos os homens de bem que, estando cientes de que sempre em meio ao trigo haverá a semente do joio, somos nós quem escolhemos o que vamos “moer” para o nosso alimento. Por isso o exortar para a confiança: “queria que todos – deseja o papa – procurássemos ultrapassar aquele sentimento de mau humor e resignação que muitas vezes se apodera de nós […]. Num sistema comunicador onde vigora a lógica de que uma notícia boa não desperta a atenção, e, por conseguinte não é uma notícia, e onde o drama do sofrimento e o mistério do mal facilmente são elevados a espetáculo, podemos ser tentados a anestesiar a consciência ou cair no desespero”.

E, somos convidados a apontar caminhos de esperança: assumir posturas diante das inúmeras informações que “moemos”, que vamos deixando penetrar em nossas identidades, ações e em nossa consciência. O caminho de esperança é saber para onde olhar, ‘mudar as lentes de nossos óculos” diante da diversidade dessa realidade. E, o Papa afirma: “para nós, cristãos, os óculos adequados para decifrar a realidade só podem ser os da Boa Notícia: partir da Boa Notícia por excelência, ou seja, o ‘Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus’ [Mc 1, 1]. […] Mais do que uma informação sobre Jesus, a boa notícia é o próprio Jesus”.

Nossas comunidades precisam reconhecer as “boas notícias” veiculadas nos Meios de Comunicação, fazer que elas ressoem por toda a parte. Parece-nos que precisamos de uma conversão também digital, os Meios de Comunicação Social precisam se convertem em sementes de trigo que, “levedam toda a massa” e anunciam o Reino de Vida abundante. Se as notícias de morte germinam e se implantam no coração humano, as notícias de vida também podem encantar-nos e encontrar eco nos microfones postos à disposição de tantos profetas de hoje que são verdadeiros missionários, seja no altar, seja nas ruas…

Que possamos em nossas PasCom’s, ajudar nossos fieis, nossos agentes de pastoral a limpar, desembaçar os óculos dessa Boa Nova que norteia nossa vida e nos dá esperança e alegria. Que possamos, com a Semente da Boa Nova do Reino, sem medo, lançá-la na terra para que, confiantes no Espírito, “que semeia em nós os desejos do Reino” assumamos a missão de sermos comunicadores do amor em nosso tempo. Que nossos jovens não se iludam com a realidade virtual e não cedam à ilusão de uma dupla vida identitária, porque isso fragmenta a pessoa. Que, nossos jovens, motivados pelo progresso da tecnologia, possam, em meio ao joio, colher o trigo da Eucaristia que os alimenta para a Vida em Cristo, Filho de Deus e Senhor Nosso!

 

Frt. Dione Afonso, SDN

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Apostolado da Oração divulga as intenções do Papa para os 12 meses de 2017.

O Apostolado da Oração divulgou quais serão as intenções de oração do Papa Francisco para os 12 meses do ano de 2017.

Papa Francisco em oração - Crédito da foto: LOsservatore Romano

Para o mês de janeiro, a intenção de oração do Pontífice será ‘por todos os cristãos, para que, fiéis ao ensinamento do Senhor, se empenhem com a oração e a caridade fraterna no restabelecimento da plena comunhão eclesial, colaborando para responder aos desafios atuais da humanidade’.

Em fevereiro, o Santo Padre pede para que se reze ‘por todos os que vivem em provação, sobretudo os pobres, os prófugos e os marginalizados, para que encontrem acolhimento e conforto nas nossas comunidades’.

Em março, Francisco pede orações ‘pelos cristãos perseguidos, para que experimentem o apoio de toda a Igreja na oração e através da ajuda material’.

Em abril, a intenção de oração do Papa está voltada aos ‘jovens, para que saibam responder com generosidade à própria vocação, considerando seriamente também a possibilidade de se consagrarem ao Senhor no sacerdócio ou na vida consagrada’.

Em maio, se rezará ‘pelos cristãos na África, para que deem um testemunho profético de reconciliação, de justiça e de paz, à imagem de Jesus Misericordioso’.

Em junho, o Papa pede orações ‘pelos responsáveis das nações, para que se empenhem decididamente em pôr fim ao comércio de armas, que provoca tantas vítimas inocentes’.

Em julho, a intenção de oração do Santo Padre é ‘pelos nossos irmãos que se afastaram da fé, para que, através da nossa oração e do nosso testemunho evangélico, possam redescobrir a proximidade do Senhor misericordioso e a beleza da vida cristã’.

