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Congresso Mundial SIGNIS – a mensagem do Papa Francisco

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19/06/2017 09:58
Cidade do Vaticano (RV) – “Continuar a buscar todos os meios tecnológicos e sociais para cooperar na missão universal da Igreja de proclamar o Evangelho da paz”: este é o incentivo do Papa Francisco a todos os profissionais da mídia católica, reunidos de 19 a 22 de junho na Cidade de Québec, Canadá, por ocasião do Congresso Mundial da SIGNIS, Associação Católica Internacional para a comunicação.

Tornar a esperança acessível a todos

Na mensagem enviada a Mons. Dario Edoardo Viganò, Prefeito da Secretaria para a Comunicação e assinada pelo Secretário de Estado, Cardeal Pietro Parolin, o Pontífice faz votos de que o Congresso possa inspirar “uma esperança, acessível a todos, precisamente no lugar onde a vida conhece a amargura do fracasso”. Enfim, o Papa concede sua bênção a todos os participantes no evento.

Jornalistas, testemunhas da esperança

Ao Congresso chegou também a saudação do Cardeal Gérald Cyprien Lacroix, Arcebispo de Quebec, que evidencia “como esta conferência permita aos operadores da mídia valorizar a sua preciosa contribuição ao dar testemunho da esperança” do homem. “Vocês são mensageiros válidos – escreve o purpurado aos comunicadores – dos frutos que produz a Palavra de Deus”. Então o convite a “prosseguirem, com alegria e esperança, a missão dos meios de comunicação no mundo”.

Sessão dedicada à reforma da mídia do Vaticano

Centrada no tema “Mídia para uma Cultura da Paz: promover histórias de esperança”, o Congresso será aberto com um painel de discussão em que quatro representantes de organizações católicas explicarão como contar histórias de esperança; em seguida, serão os representantes do mundo audiovisual a narrar como “encontrar Deus em todas as coisas e filmá-lo”. Uma sessão específica na tarde desta segunda-feira, 19 de junho, será dedicada a aprofundar a reforma da comunicação do Vaticano.

Os jovens, a fé as redes sociais

Central, também, a reflexão sobre o envolvimento religioso e espiritual dos jovens que compartilham a sua fé nas redes sociais. Na agenda ainda a análise da relação entre música e esperança, e  como não se desesperar nas situações de crise. Serão apresentadas, em seguida, experiências de colaboração no campo da comunicação para enfrentar campanhas de sensibilização.

Um prêmio ao cineasta Martin Scorsese
Entre as muitas oficinas programadas, algumas dedicadas ao diálogo inter-religioso, ao meio ambiente, à busca da verdade no contexto das chamadas “fake news” (notícias falsas), e ao retorno do religioso ao cinema. Neste sentido, os participantes do Congresso assistirão à exibição do filme “Silêncio”, que conta a história de três padres jesuítas perseguidos por causa de sua fé, no século XVII, no Japão. O filme é dirigido pelo cineasta Martin Scorsese, a quem quarta-feira, 21 de junho, será atribuído o “Prêmio SIGNIS pela excelência de produção cinematográfica”. (SP)

 

http://br.radiovaticana.va/news/2017/06/19/congresso_mundial_signis_-_a_mensagem_do_papa_francisco/1319889

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Lançamento: Curso Como Estruturar uma Comunicação Enxuta e Produtiva

Nos próximos 60 minutos cerca de 4.300 paróquias e 900 Comunidades Novas farão postagens no Facebook, comunicados por WhatsApp, posts no Instragram…  Infelizmente a maior parte desse trabalho vai para o LIXO. Falta-nos um CURSO Prático de como mudar isso.

Por outro lado, uma pequena parte desses católicos comunicadores conseguirão ter um engajamento de 1.000% ou seja, a cada postagem irão atingir outros 1000 fora da Obra/Paróquia/Comunidade.  

Como eles fazem isso? 

