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Em agosto, vamos celebrar as vocações da Igreja!

Com este intuito, entre os dias 20 e 27 de agosto, celebraremos juntos a 48ª Semana Vocacional. Nossa Senhora Aparecida será guia neste caminho de descoberta e aprendizado.

48ª Semana Vocacional

Nada melhor do que pedir a intercessão da Mãe Aparecida pelas vocações, rezando e pedindo ao Senhor mais operários para a Messe. O Santuário Nacional é lugar de conversão. O devoto, depois de ouvir a Palavra de Deus e celebrar os sacramentos da Eucaristia e da Reconciliação, voltam para casa transformados. Por isso, é considerado também ambiente fecundo para o despertar vocacional. Muitos jovens assumem sua vocação a partir do contato direto com Nossa Senhora Aparecida no Santuário, ou através dos Meios de Comunicação que propagam a devoção à Padroeira do Brasil. Por ser um lugar de oração, acolhimento e de celebração da fé, o Santuário é um espaço privilegiado de discernimento vocacional.

:: Mês Vocacional: CNBB propõe reflexão inspirada no SIM de Maria

A 48ª Semana Vocacional vai navegar nas águas do Ano Mariano, incentivando os jovens a “avançar para as águas mais profundas”, para assumir com maior firmeza as causas do reino.

As famílias, a vocação sacerdotal, a vida religiosa e a vocação leiga serão temas de reflexões e celebrações no Santuário Nacional, afinal todos são igualmente importantes para a construção do Reino.

:: Semana Vocacional celebrará os 300 anos de bênçãos

Acompanhe a Semana Vocacional pela Rede Aparecida de Comunicação e pelo Portal A12.com.

http://Home

Por: http://Thamara Gomes, 01 de Agosto de 2017 às 14h26. Atualizada em 01 de Agosto de 2017 às 14h40.

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21º Dia Mundial da Vida Consagrada: expressão de comunhão na sociedade

Reflexão e matéria da RV do Dom Jaime Spengler, OFM, arcebispo metropolitano de Porto Alegre, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB e Presidente do Regional Sul 3 da CNBB, neste 2 de fevereiro de 2017 quando se Celebra o 21º Dia Mundial da Vida Consagrada.

Vida Consagrada: expressão de comunhão na sociedade

2017-02-01 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – O nosso convidado no ‘Porta Aberta’, desta quarta-feira (1º/02), é o Arcebispo de Porto Alegre (RS), Dom Jaime Spengler, membro da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica.

Na conversa com Silvonei José eles nos fala sobre o significado do 21º Dia Mundial da Vida Consagrada que será celebrado pela Igreja na quinta-feira, 2 de fevereiro.

(MJ)

(from Vatican Radio)

Texto enviado pelo colaborador deste Blog Paulo Henrique Almeida, seminarista na Diocese de Anápolis/GO

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É preciso superar esquemas engessados de prática pastoral

Em entrevista ao jornal O SÃO PAULO, Dom Odilo Pedro Scherer falou sobre o 12º Plano de Pastoral
Publicado em: 01/02/2017 – 10:30
Créditos: Fernando Geronazzo/ Jornal O SÃO PAULO

Por Fernando Geronazzo/ Jornal O SÃO PAULO

Ao falar sobre o 12º Plano Arquidiocesano de Pastoral, o arcebispo de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer, destaca a necessidade de uma Igreja “em saída” e cada vez mais em “estado permanente de missão” na cidade. “Precisamos fazer uma pastoral mais voltada para as pessoas, do que para alimentar esquemas ‘que sempre foram assim’”, disse.
Confira a íntegra da entrevista concedida com exclusividade ao jornal O SÃO PAULO:

O SÃO PAULO – Quais os principais pontos que o senhor destaca no 12º Plano Arquidiocesano de Pastoral?

Dom Odilo Pedro Scherer – O 12° Plano de Pastoral, que deverá orientar a Pastoral de Conjunto da Arquidiocese de São Paulo nos próximos quatro anos, mantém a motivação de seus predecessores: a preocupação missionária diante das várias urgências da evangelização em nossa Arquidiocese. Nele, também continua presente a preocupação com o testemunho do Evangelho de Cristo na Metrópole paulistana, uma vez que somos uma Igreja inserida inteiramente no contexto da cidade grande. Ainda mais, o novo Plano traz a preocupação com a família, direcionado para uma nova pastoral familiar, conforme os estímulos vindos das últimas duas assembleias do Sínodo dos Bispos e do Papa Francisco, na Exortação Apostólica Amoris Laetitia.