Em agosto, Francisco exorta para que se reze ‘pelos artistas do nosso tempo, para que, através das obras do seu engenho, ajudem todas as pessoas a descobrir a beleza da criação’.

Em setembro, a intenção de oração do Papa é ‘pelas nossas paróquias, para que, animadas pelo espírito missionário, sejam lugares de comunicação da fé e testemunho de caridade’.

Em outubro, o Santo Padre pede orações ‘pelo mundo do trabalho, para que sejam assegurados a todos o respeito e a tutela dos direitos e seja dada aos desempregados a possibilidade de contribuírem para a edificação do bem comum’.

Em novembro, Francisco rezará ‘pelos cristãos na Ásia, para que, testemunhando o Evangelho com palavras e obras, favoreçam o diálogo, a paz e a compreensão recíproca, sobretudo com aqueles que pertencem a outras religiões’.

Em dezembro, a intenção de oração do Papa Francisco será ‘pelos idosos, para que, sustentados pelas famílias e pelas comunidades cristãs, colaborem com a sua sabedoria e experiência na transmissão da fé e na educação das novas gerações’.

Fonte: Gaudiumpress.org

http://www.a12.com/

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Para o 50º Dia Mundial da Paz, Papa Francisco pede uma política sem violência

No dia 01 de Janeiro é celebrado o Dia Mundial da Paz, para a 50ª edição dessa celebração a mensagem do Papa Francisco traz o tema “A não violência: estilo de uma política para a Paz”.

Em sua mensagem o Santo Padre alerta para as consequências negativas da violência reforçando que a paz traz consequências sociais positivas.

:: 10 dicas para alcançar a paz interior em Deus

“… a paz tem consequências sociais positivas e permite um verdadeiro progresso. Devemos, portanto, agir nos espaços possíveis, negociando caminhos de paz, até mesmo onde tais caminhos parecem tortuosos ou impraticáveis”, lê-se na mensagem.

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Pedindo uma política da não violência o Papa observa que a paz não é só inspiração.

“… a “não violência” pode assumir um significado mais amplo e novo: não apenas uma mera aspiração, inspiração, rejeição moral da violência, das barreiras, dos impulsos destruidores, mas também um método político realista, aberto à esperança”.

:: Confira alguns discursos e homilias do Papa Francisco

Francisco destaca a preservação dos direitos e da dignidade;

“…é importante reconhecer, sempre mais, não o direito da força, mas a força do direito.”

“Se o direito e a igual dignidade de cada ser humano são salvaguardados sem discriminações e distinções, consequentemente, a “não violência”, entendida como método político, pode constituir um instrumento realista para superar os conflitos armados. Nesta perspectiva, é importante reconhecer, sempre mais, não o direito da força, mas a força do direito”.

Com esta Mensagem para o Dia Mundial da Paz, o Santo Padre ainda indica um caminho à solução de conflitos através de negociação e não movimentos armados, além disso também pede o respeito pela cultura e a identidade dos povos e o combate ao tráfico de armas. Assim aponta a“não violência”, como estilo político, que pode e deve fazer muito mais para superar este flagelo.

O Dia Mundial da Paz teve início por desejo do Beato Papa Paulo VI e é celebrado todos os anos no dia 1° de Janeiro de cada novo ano. A Mensagem do Papa é enviada a todas as Chancelarias do mundo e serve de guia para as diretrizes diplomáticas da Santa Sé.

Redação A12, 14 de Novembro de 2016 às 06h23.

Francisco: o Pai-Nosso é a pedra angular da oração

Papa Francisco \ Missa Santa Marta

Francisco durante a celebração – OSS_ROM dia 16/06/2016 (quinta-feira)

Cidade do Vaticano (RV) – Rezando o Pai Nosso sentimos o Seu olhar sobre nós. Foi o que afirmou o Papa na missa matutina na Casa Santa Marta dia 16.06. Francisco ressaltou que, para um cristão, as orações não são palavras mágicas e recordou que ‘Pai’ é a palavra que Jesus profere sempre nos momentos fortes de sua vida.

Não desperdiçar palavras como os pagãos, não pensar que as orações são palavras ‘mágicas’. O Pontífice se inspirou no Evangelho do dia, quando Jesus ensina a oração do ‘Pai Nosso’ a seus discípulos e refletiu sobre o valor de rezar ao Pai na vida do cristão. Jesus, disse, “indica o espaço da oração em uma só palavra: ‘Pai’”.

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