Descubra nesta noite no Globo Reporter, quer dizer, nesta quarta-feira, 10-maio, ao vivo, 100% Online e 100% Gratuíto, onde eu, Gabriel Vaz, vou dar dicas práticas  e apresentar tudo o que teremos nesse curso incrível.

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Depois de coordenar e estruturar mais de 90 campanhas em 2 anos na Comunicação Shalom Brasília, tenho algumas descobertas interessantes para compartilhar com você…

QUERO PARTICIPAR AO VIVO COM O GABRIEL VAZ:

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II Encontro de Assessores da Pascom está com inscrições abertas

Os coordenadores e assessores da Pastoral da Comunicação das arquidioceses e dioceses do Regional Sul 1 conta mais uma vez com o Encontro com a coordenação estadual da Pascom que será realizado no próximo dia 6 de maio, em Limeira, SP, e terá como tema:” Não tenhas medo, que Eu estou contigo” (Is 43, 5). Comunicar esperança e confiança, no nosso tempo”.

Estão abertas as inscrições, até o dia 28 de abril, para participação no II Encontro de Coordenadores e Assessores da Pascom. O evento, que contou com sua primeira edição em 2016 faz parte do calendário regional da Pascom.

O encontro tem como objetivo principal fortalecer a atuação da Pascom, melhorando a sua articulação e, assim avançar na missão pastoral.

As inscrições serão exclusivamente por meio eletrônico, no endereço: http://diocesedelimeira.org.br/publicacoes_detalhe.php?codigo=407 .  Na ficha de inscrição on-line, o participante deverá indicar a diocese que representa.

Para efetivar a inscrição, será necessário que os participantes, preencham o formulário. O pagamento deverá ser efetuado no local do evento, no momento da chegada.

Participe!

Dúvidas, mais informações ou problemas com a inscrição, enviar e-mail para:  pascomsul1@gmail.com

Local do evento : Centro Diocesano de Limeira (CDL), localizado na rodovia João Tosello, KM 103 – Limeira – SP. –  Informações: (19) 3442-6147 / (19) 9.8101-1034

 

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A BALEIA AZUL E A SÉRIE “13 REASONS WHY”: Como Curar essa Cultura Suicida com a Cultura do Encontro?

bestseller “Thirteen Reasons Why” é um romance de Jay Asher [1975 – Califórnia]  publicado em 2007. No Brasil, foi traduzido com o título “Os 13 porquês”. Em 2011 a obra atingiu o primeiro lugar de vendas declarado pelo New York Times, e hoje conta com um sucesso de  mais de dois milhões de cópias vendidas em 35 países desde o dia de seu lançamento. De gênero fictício juvenil, Os 13 porquês, dez anos após seu lançamento ganha a atenção do público com sua versão cinematográfica lançada neste ano pela Netflix dirigido pela Selena Gomez numa temporada de 13 episódios: 13 Reasons Why [omelete.uol.com.br].

Alertando o leitor de spoilers, a série da Netflix conta a história de Hannah Baker [Katheriine Langford] que se suicida aos 17 anos. O suspense da trama concentra-se em Clay Jensen [Dylan Minnette]: um jovem que mantém uma paixão platônica por Hannah e que nunca teve coragem de se declarar. Após a morte de Hannah, Clay recebe dela uma caixa misteriosa guardando 13 fitas cassete que ela própria gravou. Hannah, decidiu relatar nessas fitas os 13 porquês que respondem o motivo de seu suicídio, ou seja, as razões que a levou a tirar a própria vida. “Talvez eu nunca saiba por que vocês fizeram o que fizeram. Mas eu posso fazê-los sentir como foi” [by Hannah, 1º episódio].