Na apresentação do Plano, o senhor escreve que “ainda estamos longe de ser uma Igreja ‘em saída’ e ‘em estado permanente de missão’”. O que nos falta?

Falta-nos traduzir esses apelos da Igreja em práticas pastorais eficazes, que renovem a vida eclesial. Estamos falando de uma “nova evangelização” como uma necessidade urgente, desde a Conferência de Santo Domingo, do Episcopado da América Latina e do Caribe (1992). Em 2007, a Conferência de Aparecida teve a mesma preocupação; e isso vem sendo repetido em vários momentos e documentos da Igreja no Brasil, em São Paulo, na América Latina… Sínodos e vários documentos pontifícios foram feitos em vista desta nova evangelização. Nesse sentido, o Papa Francisco vem falando constantemente da necessidade de sermos uma “Igreja em saída” e “em estado permanente de missão”. Certamente, muitos passos já foram dados, mas tenho a impressão de que há muito ainda para ser feito. Nossa Igreja continua pouco missionária. Muitos fiéis continuam distantes e sem formação cristã, sem acompanharem a vida eclesial; outros, abandonam com facilidade a Igreja e a própria fé católica; as vocações sacerdotais, religiosas e missionárias escasseiam; o modelo cristão de família está em profunda crise; e o modo cristão de educação dos filhos, onde também se prevê a transmissão da fé, está sendo abandonado. De uma geração a outra, passamos de pais fervorosamente católicos a filhos indiferentes e, por fim, netos pagãos… Acho que está faltando muita coisa para sermos verdadeiramente uma Igreja “em estado de missão”! Precisamos achar a maneira de romper e superar certos esquemas engessados de prática pastoral, certa forma de trabalhar a evangelização que não se deu conta de que a sociedade e a cultura mudaram; precisamos falar mais ao coração das pessoas, concentrar os nossos esforços no que é essencial, conforme orientou o Papa Francisco na Exortação Apostólica Evangelii Gaudium (2013). Precisamos fazer uma pastoral mais voltada para as pessoas, do que para alimentar esquemas “que sempre foram assim”…

Uma novidade deste plano é a sexta urgência, “Igreja, família de famílias”. Quais os motivos que levam a Arquidiocese a olhar com maior cuidado para esse âmbito da sociedade?

Não é de hoje que a Igreja se preocupa com a família e faz pastoral familiar. Mas, no presente, a família atravessa uma situação nova: no contexto da cultura contemporânea, a proposta cristã de casamento e família está em profunda crise; há muitos casais católicos em situa-ções “irregulares” e que se sentem “fora da Igreja”, abandonados por ela, mesmo que a Igreja não os tenha abandonado ou excluído. Tal mal-estar de muitos casais e famílias católicas é um fato. Diante disso, poderíamos ser tentados a dar toda a razão ao ambiente cultural e dizer: aquilo que a Igreja prega para as famílias e sobre o casamento não é viável…. Ou então, pensar que, em relação à família e ao casamento, não há o certo e o errado, mas, simplesmente, as situações reais, diante das quais não temos nada a dizer e fazer…. Estaríamos então abandonando o Evangelho. O Papa Francisco, na Exortação Amoris Laetitia, convida a Igreja a restabelecer a sua aliança com a família, tendo em vista o desígnio de Deus sobre ela e o valor e a importância da família para a pessoa, a comunidade humana e para a própria Igreja. É preciso que voltemos a nos relacionar com todas as famílias; que as acolhamos e convidemos a percorrer o caminho do Evangelho de Cristo. A família é importantíssima para a evangelização e transmissão da fé cristã, e, sem contar com ela, fica difícil transmitir a fé às novas gerações. O novo Plano de Pastoral traz essa preocupação para nossa Arquidiocese.

O Plano também fala da necessidade urgente de retomar a catequese sistemática e propõe, inclusive, a elaboração de um “catecismo arquidiocesano”. O que seria este catecismo?