Entre os motivos que levou a personagem Hannah cometer suicídio, destacamos: o machismo, o bullying escolar, o estupro, a homofobia… Hannah desenvolve uma profunda depressão… na história percebe-se que é completamente abandonada pela família, o apoio da escola é omisso, os amigos são praticamente inexistentes. Hannah é uma jovem tristemente doente, sem saber onde procurar ajuda; inclusive, ao procurar a ajuda com o Conselheiro Escolar, o único adulto à qual Hannah se aproxima, ele diz que “não tem como ajudá-la se ele não souber o que está acontecendo”. Hannah sente-se mais uma vez rejeitada. Segundo Gomez, Hannah retrata “pessoas que estão sofrendo e que merecem ser escutadas”. A série ainda apresenta a mãe de Hannah [Kate Walsh], que, “acorda para vida” quando já é tarde demais. Na série é uma personagem que sofre profundamente a dor de perder uma filha mesmo sem estar ciente do que aconteceu.

O sucesso da série dá-se pelo fato da vida dos personagens encontrarem tanta referência em nosso cotidiano. Como sabemos, não é muito difícil encontrar pessoas, jovens como a Hannah que sofrem todos esses males que ela sofreu. Lidamos hoje com um alto número de jovens imersos numa depressão causada pela rejeição, abandono, jovens sem esperança de viver, sem perspectivas de vida. Desesperados, cheios de problemas, pressões da família, da faculdade, do trabalho, falta de atenção, carinho e cuidado, falta de credibilidade…, entregam-se a uma cultura suicida como é o caso do jogo “Baleia Azul”. O “Blue Whale”, como é conhecido este jogo despertou recentemente um alerta. A notícia que tivemos é que jovens estão cometendo suicídio ao se comprometerem na realização das regras de tal jogo.

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Desconhecemos a origem desse mal, alguns sites afirmam que é criação norte-americana, mas encontramos também indícios de que o Blue Whale tem sua origem na Rússia. Isso para nós é o que menos importa. O que precisamos entender é que nenhum ser humano de bem, cristão, defensor da vida e propagador da paz  jamais plantaria no mundo uma semente suicida levando nossos irmãos a promoverem uma verdadeira cultura de morte.

Se esta cultura pode contagiar nossos jovens, a cultura do encontro também pode tocar os corações deles. É preciso gastar tempo para encontrarmos nossos amigos, nossos filhos, a família. É preciso educar para o encontro, para o amor, para a amizade. Utilizo-me das palavras de uma psicopedagoga que diz que “hoje estamos perdendo nossos filhos dentro dos próprios quartos. Não estamos mais perdendo eles vítimas de bala perdida; de sequestro à mão armada; nas drogas da Cracolândia… Estamos perdendo eles dentro de nossas casas, nos quartos, imersos à droga da indiferença, do desamor, da desatenção…, e essa droga também mata!” [Via WhatsApp: Cassiana Tardivo].

Nós somos vítimas da Baleia Azul! Nós não a colocamos dentro de casa, mas abrimos a porta para ela no instante em que deixamos nossas crianças fecharem as portas dos quartos. Paramos de conversar, de brincar com eles. Deixamos de conversar com nossos amigos, bloqueamos pessoas no Facebook e no WhatsApp porque elas nos chatearam ou magoaram. Postamos em nossas contas das Redes Sociais sentimentalismos angustiantes, depressivos, em nível alto de carência afetiva no qual, talvez, responda o que Spadaro questiona: “por que, então, milhões de pessoas compartilham minuto a minuto a própria vida, realizando o que é definido como ‘intimidade digital’? […] A Rede é ‘virtuosa’ quando não é vista como substituto alienante da realidade, mas sim rica de potencialidades à vida atual, real; também à vida de relações” [2013].

Papa Francisco, em seu pontificado tem nos alertado a trabalhar por uma cultura do encontro, diz ele: “com frequência as pessoas cruzam-se, mas não se encontram. Cada um pensa em si mesmo; olha, mas não vê; ouve, mas não escuta. O encontro é outra coisa, é aquilo que o Evangelho nos anuncia: um encontro; um encontro entre um homem e uma mulher, entre um filho único vivo e um filho único morto; entre uma multidão feliz, porque encontrou Jesus e o segue, e um grupo de pessoas, chorando, que acompanha aquela mulher [Lc 7,11-16], que saía de uma porta da cidade; encontro entre aquela porta de saída e a porta de entrada. O redil. Um encontro que nos faz refletir sobre o modo de encontrarmos entre nós”. […] Nós “estamos habituados à cultura da indiferença e temos que trabalhar e pedir a graça de fazer a cultura do encontro” que “restitui a todas as pessoas a própria dignidade de filhos de Deus”.

O pontífice ainda completa: “À mesa, em família, quantas vezes se come, se vê TV ou se escreve mensagens no celular. Todos são indiferentes a este encontro. Até no fulcro da sociedade, que é a família, não existe encontro. Que isto nos ajude a trabalhar por esta cultura do encontro, tão simplesmente como o fez Jesus. Não olhar apenas, mas ver; não ouvir apenas, mas escutar; não só cruzar com os outros, mas parar. Não dizer apenas: que pena, pobres pessoas, mas deixar-se levar pela compaixão. E depois, aproximar-se, tocar e dizer do modo mais espontâneo no momento, na linguagem do coração: Não chore. E dar pelo menos uma gota de vida”. Não bastam panfletos de “gentileza gera gentileza”, se não nos permitimos tocar, aproximar, compadecermo-nos pelo outro, pelo irmão que sofre. Se somos comunicadores, que em nossos microfones possam ressoar a Alegria do Evangelho, a prática da caridade e da doação. Enquanto estivermos usando os microfones para condenar, a mutilação de crianças e jovens continuará entre nós! A Baleia Azul encontrará muitos porquês para “nadar” no oceano da sociedade que vivemos.

Não devemos ficar indiferentes a esta cultura de morte que se semeia no meio de nós assim como o inimigo semeia o joio em meio à lavoura de trigo. Nós, cristãos, homens e mulheres de bem, educadores, psicopedagogos, religiosos, comunicadores, profissionais nas mais diversas áreas em que atuamos, temos de acabar com a indiferença, não cultivar o ódio e erradicar toda esta cultura de morte. Que possamos anunciar a alegria, a paz, o sorriso entre nós, nas nossas casas. “As pessoas se encontram quando há uma verdadeira disponibilidade do coração, da mente, da pessoa na sua globalidade a acolher o outro, a entendê-lo e a acolhê-lo, acreditando que com o encontro se enriquece mutuamente, que se torna melhores e mais ricos de valores espirituais – e também eventualmente religiosos – do que antes de encontrar-se” [Pe. Federico Lombardi].

Frt. Dione Afonso, SDN

dafonsohp@outlook.com

Original Post Author: DIONE AFONSO

Post Date: 2017-04-21 09:42:38 Post Date (GMT): 0000-00-00 00:00:00

Post Title: A BALEIA AZUL E A SÉRIE “13 REASONS WHY”: COMO CURAR ESSA CULTURA SUICIDA COM A CULTURA DO ENCONTRO? Post Category: Comunicação, Formação, Geral, PASCOM Post Tags: Post Excerpt:   O bestseller “Thirteen Reasons Why” é um romance de Jay Asher [1975 – Califórnia]  publicado em 2007. No Brasil, foi traduzido com o título “Os 13 porquês”. Em 2011 a obra atingiu o primeiro lugar de vendas declarado pelo New York Times, e hoje conta com um sucesso de mais de dois milhões de cópias… Post Status: pending Comment Status: open Ping Status: open Post Password: Post Name: To Ping: Pinged: Post Modified: 2017-04-21 09:42:38 Post Modified (GMT): 2017-04-21 12:42:38 Post Content Filtered: Post Parent: 0 GUID: http://conexaoviaevangelho.com/?p=1796 Menu Order: 0 Post Type: post Post MIME Type: Comment Count: 0

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Reflexão sobre o tema do 51º Dia Mundial das Comunicações Sociais, 2017 – “Não tenhas medo, que Eu estou contigo” (Is 43, 5)

“Não tenhas medo, que Eu estou contigo” [Is 43,5]. Na dor e sofrimento de um povo oprimido, escravo e mutilado, a voz do profeta urge como uma esperança que ilumina a vida de todos, comunicando, confiante de que Deus não os abandonará. A Sua Aliança é eterna como o seu amor, e Ele há de libertá-lo e reuni-lo.