De fato, foi constatado que a iniciação à vida cristã se apresenta falha ou insuficiente: ela precisa ser mais sistemática e aprofundada. A formação cristã apenas superficial do povo católico é um fato e precisa ser enfrentada com discernimento e coragem. Ela é uma das razões da falta de perseverança na fé e na vida cristã, do abandono fácil da Igreja, da “mudança de religião” e também da pouca coerência no testemunho de vida cristã de muitos católicos. Precisamos investir na formação de catequistas, na oferta de material catequético adequado e consistente, na busca e chamada das crianças, adolescentes, jovens e adultos para fazerem um caminho de formação cristã. De fato, compete aos bispos zelarem pela catequese em suas dioceses e isso inclui a preparação, ou indicação de catecismos e itinerários de formação cristã.

Também é proposta uma revisão do Diretório dos Sacramentos da Arquidiocese. O que precisa ser revisto neste documento?
O Diretório dos Sacramentos oferece as orientações e normas básicas para a pastoral dos Sacramentos; nosso Diretório foi elaborado há mais de 15 anos e vale para todas as dioceses da Província Eclesiástica de São Paulo. O Diretório precisa ser adequado, isto é, de acordo com as novas necessidades e circunstâncias; exemplo disso é a pastoral matrimonial, que precisa ser revista depois dos Sínodos sobre a família; também as orientações para a catequese de iniciação à vida cristã e para os Sacramentos de iniciação à prática da fé precisam ser adequadas.

Qual é a motivação do Sínodo Arquidiocesano proposto para ser iniciado durante a vigência deste Plano de Pastoral?
A proposta do Sínodo arquidiocesano está amadurecendo, e ele deverá ser anunciado ainda no decorrer deste ano de 2017. Um Sínodo diocesano é uma ação eclesial de grande envergadura e significado, que precisa ser bem preparada, planejada e organizada. Não somente é realizado em diversas etapas, mas com diversos níveis de envolvimento do povo de Deus e das lideranças da Igreja. Será uma novidade para nossa Arquidiocese e tenho a esperança de que ele trará muitos frutos. Desde agora, convido todo o povo da Arquidiocese a rezar pelo bom êxito do Sínodo!

Uma vez lançado o Plano de Pastoral, quais os próximos passos que devem ser dados para a sua implementação prática?

O Plano já está lançado desde outubro de 2016. Passado o intervalo das férias, vamos então intensificar a divulgação do 12º Plano e estimular seu estudo e recepção em toda a Arquidiocese, para que possa surtir os efeitos práticos desejados. O Plano de Pastoral requer que suas diretrizes sejam assimiladas pelas diversas organizações e expressões organizadas da vida eclesial: regiões, setores pastorais, paróquias, organizações do laicato e da vida consagrada, das várias formas de comunidades menores, pastorais, movimentos, associações de fiéis; todas essas realidades eclesiais são chamadas a traduzir as indicações do novo Plano de Pastoral em projetos e programas pastorais. E esse trabalho precisa ser feito cada ano, ao longo dos próximos quatro anos.

Entrevista publicada no Jornal O SÃO PAULO – Edição 3136 – 1º a 7 de fevereiro de 2017

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Missas de envio

“Assim, Ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres”, (Efésios 4:11,12)

Não poderíamos, humildemente, deixar passar em branco o envio dos nossos queridíssimos comunicadores, que tanto contribuem e alegram o Conexão Via Evangelho. Agora a vocação deles segue formatando-os para a missão divina do sacerdócio.

Queridos Edson Victor e Dione Afonso, vocês estarão em nossas orações e eternamente em nossos corações.

Recebam todo o nosso carinho!

 

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Papa deixa a Suécia: juntos na esperança.

Francisco deixa a Suécia – AFP

01/11/2016 14:02
Cidade do Vaticano (RV) – “Do conflito à comunhão. Juntos na esperança”: este foi o lema da viagem à Suécia que o Papa Francisco encerrou nesta terça-feira.

Tratou-se da sua 17ª viagem apostólica e a última deste ano de 2016. A ocasião da visita foi a comemoração conjunta dos 500 anos da Reforma protestante e os 50 anos do diálogo entre as duas confissões – ambas as datas que serão recordadas de maneira oficial em 2017.