A promessa confiante do profeta Isaías também deve se fazer ressoar hoje. Ao celebrar o 51º Dia Mundial dedicado aos Meios de Comunicação Social Papa Francisco nos convida a comunicar esperança e confiança em nosso tempo. “Gostaria que esta mensagem pudesse chegar
como um encorajamento a todos aqueles que diariamente, seja no âmbito profissional seja nas relações pessoais, ‘moem’ tantas informações para oferecer um pão fragrante e bom a quantos se alimentam dos frutos da sua comunicação. A todos quero exortar a uma comunicação construtiva, que, rejeitando os preconceitos contra o outro, promova uma cultura do encontro por meio da qual se possa aprender a olhar, com convicta confiança, a realidade”.

O centro da mensagem deste ano é o encorajamento a todos os homens de bem que, estando cientes de que sempre em meio ao trigo haverá a semente do joio, somos nós quem escolhemos o que vamos “moer” para o nosso alimento. Por isso o exortar para a confiança: “queria que todos – deseja o papa – procurássemos ultrapassar aquele sentimento de mau humor e resignação que muitas vezes se apodera de nós […]. Num sistema comunicador onde vigora a lógica de que uma notícia boa não desperta a atenção, e, por conseguinte não é uma notícia, e onde o drama do sofrimento e o mistério do mal facilmente são elevados a espetáculo, podemos ser tentados a anestesiar a consciência ou cair no desespero”.

E, somos convidados a apontar caminhos de esperança: assumir posturas diante das inúmeras informações que “moemos”, que vamos deixando penetrar em nossas identidades, ações e em nossa consciência. O caminho de esperança é saber para onde olhar, ‘mudar as lentes de nossos óculos” diante da diversidade dessa realidade. E, o Papa afirma: “para nós, cristãos, os óculos adequados para decifrar a realidade só podem ser os da Boa Notícia: partir da Boa Notícia por excelência, ou seja, o ‘Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus’ [Mc 1, 1]. […] Mais do que uma informação sobre Jesus, a boa notícia é o próprio Jesus”.

Nossas comunidades precisam reconhecer as “boas notícias” veiculadas nos Meios de Comunicação, fazer que elas ressoem por toda a parte. Parece-nos que precisamos de uma conversão também digital, os Meios de Comunicação Social precisam se convertem em sementes de trigo que, “levedam toda a massa” e anunciam o Reino de Vida abundante. Se as notícias de morte germinam e se implantam no coração humano, as notícias de vida também podem encantar-nos e encontrar eco nos microfones postos à disposição de tantos profetas de hoje que são verdadeiros missionários, seja no altar, seja nas ruas…

Que possamos em nossas PasCom’s, ajudar nossos fieis, nossos agentes de pastoral a limpar, desembaçar os óculos dessa Boa Nova que norteia nossa vida e nos dá esperança e alegria. Que possamos, com a Semente da Boa Nova do Reino, sem medo, lançá-la na terra para que, confiantes no Espírito, “que semeia em nós os desejos do Reino” assumamos a missão de sermos comunicadores do amor em nosso tempo. Que nossos jovens não se iludam com a realidade virtual e não cedam à ilusão de uma dupla vida identitária, porque isso fragmenta a pessoa. Que, nossos jovens, motivados pelo progresso da tecnologia, possam, em meio ao joio, colher o trigo da Eucaristia que os alimenta para a Vida em Cristo, Filho de Deus e Senhor Nosso!

 

Frt. Dione Afonso, SDN

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Quatro mil jovens em vigília com Dom Rino Fisichella pelos 35 da Comunidade Shalom

Dom Rino Fisichella. Foto: Comunidade Shalom
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FELIZ NATAL!!

 

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Somos Comunicadores do Mundo!
Comunicadores do Amor, da Paz, da Alegria do Evangelho!
Neste Natal, o nosso compromisso é de comunicar o renascer do Menino Deus na vida e no coração de cada pessoa de bem. Não é mais um Natal, não é mais um presépio, é o renascimento de uma vida onde Jesus Cristo se faz o centro da sua própria história.
Nós, do Conexão Via Evangelho, desejamos um Santo Natal a cada comunicador. A cada microfone que faz ressoar a Palavra de Deus aos “confins da terra”; a cada jornal impresso que leva a mensagem de Luz às famílias; a cada programa de TV que anuncia o nascimento desse Menino-Deus que vem para restaurar nossas vidas e nos devolver a Paz!
Nossa Missão é Comunicação!
Nossa Missão é Amor!
Nossa Missão é Conexão!
Conexão Via Evangelho, porque, conectados em Cristo, conectamo-nos com o coração de cada um de vocês!
Feliz Natal e um Ano Novo repleto de boas realizações.

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Na PasCom, evangelizadores com espírito

“Como sabemos, era missão dos bispos da Igreja eleger um Bispo para Roma, mas eles trouxeram alguém lá do fim do mundo, mas, eis-me aqui! Do fim do mundo para a Igreja de Roma, rezem incessantemente por mim, de cabeça reclinada e no silêncio, rezem comigo: Pai Nosso, que estais no céu…”

Desde a eleição do papa Francisco – 13 de março de 2013 – parece que os fieis de nossas comunidades reacenderam uma “chama diferente” em suas vidas. Como se um tempo de graça, um kairos tivesse iniciado em nossa Igreja. O carisma e a alegria do nosso pastor é o que mais nos motiva e fortalece-nos para enfrentar os desafios cotidianos, encarar com pulso firme e coragem as injustiças que tentam nos paralisar e nos matar.

Indubitavelmente, é Francisco, não simplesmente um nome; não simplesmente o nome de um papa; é Francisco, um modelo de Igreja, um projeto de Vida, um jeito novo de evangelizar. Mais do que nos inspirar, papa Francisco nos convida a um novo jeito de pensar: “a Alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus […], convido-os para uma nova etapa evangelizadora marcada por esta Alegria e indicar caminhos para o percurso da Igreja nos próximos anos” [EG, 1].

E o convite do papa é claro e deve nos inquietar. Esta Alegria deve nos contagiar, encher o nosso coração, encharcar a nossa missão. Deve, esta Alegria, tornar-se comunicação de paz, de justiça, de espírito missionário, de oração e de Fé. Primeiramente, esta alegria deve ser marcada pela Fé. Alimentar o nosso espírito com essa Fé, é tornar prática do próprio cotidiano a oração, a adoração, a contemplação, a leitura orante da Bíblia, o trabalho pastoral.

O que o papa propõe a todos nós, leigos e leigas, batizados, discípulos missionários é algo muito simples, e, não é nenhuma novidade para nós: é evangelizar com espírito de Alegria, e, isso significa nos alimentar da oração cotidiana para que o trabalho pastoral não se torne vazia e estéril.

Uma Pastoral da Comunicação [PasCom] estéril é aquela que não comunica a alegria, mas comunica, de maneira privada e selecionada, exclusiva, o que é interesse pessoal e não paroquial. Na paróquia, a verdadeira PasCom não deve aparecer. Seu serviço não aparece, mas ele está lá na paróquia, na comunidade, se foi bem feito os resultados, todos irão compartilhar e usufruir, sinal de evangelizadores com espírito; mas, se for mal feito, as igrejas poderão se esvaziar, porque não teve espírito, não teve alegria, não foi feito por amor. A comunicação que dá frutos é aquela que não precisa aparecer, é aquela que não deve aparecer.