No total, foram pouco mais de 24 horas em solo sueco. No aeroporto de internacional de Malmö aguardava o Papa para a despedida em nome do governo e do povo sueco a Ministra da Cultura e da Democracia, senhora Alice Bah-Kuhnke.

Na bagagem desta viagem os momentos ecumênicos com os luteranos e a assinatura da Declaração conjunta.

Momentos com forte caráter penitencial; um pedido perdão pelos erros do passado e pelas divisões, e o propósito de caminhar juntos e trabalhar pelo bem da humanidade.

E nesta terça-feira a Santa Missa com a comunidade católica do país na solenidade de Todos os Santos. E as palavras finais que precederam o Angelus: “Dou graças a Deus por me ter dado a oportunidade de vir a esta terra e encontrar-me com vocês”. (SP)

http://br.radiovaticana.va/news/2016/11/01/papa_deixa_a_su%C3%A9cia_juntos_na_esperan%C3%A7a/1269342

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COMUNICAÇÃO NÃO É JARGÃO

A pastoral da comunicação [PasCom] deve ser para a Igreja um espaço no qual a própria pastoral possa proporcionar às nossas pequenas e grandes comunidades, oportunidades e formação no material impresso, nas falas, no teatro e na música, mas também, no campo digital que, com suas façanhas, entre elas: redes sociais, blogs e chats, podem estar a serviço de uma evangelização que proclame a paz, a esperança e a Boa Nova de Jesus.

Cristo, comunicador

Ainda encontramos pastores, leigos, que afirmam que trabalhar com essas tecnologias em nossas paróquias é perda de tempo; é fuga do exercício do sacerdócio; é descompromisso com a aproximação do povo; é ilusão, pois não é um trabalho missionário… pois estes acreditam que missão mesmo é você estar próximo, tocar, sentir o cheiro, aproximar “de verdade” dos irmãos.

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Teologia e Comunicação: reflexões sobre o tema

Padre Pedro Gilberto Gomes“A relação entre a comunicação e a Teologia ainda não está totalmente esclarecida no pensamento da Igreja. Normalmente, quando se fala nesta relação, o que vem à mente é a estruturação de uma “teologia da comunicação”, na tradição corrente de pôr a teologia em tudo.” Com esta afirmação, padre Pedro Gilberto Gomes1 (foto), SJ, apresenta o seu artigo sobre “Teologia e Comunicação”

Para o pesquisador, “a importância do estudo da comunicação em sua relação com a Teologia se evidencia pelo desenvolvimento da ‘ciência da comunicação’ no mundo contemporâneo.”

E conclui: “O grande desafio da Pastoral da Comunicação hoje é superar a visão instrumentalista dos meios e trabalhar na perspectiva de discutir os processos comunicacionais e do estabelecimento de políticas democráticas de comunicação na Igreja e na sociedade.”

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Encontro Nacional da Pascom 2016

O 5º. Encontro Nacional da Pascom tem por objetivo aprofundar a compreensão e o serviço da comunicação no campo da Liturgia da Igreja abrindo assim, um largo horizonte, para a articulação, animação e motivação para os membros da Pascom em todo o Brasil.

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Em 2016 o encontro acontecerá de 14 a 17 de julho e as inscrições estão abertas desde do dia 1º de janeiro. Com o tema ‘Comunicação e Liturgia’, o encontro reunirá, em Aparecida (SP), agentes da Pastoral da Comunicação de todo o Brasil.

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A importância da comunicação na vida da Igreja

Nestes dias acontecem dois grandes eventos relacionados com a comunicação: o 1º Seminário de Comunicação para os Bispos do Brasil e o 7º Mutirão Brasileiro de Comunicação. Encontros esses que querem aprofundar a importância desse assunto para a missão evangelizadora da Igreja. (Julho de 2011)

Quando falamos em comunicação, estamos nos referindo ao processo comunicacional e a toda e qualquer forma de transmissão de mensagens, conteúdos ou informações para outras pessoas. O termo comunicação é abrangente e não se restringe aos meios midiáticos (rádio, TV, jornal impresso, site e etc), mas a toda e qualquer forma de relacionamento humano.

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