Centrada no Evangelho, a PasCom insere a paróquia num ambiente que não pode ser novidade mais para nós: o mundo digital, as Redes Sociais e os portais da Internet. E, neste mundo a Igreja pode evangelizar ainda com mais força, encontrar pessoas que precisam de direção na vida, fieis que não encontram mais sentido pra viver, e, “se consigo ajudar uma só pessoa a viver melhor, isso já justifica o dom da minha vida. É maravilhoso ser povo fiel de Deus. E ganhamos plenitude, quando derrubamos os muros e o coração se enche de rostos e de nomes” [EG, 274]. Não desperdice seus dons. Todo batizado é um agente de comunicação, ou deveria ser. Todos são responsáveis em comunicar a mensagem do Evangelho. Não desperdice palavras, não desperdice mensagens, não desperdice tempo. “Não há motivo para alguém poder pensar que este convite não lhe diz respeito, já que ‘da alegria trazida pelo Senhor ninguém é excluído’” [EG, 3].

O mundo digital não pode estar indiferente a nós cristãos. Nos projetos paroquiais e pastorais deve estar a preocupação em evangelizar neste campo, onde “seres humanos habitam”. Grupos privados, páginas particulares no Facebook, por exemplo, não deve ser atitudes pastorais de paróquias. Isso não é PasCom. Grupos fechados são reflexos de pastorais fechadas e doentes, atrasadas no tempo. É por isso que se chama “comunicação”, é junto, é “Com”. Devemos ser comunidades abertas e o que fazemos nas Redes Sociais são reflexos do nosso dia a dia, porque não temos dupla identidade, ou seja, não temos dois perfis: um no digital e outro no social, mas somos uma só pessoa e o social é, também digital. Se sou fechado nas Redes Sociais, também sou fechado nas minhas relações do dia a dia.

Devemos arriscar! Fica o apelo. Precisamos ser Igrejas abertas às relações. Nossas pastorais não podem estar fechadas em si mesmas, frias, estéreis, sem gerar vida e sem mudança. Precisamos de lideranças evangelizadores com espírito: espírito de Alegria. Que a nossa comunicação possa, de fato, ser instrumento de evangelização para os fieis de nossas comunidades. Que a PasCom seja instrumento de conversão e caminho de encontro. Que a evangelização da PasCom proporcione aos fieis possibilidades de um verdadeiro encontro com Jesus Cristo. Não nos tornamos cristãos com espírito “ por uma decisão ética ou uma grande ideia”. Tornamo-nos cristãos com espírito “através do encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo” [EG, 7]. E este encontro tudo transforma.

É o encontro do homem com Deus. É este encontro com o amor de Deus que nos “converte em amizade feliz”, encontro “que nos resgatados da nossa consciência isolada e da autorreferencialidade”. “Aqui está a fonte da ação evangelizadora. Porque, se alguém acolheu este amor que lhe devolve o sentido da vida, como é que pode conter o desejo de o comunicar aos outros?” [EG, 8] Acredito que é essa a “chama diferente” que Francisco reacendeu em nós.

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Lançado o Portal da PASCOM BRASIL

A Pastoral da Comunicação (Pascom) lançou, nesta quarta-feira, 17 de agosto, um portal web para informação, formação e evangelização de agentes em todo o Brasil. Até o dia 31 de agosto, a Comissão aguarda as críticas que forem enviadas com sugestões para que o portal fique ainda melhor e mais útil! Participe!

 http://pascombrasil.com.br/

Saiba mais:
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COMUNICAÇÃO NÃO É JARGÃO

A pastoral da comunicação [PasCom] deve ser para a Igreja um espaço no qual a própria pastoral possa proporcionar às nossas pequenas e grandes comunidades, oportunidades e formação no material impresso, nas falas, no teatro e na música, mas também, no campo digital que, com suas façanhas, entre elas: redes sociais, blogs e chats, podem estar a serviço de uma evangelização que proclame a paz, a esperança e a Boa Nova de Jesus.

Cristo, comunicador

Ainda encontramos pastores, leigos, que afirmam que trabalhar com essas tecnologias em nossas paróquias é perda de tempo; é fuga do exercício do sacerdócio; é descompromisso com a aproximação do povo; é ilusão, pois não é um trabalho missionário… pois estes acreditam que missão mesmo é você estar próximo, tocar, sentir o cheiro, aproximar “de verdade” dos irmãos.

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